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Qual será resposta síria a novos mísseis 'inteligentes' dos EUA?

A cada declaração do presidente dos EUA, Donald Trump, sobre seus "mísseis inteligentes", os sistemas de defesa antiaérea sírios terão sua própria resposta de mísseis, o que foi demonstrado pelo país em 14 de abril, assegurou à Sputnik o membro do Conselho Público junto ao Ministério da Defesa da Rússia, Igor Korotchenko.
Sputnik

Mais cedo, Sergei Rudskoy, chefe da Direção-Geral Operacional do Estado-Maior das Forças Armadas russas, disse aos jornalistas que os especialistas russos tinham detectado evidências de 22 mísseis terem atingido alvos, de um total de 105 anunciados pelos EUA, na sequência do ataque aéreo dos EUA e seus aliados.


"Os mísseis podem ser 'inteligentes', mas os sistemas da defesa antiaérea podem ser eficientes, por isso, para cada míssil 'astuto' haverá um míssil guiado, o que foi demonstrado pelo ótimo treinamento profissional dos soldados sírios. Nas declarações de Trump há muita publicidade, e para cada tweet de Trump sobre seus '…

Milícias xiitas e exército iraquiano avançam contra forças do EI

Correio do Brasil, com agências internacionais - de Beirute

Um comboio de milícias muçulmanas xiitas e tropas do exército iraquiano partiram de uma base perto de Ramadi neste sábado para avançar em direção a áreas controladas pelo Estado Islâmico (EI), disse um porta-voz xiita, lançando uma contra-ofensiva para reverter as impressionantes conquistas dos insurgentes da jihad.


O grupo extremista radical sunita declarou um califado islâmico no território que controla no Iraque e na Síria.O grupo extremista radical sunita declarou um califado islâmico no território que controla no Iraque e na Síria.

A queda de Ramadi, capital da província de Anbar, em 17 de maio, poderá ser um golpe devastador para o fraco governo central de Bagdá. Os jihadistas muçulmanos sunitas agora controlam grande parte de Anbar e podem ameaçar as aproximações do Ocidente sobre Bagdá, ou até mesmo, avançar pelo sul, rumo ao coração do reduto xiita do Iraque.

A perda de Ramadi é o mais grave revés para as tropas iraquianas em quase um ano e lançou dúvidas sobre a eficácia da estratégia dos Estados Unidos, de fazer ataques aéreos para ajudar Bagdá a parar o Estado Islâmico, que controla um terço do Iraque e da vizinha Síria.

Azzal Obaid, membro do Conselho Provincial de Anbar, disse que centenas de combatentes xiitas, que chegaram à base aérea de Habbaniya na semana passada, depois que o EI tomou Ramadi, se posicionaram em Khalidiya e estavam se aproximando de Siddiqiya e Madiq, cidades no território disputado perto de Ramadi.

Em desvantagem devido à moral e coesão baixas entre suas forças de segurança, o premiê iraquiano, Haider al-Abadi, um xiita, enviou grupos paramilitares xiitas para tentar retomar Ramadi, apesar do risco de aumentar a tensão com a população de Anbar, predominantemente sunita.

Jaffar Husseini, porta-voz do grupo paramilitar xiita Kataib Hezbollah, disse que enviou mais de 2 mil reforços que haviam conseguido proteger Khalidia e a estrada que a liga à Habbaniya.

– Hoje vamos testemunhar o lançamento de algumas operações táticas que preparam o terreno para uma eventual libertação de Ramadi – disse à agência inglesa de notícias Reuters, por telefone.

Bandeira desfraldada

Combatentes do Estado Islâmico desfraldaram sua bandeira sobre uma antiga cidadela na cidade histórica de Palmira, na Síria, de acordo com fotos postadas na Internet durante a noite por simpatizantes do grupo. Os militantes tomaram a cidade, também conhecida como Tadmur, na quarta-feira, depois de dias de violentos combates com o exército sírio.

“A cidadela de Tadmur está sob o controle do Califado”, dizia a legenda de uma das fotos postadas em sites de mídia social. Em outra, um combatente sorridente aparece de pé em cima de uma dos muros da cidadela, carregando a bandeira preta.

Não foi possível verificar a autenticidade das fotos.

O grupo extremista radical sunita declarou um califado islâmico no território que controla no Iraque e na Síria, realizou operações na Líbia e, na sexta-feira, assumiu a responsabilidade por um ataque suicida contra uma mesquita no leste da Arábia Saudita.

Eles destruíram monumentos históricos e antiguidades que veem como idólatras em outras cidades, e há temores que façam o mesmo agora em Palmira, lar de renomadas ruínas da era romana, incluindo templos bem preservados, colunatas e um teatro.

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