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'Fora do normal': OTAN teria usado armas climáticas para atingir êxito em operação militar

Uma das teorias de conspiração mais populares é a possível influência humana no clima com armas de tecnologia de última geração. Neste contexto, ganhou talvez o maior destaque o projeto HAARP dos EUA. Oficial da Força Aérea russa e meteorologista, Yevgeny Tishkovetz, contou para a Sputnik até que ponto os humanos podem mudar condições climáticas.
Sputnik

O HAARP (High Frequency Active Auroral Research Program, em inglês) é um projeto financiado pelas Forças Armadas dos EUA que visa estudar a ionosfera para aperfeiçoamento de suas capacidades de comunicação por rádio e dos sistemas de vigilância com ajuda de tecnologias de ponta.


Há uma teoria de que o sistema HAARP teria sido utilizado na operação militar da OTAN na Iugoslávia em 1999. Yevgeny Tishkovetz, meteorologista do centro Fobos e ex-chefe do serviço meteorológico do Ministério da Defesa russo, disse à Sputnik Sérvia que o sistema pode ter sido realmente usado na Iugoslávia.

Segundo o oficial, a Aliança não tinha como realizar seus…

Pentágono aprova fornecimento de grande lote de armas a Israel e Arábia Saudita

O Pentágono pode vender armamentos estadunidenses a Israel no montante total de 1,87 bilhões de dólares. O objetivo é adequar as Forças Armadas do país judeu para que sejam mais compatíveis com os EUA.


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O acordo, aprovado pela autoridade da Defesa norte-americana na terça-feira, está sendo estudado pelo Congresso. Até agora, não há nenhum indício que o Congresso o proíba.


Bombas bunker buster (bombas penetrantes) armazenadas pelas Forças Armadas dos EUA no Iraque em 2003.
© AFP 2015/ FELIX GARZA JR. / NAVY VISUAL NEW

O fornecimento planejado inclui 750 bombas penetrantes (bunker busters, em inglês), 300 mísseis anticarro Hellfire, 250 mísseis ar-ar de médio alcance e 4.100 bombas planadoras.


Além disso, caso o acordo for aprovado pelo Congresso, Israel receberá 14.500 sistemas de navegação que permitirão converter mísseis comuns em mísseis guiados.


O Congresso tem 15 dias para bloquear o acordo. Mas o caso é muito infrequente.

Para o Pentágono, trata-se de um reforço à segurança de Israel. A Agência de Cooperação na Área de Segurança e Defesa estadunidense assegura que os lotes fornecidos só incluem armamentos já usados pelo exército de Israel.

No entanto, várias fontes na mídia israelita informam que mais um projeto de fornecimento de armamentos estaria sendo discutido por Jerusalém e Washington, que preveria a venda dos caças F-35. Com uma condição: que Israel não proteste contra o programa nuclear iraniano.

Arábia Saudita

Além de Israel, os EUA também estão armando a Arábia Saudita. O contrato de venda de 10 helicópteros Seahawk alcança quase 2 bilhões de dólares.

A Arábia Saudita lidera a intervenção militar no vizinho Iêmen, cujo ex-presidente, Abed Rabbo Mansour Hadi, está agora exilado nesse país. E também não gosta do processo de aliviamento das sanções contra o Irã.

A coalizão árabe tem reiteradamente rejeitado os planos de pacificação propostos pelo Irã, acusando este país de armar os rebeldes iemenitas houthis e de tentar, portanto, realizar uma "ingerência nos assuntos internos" do Iêmen.

No entanto, a Arábia Saudita justifica a sua própria operação no Iêmen alegando defesa do governo legítimo e proteção do povo iemenita.

Para os observadores, os fornecimentos de armas pelos EUA aos países do Oriente Médio servem para acalmar as autoridades dos países que mais criticam o programa nuclear iraniano. A possibilidade de estas armas serem usadas para intimidar o Irã, bem latente, parece estar no segundo plano.

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