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Brasil comemora 20 anos do fim do conflito entre Peru e Equador

O Brasil irá comemorar nesta terça-feira os 20 anos do fim dos conflitos na fronteira entre Peru e Equador, que se prolongaram por quase 170 anos e que causaram várias guerras, tensões e enfrentamentos entre ambos os países.
EFE

Brasília - O Acordo Global e Definitivo de Paz entre Equador e Peru foi assinado em 26 de outubro de 1998 em Brasília, que voltará a ser palco de um encontro entre representantes dessas duas nações, mas agora para reafirmar "o valor e a eficácia da diplomacia e da solução pacífica de controvérsias", diz o comunicado do Ministério das Relações Exteriores.

A cerimônia contará com a participação do equatoriano José Ayala Lasso e do peruano Fernando de Trazegnies Granda, que eram os chanceleres de seus países na ocasião da assinatura e tiveram participação ativa nas negociações, e será presidido pelo ministro das Relações Exteriores Aloysio Nunes.

Segundo a nota oficial, a comemoração "também evidencia, uma vez mais, a capacidade regional de responder e…

National Interest: China precisa cada vez mais das armas russas

Tendo em conta o agravamento da situação na região Ásia-Pacífico, a demanda da China por armas russas vai crescer, escreve o jornalista japonês Kyle Mizokami no jornal analítico The National Interest.


Sputnik

Hoje, a Rússia é líder em tecnologias de defesa e é fornecedor exclusivo da China. De acordo com o jornalista, enquanto a Rússia continuar seus fornecimentos à China as relações entre dois países não mudarão no futuro próximo. 


Tanques chineses
© East News/ Imaginechina

Ele também observa que há uma série de armas que a China deve comprar da Rússia: se trata do novo tanque pesado Armata, do sistema de mísseis anti-aeronaves S-400 Triumf e dos submarinos da classe Yasen.

Pela primeira vez na história, escreve o jornalista, a China tem fronteiras terrestres bem protegidas. As numerosas tropas terrestres, com apoio das forças aéreas e navais, previnem eficazmente o desejo de qualquer outro país de competir com o Exército Popular de Libertação da China.

Em abril, a China assinou um acordo com a Rússia para o fornecimento de algumas divisões de sistemas de mísseis S-400. De acordo com Mizokami, a China provavelmente pode implantar o sistema de defesa aérea contra Taiwan, contra o Japão na província de Zhejiang e nas Ilhas Senkaku, contra a Índia no Tibete ou contra o Vietnã e Birmânia.

Entretanto, o autor observa que o principal tanque do Exército da China é uma repetição do T-72 soviético e, por isso, a China precisa de modernização das suas tropas blindadas. Na opinião do jornalista, a plataforma Armata será a mais conveniente.

Além disso, a prioridade da indústria bélica chinesa é proteção das suas fronteiras marítimas.

O autor acredita que os submarinos russos Yasen podem ser especialmente interessantes para a China porque a alternativa a produzir na China ainda está na fase do desenvolvimento e será mais eficaz comprá-los à Rússia, especialmente tendo em conta o aumento da presença dos EUA na região.



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