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Embraer e Boeing acertam termos de parceria

Acordo prevê criação de uma nova empresa de aviação comercial, com 80% de participação da gigante americana. Boeing vai pagar 4,2 bilhões de dólares aos brasileiros. Transação precisa ser aprovada pelo governo federal.
Deutsch Welle

A Embraer e a gigante americana Boeing anunciaram nesta segunda-feira (17/12) a aprovação dos termos de uma parceria para criar uma nova empresa de aviação comercial. A execução do acerto ainda precisa do aval do governo brasileiro.


De acordo com a proposta, a Boeing deterá 80% de participação na joint venture pelo valor de 4,2 bilhões de dólares, enquanto a fabricante brasileira ficará com os 20% restantes.

"A expectativa é de que a parceria não terá impacto no lucro por ação da Boeing em 2020, passando a ter impacto positivo nos anos seguintes", diz um comunicado conjunto da Embraer e da Boeing divulgado para investidores.

As duas empresas informaram que a joint venture criada para a fabricação de aviões comerciais, que deve absorver toda a operação…

EUA querem cooperação com Rússia na defesa antimíssil

Os EUA pretendem fechar um acordo com a Rússia sobre a cooperação na área da defesa antimíssil nos próximos anos, disse a secretária de Estado adjunta para o Controle de Armas e Segurança Internacional estadunidense, Rose Gottemoeller.


Sputnik

Em uma entrevista ao jornal russo Kommersant, publicada nesta quarta-feira (13), Gottemoeller frisou:

"Quanto à questão se poderemos fazer um acordo sobre a cooperação na área de defesa antimíssil no futuro, eu espero que sim, podemos".


Sistema de mísseis Patriot

A responsável acrescentou que os Estados Unidos não são atualmente capazes de ligar os sistemas de defesa balística em um complexo global, embora tal possibilidade exista desde 2002, quando o país se retirou do Tratado de Não-Proliferação de Mísseis Balísticos, do qual a Rússia também faz parte. O tratado postulava que cada parte só tinha direito a dois complexos de defesa contra mísseis deste tipo.

Já sem as limitações previstas pelo Tratado, os EUA começaram a criação de mais uma zona de posicionamento para os seus sistemas de defesa antimíssil (DAM), inclusive na Polônia e na República Tcheca.

Moscou viu isso como uma ameaça latente. As autoridades russas solicitaram garantias de que os sistemas de DAM europeus não tinham Rússia como alvo, sem que tal solicitação tenha sido atendida.

No ano passado, a situação agravou-se com a crise na Ucrânia, que o Ocidente (e os EUA) relaciona com a postura supostamente "agressiva" da Rússia.

Já em abril de 2015, durante a Conferência Internacional sobre Segurança, que teve lugar em Moscou, os ministros russos da Defesa, Sergei Shoigu, e das Relações Exteriores, Sergei Lavrov, qualificaram oficialmente a ampliação dos sistemas de defesa contra mísseis balísticos como ameaça à estabilidade estratégica.



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