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Radicais sírios estariam recebendo armamento dos EUA através da fronteira com Jordânia

Enquanto o exército sírio parece estar pronto para uma grande ofensiva na província de Daraa, os grupos radicais que operam na região estariam recebendo grandes remessas de material bélico "Made in USA".
Sputnik

Os grupos militantes que atuam no sul da Síria receberam uma grande quantidade de armas e munições fabricadas nos EUA, incluindo mísseis antitanque TOW, informou a agência de notícias FARS.

De acordo com a FARS, o armamento foi entregue através da fronteira com a Jordânia no âmbito de um novo plano dos EUA para assegurar mais apoio a estes grupos na Síria.

A agência informou também que os grupos militantes na província de Daraa começaram a se preparar para impedir a ofensiva do exército sírio.

No início deste mês, o exército sírio intensificou as ações no sudoeste do país, controlado por radicais, perto da fronteira com a Jordânia e as Colinas de Golã, ocupadas por Israel.

O Ministério da Defesa da Rússia acrescentou que as forças do governo sírio, apoiadas por um grande a…

EUA querem cooperação com Rússia na defesa antimíssil

Os EUA pretendem fechar um acordo com a Rússia sobre a cooperação na área da defesa antimíssil nos próximos anos, disse a secretária de Estado adjunta para o Controle de Armas e Segurança Internacional estadunidense, Rose Gottemoeller.


Sputnik

Em uma entrevista ao jornal russo Kommersant, publicada nesta quarta-feira (13), Gottemoeller frisou:

"Quanto à questão se poderemos fazer um acordo sobre a cooperação na área de defesa antimíssil no futuro, eu espero que sim, podemos".


Sistema de mísseis Patriot

A responsável acrescentou que os Estados Unidos não são atualmente capazes de ligar os sistemas de defesa balística em um complexo global, embora tal possibilidade exista desde 2002, quando o país se retirou do Tratado de Não-Proliferação de Mísseis Balísticos, do qual a Rússia também faz parte. O tratado postulava que cada parte só tinha direito a dois complexos de defesa contra mísseis deste tipo.

Já sem as limitações previstas pelo Tratado, os EUA começaram a criação de mais uma zona de posicionamento para os seus sistemas de defesa antimíssil (DAM), inclusive na Polônia e na República Tcheca.

Moscou viu isso como uma ameaça latente. As autoridades russas solicitaram garantias de que os sistemas de DAM europeus não tinham Rússia como alvo, sem que tal solicitação tenha sido atendida.

No ano passado, a situação agravou-se com a crise na Ucrânia, que o Ocidente (e os EUA) relaciona com a postura supostamente "agressiva" da Rússia.

Já em abril de 2015, durante a Conferência Internacional sobre Segurança, que teve lugar em Moscou, os ministros russos da Defesa, Sergei Shoigu, e das Relações Exteriores, Sergei Lavrov, qualificaram oficialmente a ampliação dos sistemas de defesa contra mísseis balísticos como ameaça à estabilidade estratégica.



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