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Putin passa para Trump a responsabilidade de resolver conflito na Síria

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, passou a bola para que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, seja o responsável por resolver o conflito na Síria.
EFE

Helsinque - Em entrevista coletiva conjunta realizada nesta segunda-feira, em Helsinque, após a primeira cúpula entre os dois líderes, Putin também deu para Trump uma bola oficial da Copa do Mundo.

"No que se refere ao fato de a bola da Síria estar no nosso telhado, senhor presidente, o senhor acaba de dizer que organizamos com sucesso o Mundial de Futebol. Portanto, quero agora entregar esta bola. Agora, a bola está do seu lado", disse Putin.

O presidente russo fazia uma referência a uma frase do secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, que havia afirmado que a bola para resolver o conflito na Síria estava no telhado do Kremlin.

Trump agradeceu pelo presente e disse estar confiante de que EUA, México e Canadá organizarão em 2026 uma Copa do Mundo tão bem-sucedida como a da Rússia.

Na sequência, o presidente americ…

Noruega nega que exercícios militares tenham a ver com a Rússia

Os exercícios militares Arctic Challenge Exercise (ACE) não têm relação com a Rússia nem com a tensa situação política no mundo, declarou o porta-voz da Força Aérea norueguesa, Stian Roen.


Sputnik

"Arctic Challenge não tem a ver com a Rússia nem com a tensa situação política internacional. É um treinamento programado há anos", disse em entrevista à Sputnik.


Caça americano F-16CM no Aeroporto de Kallax, no norte da Suécia, em 26 de maio de 2015
© REUTERS/ TT News Agency/Susanne Lindholm

A simulação foi marcada para começar em 25 de maio e vai até 5 de junho, realizada em Suécia, Finlândia e Noruega com a participação de Estados Unidos, Reino Unido, Holanda, Suíça, Alemanha e França.

De acordo com o roteiro dos exercícios, os militares desses países comprovarão sua coordenação e simularão uma operação de paz na região norte dos países.

Anteriormente, os exercícios foram motivo de críticas na Suécia. O ex-embaixador sueco na Rússia, Sven Hirdman, comentou que "em vez de estar entrando na guerra com a OTAN no norte da Europa, o governo deveria trabalhar para o alívio das tensões entre os blocos militares."


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