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Vários mortos no confronto entres as forças de Maduro e rebeldes armados

Desfecho sangrento aconteceu durante a operação de captura de Óscar Pérez, que está entre os mortos.O piloto sobrevoou prédios do governo com um helicóptero roubado da polícia em junho do ano passado
Maolis Castro e Florantonia Singer | El País

Vários integrantes do grupo liderado pelo ex-policial Óscar Pérez morreram em um confronto com um coletivo – civis armados chavistas – e um comando da Força de Ações Especiais da Polícia Nacional, em que também morreram dois agentes e um militante chavista. Outros cinco membros do grupo foram presos em uma casa na região de El Junquito, no oeste de Caracas. 

O Governo venezuelano confirmou no início desta tarde que o próprio Pérez está entre os mortos. Seu nome se tornou conhecido em junho, quando roubou um helicóptero da polícia e sobrevoou a sede do Supremo Tribunal de Justiça e do Ministério do Interior. Nunca, em 18 anos de chavismo, ocorreu algo parecido na Venezuela.


O ex-inspetor do Corpo de Investigações Científicas, Penais e Criminalística…

Noruega nega que exercícios militares tenham a ver com a Rússia

Os exercícios militares Arctic Challenge Exercise (ACE) não têm relação com a Rússia nem com a tensa situação política no mundo, declarou o porta-voz da Força Aérea norueguesa, Stian Roen.


Sputnik

"Arctic Challenge não tem a ver com a Rússia nem com a tensa situação política internacional. É um treinamento programado há anos", disse em entrevista à Sputnik.


Caça americano F-16CM no Aeroporto de Kallax, no norte da Suécia, em 26 de maio de 2015
© REUTERS/ TT News Agency/Susanne Lindholm

A simulação foi marcada para começar em 25 de maio e vai até 5 de junho, realizada em Suécia, Finlândia e Noruega com a participação de Estados Unidos, Reino Unido, Holanda, Suíça, Alemanha e França.

De acordo com o roteiro dos exercícios, os militares desses países comprovarão sua coordenação e simularão uma operação de paz na região norte dos países.

Anteriormente, os exercícios foram motivo de críticas na Suécia. O ex-embaixador sueco na Rússia, Sven Hirdman, comentou que "em vez de estar entrando na guerra com a OTAN no norte da Europa, o governo deveria trabalhar para o alívio das tensões entre os blocos militares."


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