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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

OTAN inicia manobras navais antissubmarino na Noruega

O Comando Marítimo da OTAN informou em comunicado nesta segunda-feira (4) o início dos exercícios navais antissubmarino Dynamic Mongoose 2015, na costa oeste da Noruega. As manobras em larga escala, que vão até o dia 14, envolvem um total de 20 navios de guerra, aeronaves e submarinos, e são as terceiras realizadas pela Aliança no país desde 2012.


Sputnik


Os exercícios anteriores tiveram como foco a procura, a detecção e a destruição de submarinos pertencentes a um inimigo hipotético. Os deste ano diferem das manobras anteriores e envolvem a participação da Suécia, país que não faz parte da OTAN.

U33, submarino alemão da classe 212, se prepara para os exercícios da OTAN Dynamic Mangoose 2015 perto de Bergen, na costa oeste da Noruega.
© REUTERS/ Balazs Koranyi
O comando operacional das forças armadas norueguesas disse anteriormente que a Noruega enviaria sua fragata antissubmarino da classe Fridtjof Nansen para participar dos Dynamic Mongoose 2015.

No ano passado, os exercícios envolveram militares de oito países, 10 navios de guerra, três submarinos, três aviões de patrulha e helicópteros.

Em 2013, foram sete países membros da OTAN fornecendo quatro navios de guerra, 11 aviões e helicópteros e quatro submarinos.

Já as manobras de 2015 envolvem a participação de 11 países, incluindo a Suécia, e mais de cinco mil militares. A sede da operação está localizada na base naval norueguesa de Haakonsvern, perto de Bergen, bem como no aeródromo de Sola da Força Aérea norueguesa em Stavanger.

O planejamento e a coordenação do Dynamic Mongoose 2015 são exercidos pelo Comando Submarino da OTAN na base de Northwood, no Reino Unido.

O aumento das atividades militares da organização ocidental vem suscitando questionamentos e preocupações por parte de Moscou. Segundo o jornal alemão Frankfurter Allgemeine, os comandos militares da Rússia e da OTAN instalaram uma linha telefônica direta para o caso de crise. Se confirmada a notícia, será a primeira vez desde a Guerra Fria que as duas partes passam novamente a ter uma forma de comunicação direta entre suas respectivas chefias militares.


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