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Radicais sírios estariam recebendo armamento dos EUA através da fronteira com Jordânia

Enquanto o exército sírio parece estar pronto para uma grande ofensiva na província de Daraa, os grupos radicais que operam na região estariam recebendo grandes remessas de material bélico "Made in USA".
Sputnik

Os grupos militantes que atuam no sul da Síria receberam uma grande quantidade de armas e munições fabricadas nos EUA, incluindo mísseis antitanque TOW, informou a agência de notícias FARS.

De acordo com a FARS, o armamento foi entregue através da fronteira com a Jordânia no âmbito de um novo plano dos EUA para assegurar mais apoio a estes grupos na Síria.

A agência informou também que os grupos militantes na província de Daraa começaram a se preparar para impedir a ofensiva do exército sírio.

No início deste mês, o exército sírio intensificou as ações no sudoeste do país, controlado por radicais, perto da fronteira com a Jordânia e as Colinas de Golã, ocupadas por Israel.

O Ministério da Defesa da Rússia acrescentou que as forças do governo sírio, apoiadas por um grande a…

França quer deixar Rússia sem Mistrais e sem recompensa completa

França entregou à Rússia as suas propostas sobre a rescisão do contrato do fornecimento de dois navios porta-helicópteros do tipo Mistral.


Sputnik

As propostas incluem o retorno para a Rússia de cerca de 785 milhões de euros, que ela poderá receber só depois da sua permissão escrita à França sobre a venda dos navios a um terceiro país, informa o jornal russo Kommersant com referência às fontes na área de cooperação técnico-militar.


Navios tipo Mistral

Moscou não concorda com tais condições porque os gastos e as perdas da Rússia devido à rescisão do contrato, segundo os especialistas, são estimados em 1.163 bilhão de euros. Além disso, a Rússia não planeja assinar nenhuma autorização para reexportação até que o dinheiro seja devolvido.

De acordo com as fontes, a França tenciona devolver o montante que foi especificado nos atos de entrega, enquanto a Rússia também exige compensações pelos custos do treinamento da tripulação, pela construção da infraestrutura para os porta-helicópteros na cidade de Vladivostok e da nova versão do helicóptero de ataque Ka-52 especialmente para equipar estes navios.

“Isso é uma decisão puramente política, tomada por Paris sob pressão de Washington. Os navios Vladivostok e Sevastopol têm que ser transferidos para o lado russo ou a França deve devolver completamente o pagamento antecipado, o que fez a Rússia, e a multa de incumprimento do contrato. Anteriormente Moscou declarou que não iria exigir multas exorbitantes de Paris. Mas os franceses têm entendido isso como motivo para pechinchar e enganar a Rússia”, disse a Sputnik o chefe do grupo consultivo do diretor do Instituto russo de Estudos Estratégicos, Vladimir Kozin.

De acordo com o porta-voz do presidente russo, Dmitry Peskov, Moscou na situação com os Mistrais segue o princípio "bens ou dinheiro" e está pronta para ambas as opções. Ele disse também que agora o tema de porta-helicópteros não é considerado no Kremlin como problemático.

O vice-presidente da Comissão dos Assuntos Externos, da Defesa e Forças Armadas do Senado francês, Aymeri de Montesquiou, também disse que a transferência de navios é um problema "secundário" nas relações entre a Rússia e a França em comparação com a necessidade de implementar os acordos de Minsk para a resolução do conflito ucraniano.

Rússia e França assinaram, em junho de 2011, um acordo de US$ 1,5 bilhão para a construção de dois navios tipo Mistral. A entrega da primeira embarcação estava prevista para novembro de 2014, mas nunca aconteceu. Paris adiou a entrega, alegando interferência de Moscou na crise ucraniana.

O lado russo negou várias vezes qualquer envolvimento no conflito interno ucraniano, advertindo que a França terá de pagar uma multa em caso de não cumprimento das suas obrigações no âmbito do contrato.


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