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O Brasil tem poder de fogo para proteger a riqueza da Amazônia Azul? (VÍDEO)

Devido à enorme riqueza natural, a porção de mar sob jurisdição brasileira é também conhecida como Amazônia Azul. A área é um dos mais importantes patrimônios naturais brasileiros e é uma preocupação para o setor de Defesa. Para comentar o assunto, a Sputnik Brasil ouviu Ricardo Cabral, pesquisador da Escola de Guerra Naval da Marinha do Brasil.
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O pesquisador falou sobre a importância comercial e estratégica, o potencial energético, científico e as obrigações internacionais do Brasil com as áreas da Amazônia Azule seu entorno. Ele também descreveu o atual estado da esquadra da Marinha brasileira, que carece de investimentos e pleiteia junto ao novo governo federal uma fatia maior do orçamento público, limitado pela Emenda Constitucional nº 95.


Foi a própria Marinha brasileira que cunhou o termo "Amazônia Azul", em referência ao tamanho da biodiversidade e dos bens naturais encontradas em sua área. No entanto, a área marítima é ainda maior do que porção brasileira da flo…

Força de Defesa Aeroespacial da Rússia ganhará novos simuladores do Pantsir-S1 em 2015

O serviço de imprensa do Ministério da Defesa da Rússia informou hoje que os soldados da Força de Defesa Aeroespacial poderão em breve desenvolver suas habilidades com novos simuladores do sistema de artilharia antiaérea Pantsir-S1.


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A ser entregue ainda este ano, esse sistema móvel combina canhões automáticos de tiro rápido de 30 mm, mísseis teleguiados, sensores eletro-óticos, radares de controle de fogo e outros modernos equipamentos sobre um mesmo veículo, assegurando a proteção contra veículos aéreos capazes de voar em baixas altitudes e furtivamente (inclusive mísseis de cruzeiro). 


Pantsir-S1
© Sputnik/ Sergei Subbotin

Reconhecido como um dos principais elementos das Forças Armadas da Rússia, o Pantsir-S1 chamou a atenção do governo brasileiro, que manifestou o interesse em utilizá-lo na defesa aérea do Brasil durante a realização dos Jogos Olímpicos de 2016. No entanto, embora os dois países já estejam em fase final de negociação para a compra desse equipamento, alguns especialistas acreditam que o acordo não será concretizado a tempo, devido à atual situação da economia brasileira.

Em entrevista recente à agência Sputnik, o editor-chefe do Portal DefesaNet, Nélson Düring, sugeriu que a viagem da Presidenta Dilma Rousseff à Rússia, em julho, poderá servir para acertar as últimas pendências relacionadas ao negócio. Mas, dado o curto prazo para as Olimpíadas, o sistema dificilmente chegará a tempo de ser utilizado no evento.

“Há uma questão pendente de financiamento, de acertos empresariais, industriais, para a execução do negócio. O ministro da Defesa, Jaques Wagner, acredita que até agosto tudo se resolva. Como a Presidenta Dilma vai para a Rússia em julho, então devemos ter um acerto aí nesse período”, disse ele.



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