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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Irã faz disparos de advertência contra navio de Cingapura

France Presse

Barcos de patrulha da Guarda Revolucionária do Irã fizeram disparos de advertência no Golfo Pérsico, nesta quinta-feira, contra um navio mercante de bandeira de Cingapura - informaram autoridades americanas.


(Arquivo) Um barco de patrulha da Guarda Revolucionária do Irã é visto perto do porto de Bandar Abbas, no dia 2 de julho de 2012
Barco de patrulha da Guarda Revolucionária do Irã

O navio foi socorrido por embarcações dos Emirados Árabes Unidos (EAU), acrescentaram as fontes consultadas pela AFP.

O "Alpine Eternity" estava em águas internacionais no momento do incidente, relatou um funcionário americano da Defesa, que pediu para não ser identificado.

O navio se refugiou, então, nas águas territoriais dos EAU.

Os barcos da Guarda Revolucionária se retiraram da área, depois de terem disparado as salvas de advertência, acrescentaram as fontes.

"Verificamos com o gerente do 'Alpine Eternity' que a tripulação está a salvo e que a embarcação está em águas territoriais do EAU", afirmaram autoridades marítimas de Cingapura, indicando que o episódio será investigado.

Os incidentes navais com o Irã "são um tema de preocupação para nós" e "continuaremos vigiando a situação", declarou o porta-voz do Pentágono, coronel Steven Warren.

O "Alpine Eternity" é um navio-tanque usado no transporte de petróleo e de produtos químicos. A embarcação integra a frota da empresa Transpetrol, com escritórios na Noruega, Suíça, Bélgica e Bermudas.


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