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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Pentágono tenciona colocar radar do sistema antimísseis no Alasca

Os Estados Unidos anunciaram planos para implantar um radar de detecção de longo alcance do sistema de defesa antimísseis no Alasca, indica um comunicado da Secretaria da Defesa.


Sputnik

De acordo com o Pentágono, o radar começará a funcionar em 2020.




"O novo radar de detecção de longo alcance será utilizado como um sensor intermédio para aumentar a possibilidade de reconhecimento de alvos por nosso sistema de defesa, aumentar a eficácia da resposta a possíveis contramedidas, reforçar a defesa terrestre no Alasca e na Califórnia", informa o comunicado do Pentágono.

Como especificado, é provável que a secretaria norte-americana escolha a base Clear Air Force Station para instalação do radar. A decisão final será tomada após a conclusão da análise do possível impacto sobre o meio ambiente.

Anteriormente a senadora do estado americano do Alasca havia observado que a Rússia está “claramente mais engajada e comprometida com o Ártico do que os Estados Unidos” e criticou a falta de compromisso dos EUA em sua presença no Ártico.

“Não quero que fiquemos sentados esperando até que um dia acordemos e percebamos que perdemos o Ártico”, disse.

A presença russa no Ártico envolve a realização de pesquisas científicas, a facilitação do comércio marítimo, a organização de missões de busca e resgate e a construção de novos postos militares. Das oito nações do Ártico, a Rússia tem a presença mais avançada na região, assim como a maior flotilha de navios quebra-gelo.



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