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O Brasil tem poder de fogo para proteger a riqueza da Amazônia Azul? (VÍDEO)

Devido à enorme riqueza natural, a porção de mar sob jurisdição brasileira é também conhecida como Amazônia Azul. A área é um dos mais importantes patrimônios naturais brasileiros e é uma preocupação para o setor de Defesa. Para comentar o assunto, a Sputnik Brasil ouviu Ricardo Cabral, pesquisador da Escola de Guerra Naval da Marinha do Brasil.
Sputnik

O pesquisador falou sobre a importância comercial e estratégica, o potencial energético, científico e as obrigações internacionais do Brasil com as áreas da Amazônia Azule seu entorno. Ele também descreveu o atual estado da esquadra da Marinha brasileira, que carece de investimentos e pleiteia junto ao novo governo federal uma fatia maior do orçamento público, limitado pela Emenda Constitucional nº 95.


Foi a própria Marinha brasileira que cunhou o termo "Amazônia Azul", em referência ao tamanho da biodiversidade e dos bens naturais encontradas em sua área. No entanto, a área marítima é ainda maior do que porção brasileira da flo…

França poderia vender para a China os navios encomendados pela Rússia

Poder Naval

A saga sobre o destino dos dois navios anfíbios da classe Mistral em construção para a Rússia tem mais um capítulo. Na segunda-feira (11) o jornal londrino Business Insider, citando informações da imprensa chinesa, relatou que representantes franceses em Xangai poderiam propor um acordo para vender os navios para a China.


Vladivostok - classe Mistral - foto Reuters via RIA Novosti

Nas últimas semanas Moscou tomou posições mais conciliadoras sobre o destino do acordo. No mês passado, o presidente russo Vladimir Putin anunciou que não tinha a intenção de buscar quaisquer penalidades ou multas sobre o adiamento da venda. Ao invés disso a Rússia busca apenas o reembolso das despesas efetuadas no lado russo, se a venda for cancelada.

A dificuldade de um acordo com a China é que os navios foram construídos segundo especificações russas. O primeiro dos dois navios, o Vladivostok, já passou por testes de mar, mas está retido no porto francês de Saint-Nazaire. Já o segundo navio, o Sevastopol, agora também parece estar pronto para testes no mar.

O presidente francês, François Hollande, impôs duas condições para a entrega dos navios: um cessar-fogo na Ucrânia e progresso em direção a um acordo sobre o futuro da Ucrânia.

Mas parece que estas condições não serão aceitas pela Rússia. Assim, um novo comprador deve ser encontrado ou os navios poderiam acabar como sucatas.

É aí que a China poderia entrar. Uma esquadra de navios franceses encontra-se atualmente em Xangai. Dentre os navios está o Dixmude, o primeiro da classe Mistral. Há rumores de que a França está usando a viagem como uma maneira de mostrar o navio antes da elaboração de uma proposta.

Mas há um problema. Seriam necessários centenas de milhões de euros para adaptar os navios de acordo com as exigências chinesas. Isso pode representar apenas uma fração do custo dos dois navios, mas não deixa de representar um aumento substancial sobre o preço original que terá de ser assumido pelo potencial comprador ou engolido no lado francês.


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