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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

OTAN: Rússia pode ocupar Kiev e países bálticos em quatro dias

O presidente do Comitê Militar da OTAN, o general tcheco Petr Pavel, considera que a Rússia precisaria só de dois dias para ocupar os países do báltico e outros dois dias para tomar Kiev, segundo informou a Radio Praga nesta quarta-feira.


Sputnik

Pavel afirmou em uma conferência em Praga que a OTAN não é capaz de responder com a rapidez necessária em situações de emergência. Para ele, Moscou poderia decidir atacar os países bálticos em algumas horas, enquanto a OTAN, integrada por 28 países, gastaria muito tempo para entrar em acordo sobre uma posição única adotada por todos estados membros.

Símbolo da OTAN
© flickr.com/ Antonio C.

O ex-chefe do Estado Maior das Forças Armadas tchecas afirmou também que as medidas tomadas pela Europa diante da "ameaça russa" e do Estado Islâmico são pouco eficazes.

Um dia antes, o embaixador da Rússia para a Aliança, Aleksandr Grushko, ao comentar as declarações de políticos da organização sobre o suposto perigo de uma agressão russa contra os países do Báltico, declarou que as ações da OTAN na região não correspondem aos riscos existentes nem às necessidades de segurança.

"Devemos tomar todas as medidas imprescindíveis para fazer frente às ameaças da Rússia, e temos meios suficientes e recursos para fazê-lo", disse Grushko ao canal Rossiya24.

Ele declarou ainda que ao difundir o mito da existência de uma ameaça russa, os países do Báltico ocultam sua incapacidade de resolver de maneira independente seus próprios problemas nacionais.


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