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O Brasil tem poder de fogo para proteger a riqueza da Amazônia Azul? (VÍDEO)

Devido à enorme riqueza natural, a porção de mar sob jurisdição brasileira é também conhecida como Amazônia Azul. A área é um dos mais importantes patrimônios naturais brasileiros e é uma preocupação para o setor de Defesa. Para comentar o assunto, a Sputnik Brasil ouviu Ricardo Cabral, pesquisador da Escola de Guerra Naval da Marinha do Brasil.
Sputnik

O pesquisador falou sobre a importância comercial e estratégica, o potencial energético, científico e as obrigações internacionais do Brasil com as áreas da Amazônia Azule seu entorno. Ele também descreveu o atual estado da esquadra da Marinha brasileira, que carece de investimentos e pleiteia junto ao novo governo federal uma fatia maior do orçamento público, limitado pela Emenda Constitucional nº 95.


Foi a própria Marinha brasileira que cunhou o termo "Amazônia Azul", em referência ao tamanho da biodiversidade e dos bens naturais encontradas em sua área. No entanto, a área marítima é ainda maior do que porção brasileira da flo…

Implantação de sistema de defesa de mísseis dos EUA preocupa Rússia, China e Coreia do Sul

Rússia, China e Coreia do Sul continuam preocupadas como desejo dos EUA de implantar um sistema de defesa antimísseis em suas bases em território sul-coreano.


Sputnik

O Pentágono manifestou a disponibilidade para implantar uma bateria do Terminal High Altitude Area Defesa (THAAD) na Península Coreana, onde há aproximadamente 28,5 mil soldados norte-americanos, para melhor lidar com as ameaças de mísseis nucleares da Coreia do Norte, informou a agência de notícias Yonhap.


Sistema de defesa de mísseis Terminal High Altitude Area Defense (THAAD).
© flickr.com/ U.S. Missile Defense Agency

Até agora, Seul insistiu que não houve consultas oficiais entre os aliados, nenhum pedido dos EUA e nenhuma decisão tomada sobre o assunto. O ministro da Defesa sul-coreano, Han Min-koo, disse que a nova arma aumentaria a segurança da península coreana, mas Seul não ter planos imediatos de adquirir o sistema.

Os críticos da possível instalação dos mísseis dos EUA citam preocupações levantadas pela China, alertando sobre possíveis efeitos secundários graves nas relações Seul-Pequim. Eles também acreditam que esta poderia ser parte de uma tentativa mais ampla norte-americana para levar o aliado asiático a participar de seu sistema de mísseis de defesa.

Em vez de aderir ao sistema norte-americano, entretanto, Seul tem desenvolvido sistema Korea Air Missele Defense (KAMD), um programa de defesa aérea projetado para lançar ataques logo após sinais serem detectados ameaças nucleares ou de mísseis iminentes ao país, relatou a Yonhap.



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