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Radicais sírios estariam recebendo armamento dos EUA através da fronteira com Jordânia

Enquanto o exército sírio parece estar pronto para uma grande ofensiva na província de Daraa, os grupos radicais que operam na região estariam recebendo grandes remessas de material bélico "Made in USA".
Sputnik

Os grupos militantes que atuam no sul da Síria receberam uma grande quantidade de armas e munições fabricadas nos EUA, incluindo mísseis antitanque TOW, informou a agência de notícias FARS.

De acordo com a FARS, o armamento foi entregue através da fronteira com a Jordânia no âmbito de um novo plano dos EUA para assegurar mais apoio a estes grupos na Síria.

A agência informou também que os grupos militantes na província de Daraa começaram a se preparar para impedir a ofensiva do exército sírio.

No início deste mês, o exército sírio intensificou as ações no sudoeste do país, controlado por radicais, perto da fronteira com a Jordânia e as Colinas de Golã, ocupadas por Israel.

O Ministério da Defesa da Rússia acrescentou que as forças do governo sírio, apoiadas por um grande a…

França pode afundar quase 1,5 bilhão de euros

A França continua num impasse graças à situação em torno dos porta-helicópteros Mistral, encomendados pela Rússia. O jornal francês Le Figaro avança uma lista de opções no caso de o país escolher não entregar os navios à Rússia.


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Mandar os navios para o fundo do oceano.

Parece que a opção mais barata é simplesmente afundar os navios franceses, escreveu na terça-feira o jornal francês Le Figaro.

O jornal chegou a essa conclusão depois de analisar todas as opções possíveis para a França, no caso de cancelamento do contrato com a Rússia.

Utilizar os Mistrais de qualquer outra forma será muito mais caro.



Entregar os navios à Marinha francesa.

Entregar os navios para a Marinha francesa não é uma boa ideia. No início de abril o jornal francês L'Opinion escreveu que os marinheiros franceses não querem os Mistrais, uma vez que já têm três navios desse tipo e simplesmente não têm necessidade de mais dois.

Além disso Le Figaro escreve que o "Vladivostok" e o "Sevastopol" [os nomes dos dois Mistrais] foram adaptados para as exigências russas e sua "des-russificação" vai custar milhões de euros.

Vendê-los para algum outro país.

O jornal também analisa a possibilidade de encontrar novos clientes para os Mistrais. Por exemplo, o Canadá ou o Egito poderiam ser potenciais compradores.

No início de abril o presidente francês François Hollande sugeriu que a França pode rescindir o contrato com a Rússia e devolver o dinheiro.

No entanto, o custo de manutenção para os contribuintes dos dois navios no porto francês equivale a 5 milhões de euros por mês.

O exportador de armas russo Rosoboronexport e o construtor naval francês DCNS assinaram o acordo de US $ 1,5 bilhão para dois navios tipo Mistral.

A Rússia procedeu um pagamento antecipado em fevereiro de 2011, de acordo com o memorando de entendimento entre as duas partes datado de 25 de janeiro.

A entrega da primeira embarcação Vladivostok estava prevista para novembro de 2014, mas nunca aconteceu.

Paris adiou a entrega, alegando interferência de Moscou na crise ucraniana. O lado russo negou várias vezes qualquer envolvimento no conflito interno ucraniano, advertindo que a França terá de pagar uma multa em caso de não cumprimento das suas obrigações no âmbito do contrato.

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