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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

França quer acordo com a Rússia sobre os porta-helicópteros Mistral

Paris espera chegar a um acordo com Moscou sobre a entrega de dois porta-helicópteros da classe Mistral para a Marinha russa, publicou o Le Journal du Dimanche.


Sputnik

“Para a França o contrato é significativo tanto por razões diplomáticas quanto financeiras. Autoridades francesas não querem ser vistas como vigaristas e incapaz de cumprir as suas obrigações”, segundo relatou ao jornal um membro do governo francês familiarizado com a situação.


Sevastopol e Vladivostok, os dois navios da classe Mistral encomendados pela Rússia
© AFP 2015/ EAN-SEBASTIEN EVRARD

Se a França tiver sucesso ao chegar a um acordo com a Rússia, Paris seria capaz de pagar uma indenização e não uma multa, acrescentou a fonte. A compensação pode chegar a 50% do que Moscou pagou.

Segundo a fonte, a França está pronta para reembolsar US$ 875 milhões, bem como cobrir as despesas do envio de marinheiros russos ao estaleiro de Saint-Nazaire, onde os porta-helicópteros Mistral foram construídos. Paris também estaria disposta a pagar pelo transporte do equipamento russo.

Os dois navios Mistral, batizados como Vladivostok e Sevastopol, poderiam ser vendidos a um terceiro país, segundo o jornal, acrescentando que os membros da OTAN estão entre os potenciais compradores. “No entanto, seriam tomadas medidas para que os porta-helicópteros não fossem negociados com países que mantêm relações tensas com a Rússia”. A fonte disse também que a Geórgia seria uma nação incapaz de comprar as embarcações. “Evidentemente, o Kremlin veria isso como uma provocação”, publicou o periódico.

No início de maio, surgiram rumores de que a França estaria tentando vender os Mistral para a China, enquanto dois navios de guerra franceses estavam em uma visita de sete dias a Xangai. A Rússia insiste que os porta-helicópteros não podem ser negociados sem a permissão de Moscou.

Rússia e França assinaram o acordo de US$ 1,3 bilhões em 2011. Paris deveria entregar o Vladivostok em novembro de 2014 e o Sevastopol no início de 2015. Nenhum dos navios chegou à Rússia, uma vez que o fornecimento foi suspenso sobre o alegado envolvimento de Moscou na guerra civil ucraniana. O Kremlin negou repetidamente estas alegações infundadas e trabalha pela paz na nação devastada pela guerra.


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