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Pyongyang: 3 porta-aviões perto da Coreia do Norte são uma ameaça de guerra nuclear

A ONU "fecha os olhos aos exercícios de guerra nuclear dos EUA, que estão empenhados em causar um desastre catastrófico para a humanidade", declarou o embaixador norte-coreano na ONU, Ja Song-nam.
Sputnik

As autoridades norte-coreanas classificaram na segunda (13) o deslocamento sem precedentes de 3 grupos de porta-aviões dos EUA para a zona da península da Coreia como uma "postura de ataque".


O representante norte-coreano permanente na ONU, Ja Song-nam, expressou em uma carta enviada ao secretário-geral da ONU o descontentamento do seu governo com os exercícios militares de Seul, Tóquio e Washington. Estes, segundo o diplomata, estão criando "a pior situação para a península da Coreia e seus arredores".

"Os EUA são os principais responsáveis por escalar as tensões e comprometer a paz", declarou Ja Song-nam.

Além da presença de 3 porta-aviões estadunidenses (Nimitz, Ronald Reagan e Theodore Roosevelt), Washington continua realizando voos de bombarde…

Militares americanos roubaram pelo menos US$ 50 milhões no Iraque e no Afeganistão

Pelo menos 115 funcionários militares no Iraque e no Afeganistão já foram condenados desde 2005 por roubos, suborno e fraudes em licitações que já somam mais de US$ 52 milhões em prejuízo.


Sputnik

Soldados condenados tinham pequeno ou nenhum histórico criminoso e estão atualmente cumprindo penas que vão de três meses a 17 anos.


Soldado americano na base de Taji
© AFP 2015/ ALI AL-SAADI

Um dos principais golpes descobertos envolvia soldados americanos que vendiam combustível militar para cidadãos do Afeganistão e embolsavam o dinheiro das vendas. Os roubos de combustível são responsáveis por pelo menos US$ 15 milhões desde o começo da guerra no país, relata o Centro de Integridade Pública.

Contratos para transporte de combustível tinham prazo de sete dias para que um caminhão fizesse a entrega em seu destino, mesmo que esses locais estivessem a apenas algumas horas de distância. A fiscalização pouco rígida permitia que um caminhão pertencente a um comboio de três veículos fosse "roubado" e perdesse aproximadamente 11 mil galões de combustível — ou 800 mil galões em um ano.

Uma das mulheres atualmente cumprindo pena por roubo de combustível declarou que fazia pedidos de caminhões adicionais e apresentava relatórios falsos de que as entregas haviam sido feitas, mas as cargas eram redirecionadas para pontos de encontro onde soldados vendiam a gasolina. Cúmplices revelaram que lucravam pelo menos US$ 5 mil com cada carga de combustível.

Em outro esquema, americanos ajudavam soldados iraquianos a roubar equipamentos de bases militares dos EUA e manipulavam para que certas licitações fossem vencidas por firmas locais — em troca de suborno.

Os crimes são culpa de administração ruim por parte dos militares, má fiscalização, cultura de corrupção na região e grande dependência de transações feitas em espécie, difíceis de controlar.

O Inspetor Geral dos Estados Unidos afirmou que esses casos são apenas a ponta do iceberg e que mais fraudes foram cometidas do que julgadas. Ainda há 327 investigações em andamento sobre crimes cometidos por funcionários militares — até fevereiro — e oficiais acreditam que o total das perdas causadas por esses crimes ultrapasse a marca de US$ 1 bilhão.



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