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O Brasil tem poder de fogo para proteger a riqueza da Amazônia Azul? (VÍDEO)

Devido à enorme riqueza natural, a porção de mar sob jurisdição brasileira é também conhecida como Amazônia Azul. A área é um dos mais importantes patrimônios naturais brasileiros e é uma preocupação para o setor de Defesa. Para comentar o assunto, a Sputnik Brasil ouviu Ricardo Cabral, pesquisador da Escola de Guerra Naval da Marinha do Brasil.
Sputnik

O pesquisador falou sobre a importância comercial e estratégica, o potencial energético, científico e as obrigações internacionais do Brasil com as áreas da Amazônia Azule seu entorno. Ele também descreveu o atual estado da esquadra da Marinha brasileira, que carece de investimentos e pleiteia junto ao novo governo federal uma fatia maior do orçamento público, limitado pela Emenda Constitucional nº 95.


Foi a própria Marinha brasileira que cunhou o termo "Amazônia Azul", em referência ao tamanho da biodiversidade e dos bens naturais encontradas em sua área. No entanto, a área marítima é ainda maior do que porção brasileira da flo…

Militares americanos roubaram pelo menos US$ 50 milhões no Iraque e no Afeganistão

Pelo menos 115 funcionários militares no Iraque e no Afeganistão já foram condenados desde 2005 por roubos, suborno e fraudes em licitações que já somam mais de US$ 52 milhões em prejuízo.


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Soldados condenados tinham pequeno ou nenhum histórico criminoso e estão atualmente cumprindo penas que vão de três meses a 17 anos.


Soldado americano na base de Taji
© AFP 2015/ ALI AL-SAADI

Um dos principais golpes descobertos envolvia soldados americanos que vendiam combustível militar para cidadãos do Afeganistão e embolsavam o dinheiro das vendas. Os roubos de combustível são responsáveis por pelo menos US$ 15 milhões desde o começo da guerra no país, relata o Centro de Integridade Pública.

Contratos para transporte de combustível tinham prazo de sete dias para que um caminhão fizesse a entrega em seu destino, mesmo que esses locais estivessem a apenas algumas horas de distância. A fiscalização pouco rígida permitia que um caminhão pertencente a um comboio de três veículos fosse "roubado" e perdesse aproximadamente 11 mil galões de combustível — ou 800 mil galões em um ano.

Uma das mulheres atualmente cumprindo pena por roubo de combustível declarou que fazia pedidos de caminhões adicionais e apresentava relatórios falsos de que as entregas haviam sido feitas, mas as cargas eram redirecionadas para pontos de encontro onde soldados vendiam a gasolina. Cúmplices revelaram que lucravam pelo menos US$ 5 mil com cada carga de combustível.

Em outro esquema, americanos ajudavam soldados iraquianos a roubar equipamentos de bases militares dos EUA e manipulavam para que certas licitações fossem vencidas por firmas locais — em troca de suborno.

Os crimes são culpa de administração ruim por parte dos militares, má fiscalização, cultura de corrupção na região e grande dependência de transações feitas em espécie, difíceis de controlar.

O Inspetor Geral dos Estados Unidos afirmou que esses casos são apenas a ponta do iceberg e que mais fraudes foram cometidas do que julgadas. Ainda há 327 investigações em andamento sobre crimes cometidos por funcionários militares — até fevereiro — e oficiais acreditam que o total das perdas causadas por esses crimes ultrapasse a marca de US$ 1 bilhão.



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