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Putin passa para Trump a responsabilidade de resolver conflito na Síria

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, passou a bola para que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, seja o responsável por resolver o conflito na Síria.
EFE

Helsinque - Em entrevista coletiva conjunta realizada nesta segunda-feira, em Helsinque, após a primeira cúpula entre os dois líderes, Putin também deu para Trump uma bola oficial da Copa do Mundo.

"No que se refere ao fato de a bola da Síria estar no nosso telhado, senhor presidente, o senhor acaba de dizer que organizamos com sucesso o Mundial de Futebol. Portanto, quero agora entregar esta bola. Agora, a bola está do seu lado", disse Putin.

O presidente russo fazia uma referência a uma frase do secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, que havia afirmado que a bola para resolver o conflito na Síria estava no telhado do Kremlin.

Trump agradeceu pelo presente e disse estar confiante de que EUA, México e Canadá organizarão em 2026 uma Copa do Mundo tão bem-sucedida como a da Rússia.

Na sequência, o presidente americ…

Destróier da Marinha dos EUA entrará no mar Negro em nome de ‘paz e estabilidade’

A 6ª frota norte-americana declarou que o seu destróier de mísseis guiados USS Ross (DDG 71) entrará no mar Negro neste sábado, 23 de maio, para “promover paz e estabilidade na região”.


Sputnik

“A presença do USS Ross no mar Negro reafirmará a dedicação e determinação dos EUA para fortalecer a parceria e possibilidades conjuntas operacionais entre os parceiros da região e da OTAN”, lê-se no comunicado da Marinha dos EUA publicado no seu site oficial.


O destróier de mísseis guiados USS Ross (DDG 71)
© flickr.com/ CNE CNA C6F

O comandante do destróier, Tadd Gorman, disse:

“Vamos trabalhar juntamente com os nossos aliados e parceiros para melhorar a segurança naval, preparação e possibilidades navais bem como para promover paz e estabilidade na região. Somos empenhados para manter a defesa e segurança dos oceanos e das vias marítimas. Por meio de fortalecimento das relações no mar Negro podemos esperar o aumento na paz e prosperidade em toda a região.”

A Marinha norte-americana opera navios no mar Negro de forma coerente com a Convenção de Montreux e do direito Internacional.

De acordo com a convenção, “os navios de guerra que pertencem a forças fora do mar Negro não deverão permanecer no mar Negro por mais de 24 dias, qualquer que seja o objetivo da sua presença”.

O USS Ross (DDG 71) é um destróier da classe Arleigh Burke de mísseis guiados e é o segundo navio com este nome, o primeiro foi batizado em honra do Capitão Donald K. Ross (1910–1992).

Mais cedo em abril, o destróier de mísseis guiados USS Jason Dunham entrou no mar Negro com o mesmo alvo. Em janeiro, outro destróier de mísseis guiados USS Donald Cook tinha participado de exercícios militares no mar Negro junto com o navio da Marinha da Ucrânia UKRS Hetman Sahaidachny. Este destróier norte-americano deixou o mar Negro em 14 de janeiro de 2015.

Durante o ano passado os navios norte-americanos USS Mount Whitney, USS Taylor, USS Truxtun, USS Donald Cook, USS Vella Gulf, USS Ross, USS Gunston Hall e USS Cole participaram em missões no mar Negro.

Enquanto os EUA entram livremente no mar Negro, para “promover paz e estabilidade na região”, eles tentaram proibir o Irã de enviar ajuda humanitária para o Iêmen por via marítima, que está passando uma grave crise econômica, política e militar.

Na semana passada o Pentágono pediu a Teerã para distribuir a ajuda humanitária para o Iêmen sem que seus navios atraquem nos portos no país, utilizando, ao invés disso, o centro de distribuição da ONU situado na vizinha Djibouti.



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