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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Corte no orçamento adia entrega de helicópteros

Por Bruno Porto | Hoje em Dia

Os cortes no orçamento executados pelo governo federal bateram na porta do Ministério da Defesa e os impactos são percebidos em contratos já assinados. A chamada nova realidade orçamentária esticou em dois anos o prazo de entrega das 50 aeronaves encomendadas à Helicópteros do Brasil S.A (Helibras), montadas em Itajubá, no Sul de Minas, em um contrato de 1,9 bilhão de euros, com prazo inicial de entrega prevista para 2017, mas estendido para 2019.




A Helibras e a Força Área Brasileira (FAB) confirmaram a postergação do prazo pela necessidade de ajuste ao orçamento do governo federal. A FAB informou que está em curso a revisão do contrato, mas não detalhou se haverá outras alterações, além do prazo. O contrato foi firmado com o Ministério da Defesa em 2008.

A Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate (Copac) da FAB já recebeu 15 das aeronaves EC-725, que fazem parte do Projeto H-XBR: quatro para a Marinha do Brasil, cinco para o Exército Brasileiro e seis para a FAB. “Atualmente o contrato está sendo revisto para adequação à nova realidade orçamentária do país. A previsão é de que a entrega da última aeronave aconteça em 2019”, diz a FAB, em nota.

Gradualmente a Helibras executa a nacionalização do helicóptero, que já atingiu 100% de mão de obra local e, por força de contrato, até a entrega da última unidade a aeronave deverá ter 50% de conteúdo nacional. A nacionalização do setor é calculada pelo valor dos produtos fornecidos pelos fabricantes locais e não o seu peso.

O último evento de nacionalização foi a validação da produção do primeiro punho do rotor do EC-725 feito pela fornecedora brasileira Toyo Matic, em Bragança Paulista. São 14 empresas nacionais em processo de transferência de tecnologia com companhias estrangeiras para se tornarem fornecedoras da Helibras nesse projeto. Outras 23, também brasileiras, suprem as demandas da fabricante de aeronaves.

Para atender ao contrato, a Helibras aportou R$ 420 milhões na construção de um novo hangar de 11 mil metros quadrados, em sua planta em Itajubá, para abrigar a linha de montagem do EC-725. O valor também inclui o treinamento de funcionários brasileiros na França, onde é a sede da controladora da Helibras, e a vinda de técnicos estrangeiros para acompanhar a implantação da nova linha no país.

FICHA TÉCNICA DO EC-725

Peso máximo de decolagem: 11.200 quilos
Capacidade de transporte: dois pilotos e 29 combatentes
Velocidade: 261 quilômetros por hora
Autonomia: alcance máximo de 1.282 quilômetros.



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