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Pyongyang: 3 porta-aviões perto da Coreia do Norte são uma ameaça de guerra nuclear

A ONU "fecha os olhos aos exercícios de guerra nuclear dos EUA, que estão empenhados em causar um desastre catastrófico para a humanidade", declarou o embaixador norte-coreano na ONU, Ja Song-nam.
Sputnik

As autoridades norte-coreanas classificaram na segunda (13) o deslocamento sem precedentes de 3 grupos de porta-aviões dos EUA para a zona da península da Coreia como uma "postura de ataque".


O representante norte-coreano permanente na ONU, Ja Song-nam, expressou em uma carta enviada ao secretário-geral da ONU o descontentamento do seu governo com os exercícios militares de Seul, Tóquio e Washington. Estes, segundo o diplomata, estão criando "a pior situação para a península da Coreia e seus arredores".

"Os EUA são os principais responsáveis por escalar as tensões e comprometer a paz", declarou Ja Song-nam.

Além da presença de 3 porta-aviões estadunidenses (Nimitz, Ronald Reagan e Theodore Roosevelt), Washington continua realizando voos de bombarde…

Destróier da Marinha dos EUA entrará no mar Negro em nome de ‘paz e estabilidade’

A 6ª frota norte-americana declarou que o seu destróier de mísseis guiados USS Ross (DDG 71) entrará no mar Negro neste sábado, 23 de maio, para “promover paz e estabilidade na região”.


Sputnik

“A presença do USS Ross no mar Negro reafirmará a dedicação e determinação dos EUA para fortalecer a parceria e possibilidades conjuntas operacionais entre os parceiros da região e da OTAN”, lê-se no comunicado da Marinha dos EUA publicado no seu site oficial.


O destróier de mísseis guiados USS Ross (DDG 71)
© flickr.com/ CNE CNA C6F

O comandante do destróier, Tadd Gorman, disse:

“Vamos trabalhar juntamente com os nossos aliados e parceiros para melhorar a segurança naval, preparação e possibilidades navais bem como para promover paz e estabilidade na região. Somos empenhados para manter a defesa e segurança dos oceanos e das vias marítimas. Por meio de fortalecimento das relações no mar Negro podemos esperar o aumento na paz e prosperidade em toda a região.”

A Marinha norte-americana opera navios no mar Negro de forma coerente com a Convenção de Montreux e do direito Internacional.

De acordo com a convenção, “os navios de guerra que pertencem a forças fora do mar Negro não deverão permanecer no mar Negro por mais de 24 dias, qualquer que seja o objetivo da sua presença”.

O USS Ross (DDG 71) é um destróier da classe Arleigh Burke de mísseis guiados e é o segundo navio com este nome, o primeiro foi batizado em honra do Capitão Donald K. Ross (1910–1992).

Mais cedo em abril, o destróier de mísseis guiados USS Jason Dunham entrou no mar Negro com o mesmo alvo. Em janeiro, outro destróier de mísseis guiados USS Donald Cook tinha participado de exercícios militares no mar Negro junto com o navio da Marinha da Ucrânia UKRS Hetman Sahaidachny. Este destróier norte-americano deixou o mar Negro em 14 de janeiro de 2015.

Durante o ano passado os navios norte-americanos USS Mount Whitney, USS Taylor, USS Truxtun, USS Donald Cook, USS Vella Gulf, USS Ross, USS Gunston Hall e USS Cole participaram em missões no mar Negro.

Enquanto os EUA entram livremente no mar Negro, para “promover paz e estabilidade na região”, eles tentaram proibir o Irã de enviar ajuda humanitária para o Iêmen por via marítima, que está passando uma grave crise econômica, política e militar.

Na semana passada o Pentágono pediu a Teerã para distribuir a ajuda humanitária para o Iêmen sem que seus navios atraquem nos portos no país, utilizando, ao invés disso, o centro de distribuição da ONU situado na vizinha Djibouti.



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