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Embraer e Boeing acertam termos de parceria

Acordo prevê criação de uma nova empresa de aviação comercial, com 80% de participação da gigante americana. Boeing vai pagar 4,2 bilhões de dólares aos brasileiros. Transação precisa ser aprovada pelo governo federal.
Deutsch Welle

A Embraer e a gigante americana Boeing anunciaram nesta segunda-feira (17/12) a aprovação dos termos de uma parceria para criar uma nova empresa de aviação comercial. A execução do acerto ainda precisa do aval do governo brasileiro.


De acordo com a proposta, a Boeing deterá 80% de participação na joint venture pelo valor de 4,2 bilhões de dólares, enquanto a fabricante brasileira ficará com os 20% restantes.

"A expectativa é de que a parceria não terá impacto no lucro por ação da Boeing em 2020, passando a ter impacto positivo nos anos seguintes", diz um comunicado conjunto da Embraer e da Boeing divulgado para investidores.

As duas empresas informaram que a joint venture criada para a fabricação de aviões comerciais, que deve absorver toda a operação…

Pentágono tenciona colocar radar do sistema antimísseis no Alasca

Os Estados Unidos anunciaram planos para implantar um radar de detecção de longo alcance do sistema de defesa antimísseis no Alasca, indica um comunicado da Secretaria da Defesa.


Sputnik

De acordo com o Pentágono, o radar começará a funcionar em 2020.




"O novo radar de detecção de longo alcance será utilizado como um sensor intermédio para aumentar a possibilidade de reconhecimento de alvos por nosso sistema de defesa, aumentar a eficácia da resposta a possíveis contramedidas, reforçar a defesa terrestre no Alasca e na Califórnia", informa o comunicado do Pentágono.

Como especificado, é provável que a secretaria norte-americana escolha a base Clear Air Force Station para instalação do radar. A decisão final será tomada após a conclusão da análise do possível impacto sobre o meio ambiente.

Anteriormente a senadora do estado americano do Alasca havia observado que a Rússia está “claramente mais engajada e comprometida com o Ártico do que os Estados Unidos” e criticou a falta de compromisso dos EUA em sua presença no Ártico.

“Não quero que fiquemos sentados esperando até que um dia acordemos e percebamos que perdemos o Ártico”, disse.

A presença russa no Ártico envolve a realização de pesquisas científicas, a facilitação do comércio marítimo, a organização de missões de busca e resgate e a construção de novos postos militares. Das oito nações do Ártico, a Rússia tem a presença mais avançada na região, assim como a maior flotilha de navios quebra-gelo.



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