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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

EUA querem cooperação com Rússia na defesa antimíssil

Os EUA pretendem fechar um acordo com a Rússia sobre a cooperação na área da defesa antimíssil nos próximos anos, disse a secretária de Estado adjunta para o Controle de Armas e Segurança Internacional estadunidense, Rose Gottemoeller.


Sputnik

Em uma entrevista ao jornal russo Kommersant, publicada nesta quarta-feira (13), Gottemoeller frisou:

"Quanto à questão se poderemos fazer um acordo sobre a cooperação na área de defesa antimíssil no futuro, eu espero que sim, podemos".


Sistema de mísseis Patriot

A responsável acrescentou que os Estados Unidos não são atualmente capazes de ligar os sistemas de defesa balística em um complexo global, embora tal possibilidade exista desde 2002, quando o país se retirou do Tratado de Não-Proliferação de Mísseis Balísticos, do qual a Rússia também faz parte. O tratado postulava que cada parte só tinha direito a dois complexos de defesa contra mísseis deste tipo.

Já sem as limitações previstas pelo Tratado, os EUA começaram a criação de mais uma zona de posicionamento para os seus sistemas de defesa antimíssil (DAM), inclusive na Polônia e na República Tcheca.

Moscou viu isso como uma ameaça latente. As autoridades russas solicitaram garantias de que os sistemas de DAM europeus não tinham Rússia como alvo, sem que tal solicitação tenha sido atendida.

No ano passado, a situação agravou-se com a crise na Ucrânia, que o Ocidente (e os EUA) relaciona com a postura supostamente "agressiva" da Rússia.

Já em abril de 2015, durante a Conferência Internacional sobre Segurança, que teve lugar em Moscou, os ministros russos da Defesa, Sergei Shoigu, e das Relações Exteriores, Sergei Lavrov, qualificaram oficialmente a ampliação dos sistemas de defesa contra mísseis balísticos como ameaça à estabilidade estratégica.



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