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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Força Aérea israelense se une aos gregos para treinar contra sistemas S-300

A Força Aérea israelense realizou um exercício de treinamento conjunto no qual executou missões contra a os sistemas de mísseis terra-ar S-300 que serão enviados da Rússia para o Irã.


Sputnik

O treinamento bilateral foi conduzido contra duas baterias gregas do S-300 estacionadas na ilha de Creta, e aconteceu entre os dias 20 e 30 de abril, quando os israelenses se uniram às manobras INIOHOS-2015 da Força Aérea Grega, um de seus maiores treinos anuais, em que pelo menos 150 aviões de combate de todos os esquadrões gregos tomaram parte.


Um destacamento de S-300 em São Petersburgo
© Sputnik/ Aleksei Danichev

Segundo diversas fontes, Israel mobilizou uma força de dez caças F-16I de quatro esquadrões, e suas aeronaves foram reforçadas por equipes da Força Aérea dos EUA na Europa atuando como controladores de ataque terminal conjunto (JTAC, na sigla em inglês).

Israel adquiriu dados técnicos sobre o S-300, capaz de atingir alvos aéreos a uma distância de 150 km e a altitudes de até 27 mil metros, e realizou as manobras a fim de testar diferentes táticas contra o sistema, em ataques simulados contra alvos terrestres protegidos pelas baterias gregas.

A Grécia, por sua vez, adquiriu os S-300 da Rússia no final de 1990, sendo o único membro da OTAN que tem o sistema em serviço.

No mês passado, o ministro da Defesa grego, Panos Kammenos, em uma visita a Moscou para uma conferência sobre segurança global, disse que Atenas estava em negociações com o governo russo para a compra de novos mísseis para seus S-300, bem como para a manutenção de seus mísseis S-300, Top M-1 e Kornet.

Em 2007, a Rússia e o Irã assinaram um contrato para o fornecimento de cinco baterias do sistema S-300 a Teerã, mas em 2010 a transação foi suspensa devido às sanções impostas pela ONU contra o programa nuclear iraniano. Em 13 de abril deste ano, após a conclusão bem-sucedida das negociações internacionais em Genebra que chegaram a um acordo nuclear com o Irã, o governo russo suspendeu a proibição sobre a venda dos sistemas S-300.


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