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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

EUA assumem responsabilidade por morte de crianças na Síria

Os Estados Unidos finalmente reconheceram que as Forças Armadas norte-americanas foram responsáveis pela morte de duas crianças em consequência de um bombardeio realizado na Síria em 2014.


Sputnik

Essa é a primeira vez que Washington assume a responsabilidade pela morte de civis na Síria. O ataque em questão, segundo o exército dos EUA, teria ocorrido em novembro, na cidade de Harim, contra instalações do grupo Khorasan. Nesta operação, de acordo com a AFP, também teria sido morto o cidadão francês David Daoud Drugeon, um especialista em bombas ligado à organização extremista e que planejava atentados contra países ocidentais. 


General James Terry diz que os Estados Unidos lamentam por mortes não-intencionais provocadas por ataques norte-americanos na Síria
© REUTERS/ Amer Almohibany

"Nós lamentamos por essas mortes não-intencionais", declarou através de um comunicado o general americano James Terry, chefe do comando militar que lidera a coalizão para bombardear posições terroristas na Síria e no Iraque. O oficial garantiu que, antes dos bombardeios, o exército americano conduziu uma avaliação rigorosa dos alvos, concluindo que aquela área era utilizada unicamente para fins militares pelo Khorasan.

Nessa avaliação, "não havia indicação de que poderia haver crianças nas construções visadas", diz o comunicado, acrescentando que dois adultos não-combatentes também teriam se ferido no ataque, realizado em conformidade com as regras "humanitárias", de "proporcionalidade" e de "necessidade militar" das Forças Armadas americanas e internacionais.



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