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Putin passa para Trump a responsabilidade de resolver conflito na Síria

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, passou a bola para que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, seja o responsável por resolver o conflito na Síria.
EFE

Helsinque - Em entrevista coletiva conjunta realizada nesta segunda-feira, em Helsinque, após a primeira cúpula entre os dois líderes, Putin também deu para Trump uma bola oficial da Copa do Mundo.

"No que se refere ao fato de a bola da Síria estar no nosso telhado, senhor presidente, o senhor acaba de dizer que organizamos com sucesso o Mundial de Futebol. Portanto, quero agora entregar esta bola. Agora, a bola está do seu lado", disse Putin.

O presidente russo fazia uma referência a uma frase do secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, que havia afirmado que a bola para resolver o conflito na Síria estava no telhado do Kremlin.

Trump agradeceu pelo presente e disse estar confiante de que EUA, México e Canadá organizarão em 2026 uma Copa do Mundo tão bem-sucedida como a da Rússia.

Na sequência, o presidente americ…

EUA enviam armas defensivas a Kiev e esperam ataque rebelde

O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Ashton Carter, afirmou que o país está apoiando os militares ucranianos com armas defensivas.


Sputnik

Os Estados Unidos equiparam as forças do governo ucraniano com armas defensivas para responder aos militantes que lutam pela independência no leste do país. Militares americanos e ucranianos estão se preparando para uma nova ofensiva dos separatistas, afirmou Carter nesta quarta-feira, em uma audiência no Congresso dos EUA.


Pyotr Poroshenko, presidente da Ucrânia, ao lado de Humvees blindados americanos no aeroporto Boryspil, Kiev, Ucrânia
© AP Photo/ Efrem Lukatsky

"Parece que os separatistas apoiados pela Rússia no leste da Ucrânia estão se preparando para outra rodada de ações militares", disse o secretário. "Estamos apoiando os militares ucranianos, não com armas ofensivas, mas com armas defensivas", completou.

Carter respondeu a uma pergunta sobre sua concordância com o envio de armas ofensivas à Ucrânia, como foi recentemente recomendado pelo Comandante Supremo da OTAN, general Philip Breedlove. Carter disse ainda que as sanções impostas pela Europa e a queda do preço do petróleo influenciam o comportamento da Rússia.

Em abril deste ano, o Exército americano anunciou que cerca de 300 paraquedistas desembarcaram na cidade de Yavoriv, no oeste da Ucrânia, para treinar soldados do país.

O Ministério de Relações Exteriores da Rússia chamou o envio de militares americanos uma violação direta do acordo de Minsk, que pode sinalizar o primeiro passo para fornecer armamentos avançados à Ucrânia.

Em fevereiro de 2015, a Câmara dos Representantes dos EUA, liderada pelo Partido Republicano, introduziu uma lei para autorizar US$ 1 bilhão em fundos para fornecer ajuda letal defensiva à Ucrânia até 2017. A Rússia chamou a legislação de provocativa, alertando que tal medida provocaria uma escalada de violência no leste da Ucrânia.

Em abril do ano passado, o governo de Kiev lançou uma ofensiva militar contra os apoiadores da independência nas regiões de Donetsk e Lugansk, no leste da Ucrânia. Mais de seis mil pessoas morreram desde que o conflito começou, de acordo com a ONU.



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