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Radicais sírios estariam recebendo armamento dos EUA através da fronteira com Jordânia

Enquanto o exército sírio parece estar pronto para uma grande ofensiva na província de Daraa, os grupos radicais que operam na região estariam recebendo grandes remessas de material bélico "Made in USA".
Sputnik

Os grupos militantes que atuam no sul da Síria receberam uma grande quantidade de armas e munições fabricadas nos EUA, incluindo mísseis antitanque TOW, informou a agência de notícias FARS.

De acordo com a FARS, o armamento foi entregue através da fronteira com a Jordânia no âmbito de um novo plano dos EUA para assegurar mais apoio a estes grupos na Síria.

A agência informou também que os grupos militantes na província de Daraa começaram a se preparar para impedir a ofensiva do exército sírio.

No início deste mês, o exército sírio intensificou as ações no sudoeste do país, controlado por radicais, perto da fronteira com a Jordânia e as Colinas de Golã, ocupadas por Israel.

O Ministério da Defesa da Rússia acrescentou que as forças do governo sírio, apoiadas por um grande a…

OTAN anuncia oito novas unidades de comando no Leste Europeu

A OTAN vai se focar na melhoria de sua defesa coletiva por meio da criação de até oito novas unidades de comando e controle na parte oriental da aliança, disse o secretário geral da organização, Jens Stoltenberg, discursando no Centro para Estudos Estratégicos e Internacionais nesta quarta-feira (27).


Sputnik

"Estamos estabelecendo seis unidades de comando e controle nos três países bálticos [Letônia, Lituânia e Estônia] e na Polônia, Bulgária e Romênia. E, provavelmente, também [haverá] mais duas em mais dois países", anunciou.


Jens Stoltenberg
Jens Stoltenberg © REUTERS/ Francois Lenoir

De acordo com anúncios anteriores da OTAN, os seis centros de comando e controle se destinam a facilitar a mobilização da Força Tarefa Conjunta de Reação Rápida dos aliados, formada para fazer frente a uma suposta ameaça representada por "ações agressivas da Rússia", que voltou a ser acusada por Stoltenberg de fornecer armas, soldados e dinheiro para os movimentos de independência no leste da Ucrânia.

Moscou, porém, afirma frequentemente que não nutre qualquer ambição expansionista e ressalta que, de fato, é a OTAN quem está expandindo sua presença militar no Leste Europeu, cada vez mais perto das fronteiras russas.

Durante reuniões com o presidente norte-americano Barack Obama na terça-feira (26), Stoltenberg disse que os dois discutiram "a importância de reforçar a defesa coletiva", de acordo com o quadro estabelecido na cúpula da OTAN realizada em 2014 no País de Gales.

"A OTAN já aumentou sua presença militar na parte oriental da aliança com mais policiamento aéreo, com mais tropas fazendo exercícios, e também com mais navios no Mar Negro e no Mar Báltico", disse o secretário geral nesta quarta-feira. Stoltenberg se recusou, no entanto, a confirmar se a presença permanente da OTAN na Europa Oriental foi discutida com Obama.

As relações entre a OTAN e Moscou pioraram após a reunificação da Crimeia com a Rússia e a escalada da crise ucraniana em 2014. Em abril de 2014, a aliança suspendeu toda a cooperação com a Rússia, acusando Moscou de alimentar o conflito na Ucrânia.


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