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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

OTAN anuncia oito novas unidades de comando no Leste Europeu

A OTAN vai se focar na melhoria de sua defesa coletiva por meio da criação de até oito novas unidades de comando e controle na parte oriental da aliança, disse o secretário geral da organização, Jens Stoltenberg, discursando no Centro para Estudos Estratégicos e Internacionais nesta quarta-feira (27).


Sputnik

"Estamos estabelecendo seis unidades de comando e controle nos três países bálticos [Letônia, Lituânia e Estônia] e na Polônia, Bulgária e Romênia. E, provavelmente, também [haverá] mais duas em mais dois países", anunciou.


Jens Stoltenberg
Jens Stoltenberg © REUTERS/ Francois Lenoir

De acordo com anúncios anteriores da OTAN, os seis centros de comando e controle se destinam a facilitar a mobilização da Força Tarefa Conjunta de Reação Rápida dos aliados, formada para fazer frente a uma suposta ameaça representada por "ações agressivas da Rússia", que voltou a ser acusada por Stoltenberg de fornecer armas, soldados e dinheiro para os movimentos de independência no leste da Ucrânia.

Moscou, porém, afirma frequentemente que não nutre qualquer ambição expansionista e ressalta que, de fato, é a OTAN quem está expandindo sua presença militar no Leste Europeu, cada vez mais perto das fronteiras russas.

Durante reuniões com o presidente norte-americano Barack Obama na terça-feira (26), Stoltenberg disse que os dois discutiram "a importância de reforçar a defesa coletiva", de acordo com o quadro estabelecido na cúpula da OTAN realizada em 2014 no País de Gales.

"A OTAN já aumentou sua presença militar na parte oriental da aliança com mais policiamento aéreo, com mais tropas fazendo exercícios, e também com mais navios no Mar Negro e no Mar Báltico", disse o secretário geral nesta quarta-feira. Stoltenberg se recusou, no entanto, a confirmar se a presença permanente da OTAN na Europa Oriental foi discutida com Obama.

As relações entre a OTAN e Moscou pioraram após a reunificação da Crimeia com a Rússia e a escalada da crise ucraniana em 2014. Em abril de 2014, a aliança suspendeu toda a cooperação com a Rússia, acusando Moscou de alimentar o conflito na Ucrânia.


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