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No decorrer da operação Ramo de Oliveira será criada zona de segurança na Síria

O primeiro-ministro turco Binali Yildirim anunciou a criação, durante a operação militar turca na província síria de Afrin, de uma faixa de segurança de 30 quilômetros.
Sputnik

O premiê, citado pela emissora Haberturk, adiantou também que a operação seria efetuada em quatro etapas.


"A operação vai decorrer em 4 etapas com o objetivo de criar uma faixa de segurança de 30 quilômetros, que será limpa de terroristas", disse o político, citado pela emissora NTV.

Yildirim adiantou que até agora não há mortos ou feridos entre o contingente turco que realiza a operação.

Mais cedo, o Estado-Maior da Turquia anunciou o início da operação "Ramo de Oliveira" contra os grupos curdos na província síria de Afrin, que começou precisamente às 14h00 locais (12h00 no horário de Brasília). De acordo com a entidade militar, a operação conta com a participação de 72 aviões, enquanto 108 dos 113 alvos planejados já foram eliminados. Há poucos dias, o premiê turco, Binali Yildirim, havia avanç…

Militares americanos roubaram pelo menos US$ 50 milhões no Iraque e no Afeganistão

Pelo menos 115 funcionários militares no Iraque e no Afeganistão já foram condenados desde 2005 por roubos, suborno e fraudes em licitações que já somam mais de US$ 52 milhões em prejuízo.


Sputnik

Soldados condenados tinham pequeno ou nenhum histórico criminoso e estão atualmente cumprindo penas que vão de três meses a 17 anos.


Soldado americano na base de Taji
© AFP 2015/ ALI AL-SAADI

Um dos principais golpes descobertos envolvia soldados americanos que vendiam combustível militar para cidadãos do Afeganistão e embolsavam o dinheiro das vendas. Os roubos de combustível são responsáveis por pelo menos US$ 15 milhões desde o começo da guerra no país, relata o Centro de Integridade Pública.

Contratos para transporte de combustível tinham prazo de sete dias para que um caminhão fizesse a entrega em seu destino, mesmo que esses locais estivessem a apenas algumas horas de distância. A fiscalização pouco rígida permitia que um caminhão pertencente a um comboio de três veículos fosse "roubado" e perdesse aproximadamente 11 mil galões de combustível — ou 800 mil galões em um ano.

Uma das mulheres atualmente cumprindo pena por roubo de combustível declarou que fazia pedidos de caminhões adicionais e apresentava relatórios falsos de que as entregas haviam sido feitas, mas as cargas eram redirecionadas para pontos de encontro onde soldados vendiam a gasolina. Cúmplices revelaram que lucravam pelo menos US$ 5 mil com cada carga de combustível.

Em outro esquema, americanos ajudavam soldados iraquianos a roubar equipamentos de bases militares dos EUA e manipulavam para que certas licitações fossem vencidas por firmas locais — em troca de suborno.

Os crimes são culpa de administração ruim por parte dos militares, má fiscalização, cultura de corrupção na região e grande dependência de transações feitas em espécie, difíceis de controlar.

O Inspetor Geral dos Estados Unidos afirmou que esses casos são apenas a ponta do iceberg e que mais fraudes foram cometidas do que julgadas. Ainda há 327 investigações em andamento sobre crimes cometidos por funcionários militares — até fevereiro — e oficiais acreditam que o total das perdas causadas por esses crimes ultrapasse a marca de US$ 1 bilhão.



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