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Exército sírio retoma base aérea de Abu al-Duhur controlada por militantes desde 2015

O exército sírio expulsou os terroristas do aeródromo de Abu al-Duhur, na província de Idlib, que estava sob controle de grupos armados ilegais desde setembro de 2015, informou o Ministério da Defesa russo.
Sputnik

"Como resultado da ofensiva, as tropas sírias expulsaram os radicais do aeródromo de Abu al-Duhur que estava sob controle de grupos armados desde setembro de 2015", diz-se no comunicado do ministério russo.


O ministério também informou que as forças governamentais sírias cercaram uma grande concentração de terroristas da Frente al-Nusra (grupo terrorista proibido na Rússia) na província de Idlib.

Segundo o comunicado, as unidades de ataque das tropas governamentais, lideradas pelo general sírio Suheil Hassan, juntaram-se às forças da milícia e realizaram uma ofensiva ao longo da rodovia Aleppo-Hama.

Desta maneira, segundo o ministério russo, foi posto fim ao cerco de uma grande concentração da Frente al-Nusra na parte oriental de Idlib.

Em 10 de janeiro, uma fonte infor…

França poderia vender para a China os navios encomendados pela Rússia

Poder Naval

A saga sobre o destino dos dois navios anfíbios da classe Mistral em construção para a Rússia tem mais um capítulo. Na segunda-feira (11) o jornal londrino Business Insider, citando informações da imprensa chinesa, relatou que representantes franceses em Xangai poderiam propor um acordo para vender os navios para a China.


Vladivostok - classe Mistral - foto Reuters via RIA Novosti

Nas últimas semanas Moscou tomou posições mais conciliadoras sobre o destino do acordo. No mês passado, o presidente russo Vladimir Putin anunciou que não tinha a intenção de buscar quaisquer penalidades ou multas sobre o adiamento da venda. Ao invés disso a Rússia busca apenas o reembolso das despesas efetuadas no lado russo, se a venda for cancelada.

A dificuldade de um acordo com a China é que os navios foram construídos segundo especificações russas. O primeiro dos dois navios, o Vladivostok, já passou por testes de mar, mas está retido no porto francês de Saint-Nazaire. Já o segundo navio, o Sevastopol, agora também parece estar pronto para testes no mar.

O presidente francês, François Hollande, impôs duas condições para a entrega dos navios: um cessar-fogo na Ucrânia e progresso em direção a um acordo sobre o futuro da Ucrânia.

Mas parece que estas condições não serão aceitas pela Rússia. Assim, um novo comprador deve ser encontrado ou os navios poderiam acabar como sucatas.

É aí que a China poderia entrar. Uma esquadra de navios franceses encontra-se atualmente em Xangai. Dentre os navios está o Dixmude, o primeiro da classe Mistral. Há rumores de que a França está usando a viagem como uma maneira de mostrar o navio antes da elaboração de uma proposta.

Mas há um problema. Seriam necessários centenas de milhões de euros para adaptar os navios de acordo com as exigências chinesas. Isso pode representar apenas uma fração do custo dos dois navios, mas não deixa de representar um aumento substancial sobre o preço original que terá de ser assumido pelo potencial comprador ou engolido no lado francês.


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