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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Estado Islâmico obtém o controle de Ramadi, no Iraque, a 100 km de Bagdá

'Ramadi caiu e os militares estão fugindo', disse o porta-voz da província.Na sexta, EI havia conseguido avançar sobre a sede do governo local.


Do G1, em São Paulo

Integrantes do Estado Islâmico tomaram controle da cidade iraquiana de Ramadi, que fica a 100 km da capital, Bagdá. Nem o intenso ataque aéreo liderado pelos Estados Unidos impediu os extremistas de avançar sobre a região.

Fotografia da Associated Press mostra tropas iraquianas se retirando de Ramadi, capital da província de Anbar, a 115 km de Bagdá. (Foto: AP)Fotografia da Associated Press mostra tropas iraquianas se retirando de Ramadi, capital da província de Anbar, a 115 km de Bagdá. (Foto: AP)

Segundo a agência Reuters, os combatentes do EI tomaram uma importante base militar neste domingo (17), o que forçou o primeiro-ministro iraquiano, Haider al-Abadi, a autorizar o emprego de forças paramilitares xiitas para retomar o controle de uma província de maioria sunita.

Membros das Forças Armadas disseram que tiveram de deixar o Comando de Operações de Anbar depois que foram atacados pelos insurgentes. Um dos oficiais, que falou sob condição de anonimato, contou que os rebeldes chegaram a pedir via megafone que os soldados iraquianos deixassem suas armas, com a promessa de voltarem para casa em segurança.

"Agora estamos cercados dentro do Comando de Operações por Daesh, e estão chovendo bombas de morteiro", disse um oficial militar dentro da base. Daesh é um acrônimo árabe para o Estado Islâmico. "Os combatentes do Daesh estão em quase todas as ruas. É uma situação caótica e as coisas estão saindo fora do controle. Ramadi está caindo nas mãos do Daesh", disse o oficial.

Ramadi, capital da província de Anbar, é a primeira grande cidade a ser conquistada pelos Estado Islâmico no Iraque desde que as forças de segurança e grupos paramilitares começaram a forçá-los a retroceder, no ano passado, com a ajuda dos bombardeios realizados pela coalizão liderada pelos Estados Unidos.

Segundo o "USA Today", o porta-voz da província de Anbar, Muhannad Haimour, disse que a cidade havia caído e estava tomada. "Os militares estão fugindo", confirmou Haimour.

Os extremistas passaram a dominar a maior parte de Ramadi na sexta-feira (15), fincando sua bandeira negra na sede do governo local no centro da cidade. Entretanto, um contingente de forças especiais iraquianas conseguiu deter o grupo no bairro de Malaab.

O Pentágono, sede da Defesa dos EUA, se manifestou no fim da tarde deste domingo sobre o assunto. De acordo com a porta-voz da instituição, Maureen Schumann, “é muito cedo para tecer comentários sobre a situação na região.

Ela acrescentou dizendo que “os Estados Unidos continuam a monitorar o difícil combate em Ramadi e a situação permanece fluida e contestada”.


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