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Embraer e Boeing acertam termos de parceria

Acordo prevê criação de uma nova empresa de aviação comercial, com 80% de participação da gigante americana. Boeing vai pagar 4,2 bilhões de dólares aos brasileiros. Transação precisa ser aprovada pelo governo federal.
Deutsch Welle

A Embraer e a gigante americana Boeing anunciaram nesta segunda-feira (17/12) a aprovação dos termos de uma parceria para criar uma nova empresa de aviação comercial. A execução do acerto ainda precisa do aval do governo brasileiro.


De acordo com a proposta, a Boeing deterá 80% de participação na joint venture pelo valor de 4,2 bilhões de dólares, enquanto a fabricante brasileira ficará com os 20% restantes.

"A expectativa é de que a parceria não terá impacto no lucro por ação da Boeing em 2020, passando a ter impacto positivo nos anos seguintes", diz um comunicado conjunto da Embraer e da Boeing divulgado para investidores.

As duas empresas informaram que a joint venture criada para a fabricação de aviões comerciais, que deve absorver toda a operação…

OTAN: Rússia pode ocupar Kiev e países bálticos em quatro dias

O presidente do Comitê Militar da OTAN, o general tcheco Petr Pavel, considera que a Rússia precisaria só de dois dias para ocupar os países do báltico e outros dois dias para tomar Kiev, segundo informou a Radio Praga nesta quarta-feira.


Sputnik

Pavel afirmou em uma conferência em Praga que a OTAN não é capaz de responder com a rapidez necessária em situações de emergência. Para ele, Moscou poderia decidir atacar os países bálticos em algumas horas, enquanto a OTAN, integrada por 28 países, gastaria muito tempo para entrar em acordo sobre uma posição única adotada por todos estados membros.

Símbolo da OTAN
© flickr.com/ Antonio C.

O ex-chefe do Estado Maior das Forças Armadas tchecas afirmou também que as medidas tomadas pela Europa diante da "ameaça russa" e do Estado Islâmico são pouco eficazes.

Um dia antes, o embaixador da Rússia para a Aliança, Aleksandr Grushko, ao comentar as declarações de políticos da organização sobre o suposto perigo de uma agressão russa contra os países do Báltico, declarou que as ações da OTAN na região não correspondem aos riscos existentes nem às necessidades de segurança.

"Devemos tomar todas as medidas imprescindíveis para fazer frente às ameaças da Rússia, e temos meios suficientes e recursos para fazê-lo", disse Grushko ao canal Rossiya24.

Ele declarou ainda que ao difundir o mito da existência de uma ameaça russa, os países do Báltico ocultam sua incapacidade de resolver de maneira independente seus próprios problemas nacionais.


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