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'Fora do normal': OTAN teria usado armas climáticas para atingir êxito em operação militar

Uma das teorias de conspiração mais populares é a possível influência humana no clima com armas de tecnologia de última geração. Neste contexto, ganhou talvez o maior destaque o projeto HAARP dos EUA. Oficial da Força Aérea russa e meteorologista, Yevgeny Tishkovetz, contou para a Sputnik até que ponto os humanos podem mudar condições climáticas.
Sputnik

O HAARP (High Frequency Active Auroral Research Program, em inglês) é um projeto financiado pelas Forças Armadas dos EUA que visa estudar a ionosfera para aperfeiçoamento de suas capacidades de comunicação por rádio e dos sistemas de vigilância com ajuda de tecnologias de ponta.


Há uma teoria de que o sistema HAARP teria sido utilizado na operação militar da OTAN na Iugoslávia em 1999. Yevgeny Tishkovetz, meteorologista do centro Fobos e ex-chefe do serviço meteorológico do Ministério da Defesa russo, disse à Sputnik Sérvia que o sistema pode ter sido realmente usado na Iugoslávia.

Segundo o oficial, a Aliança não tinha como realizar seus…

Marinha escolhe empresa chinesa para construir estação na Antártica

Empresa Ceiec ofereceu o menor preço pelo contrato: US$ 99,6 milhões.
Licitação ficou suspensa por três meses; obra só deve ser entregue em 2018.


Eduardo Carvalho | G1, em São Paulo

A Marinha do Brasil confirmou nesta quarta-feira (20) que a empresa chinesa Ceiec vai construir a nova estação científica Comandante Ferraz, na Antártica. O resultado do certame foi divulgado no site da instituição.

Vista panorâmica da Estação Antártica Comandante Ferraz (Foto: Divulgação/Estúdio 41)Vista panorâmica da futura Estação Antártica Comandante Ferraz (Foto: Divulgação/Estúdio 41)

De acordo com a Marinha, a proposta dos chineses foi a menor oferecida entre os três concorrentes (US$ 99,6 milhões, aproximadamente R$ 302,1 milhões).

Em janeiro deste ano, a instituição havia emitido parecer anunciando a escolha pela Ceiec. No entanto, a OY FCR Finland, da Finlândia, e o consórcio brasileiro-chileno Ferreira Guedes/Tecnofast apresentaram recursos judiciais contra a decisão, o que forçou a suspensão da licitação, em fevereiro. O processo foi retomado em abril.

O novo complexo científico vai substituir a antiga base, destruída por um incêndio em 2012, que causou a morte de dois integrantes da Marinha. A Promotoria pediu a acusação por incêndio culposo do suboficial Luciano Medeiros por multiplicidade de mortes, mas ele foi absolvido pela Justiça Militar.

A obra estava prevista para ser entregue em março de 2015, mas, devido aos atrasos na licitação, a entrega da estação pode ocorrer só em 2018.

Entenda o caso

Esse é o segundo processo licitatório aberto pela Marinha para essa finalidade. O primeiro, iniciado no fim de 2013 e encerrado em fevereiro de 2014, terminou sem a apresentação de propostas.

Na época, poderiam se credenciar apenas empresas nacionais ou estrangeiras que firmassem parceria com organizações brasileiras.

Após o fracasso, a Secretaria da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (Secirm) abriu em julho do ano passado uma nova etapa, desta vez permitindo a participação de organizações com 100% de capital estrangeiro. Desta vez, a inauguração foi adiada para março de 2016.

Devido a pendências judiciais, a licitação atrasou e só foi retomada em abril passado.

Atraso no início da construção

A construção do complexo, prevista inicialmente para ser entregue em março deste ano, só deve iniciar após a assinatura do contrato, ainda sem prazo para acontecer.

A Marinha informa que a construção tem prazo de execução de 540 dias corridos, período que pode ser estendido devido a "fatores supervenientes, como é o caso das peculiaridades do clima antártico". Por isso, a entrega da nova estação pode ocorrer apenas em meados de 2018.

Até que a obra termine, módulos provisórios instalados no local dão infraestrutura suficiente para receber 60 pessoas de uma só vez. Com isso, as viagens de cientistas brasileiros até o território antártico terão continuidade, assim como seus trabalhos de pesquisa em temas como mudança climática e biodiversidade.

O projeto executivo, escolhido em 2013 em um concurso promovido pelo Instituto de Arquitetos do Brasil, não deverá ser alterado. Segundo o documento, o edifício principal da nova estação terá uma área total de 4.500 m² e as unidades isoladas, como as torres de energia eólica e a área para helicópteros, somarão outros 500 m².

Serão 18 laboratórios internos, além de sete unidades isoladas para pesquisas de meteorologia e da atmosfera. Sua capacidade será para abrigar 64 pessoas.


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