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O Brasil tem poder de fogo para proteger a riqueza da Amazônia Azul? (VÍDEO)

Devido à enorme riqueza natural, a porção de mar sob jurisdição brasileira é também conhecida como Amazônia Azul. A área é um dos mais importantes patrimônios naturais brasileiros e é uma preocupação para o setor de Defesa. Para comentar o assunto, a Sputnik Brasil ouviu Ricardo Cabral, pesquisador da Escola de Guerra Naval da Marinha do Brasil.
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O pesquisador falou sobre a importância comercial e estratégica, o potencial energético, científico e as obrigações internacionais do Brasil com as áreas da Amazônia Azule seu entorno. Ele também descreveu o atual estado da esquadra da Marinha brasileira, que carece de investimentos e pleiteia junto ao novo governo federal uma fatia maior do orçamento público, limitado pela Emenda Constitucional nº 95.


Foi a própria Marinha brasileira que cunhou o termo "Amazônia Azul", em referência ao tamanho da biodiversidade e dos bens naturais encontradas em sua área. No entanto, a área marítima é ainda maior do que porção brasileira da flo…

Representante da ONU: coalizão liderada pela Arábia viola o direito internacional no Iêmen

O Coordenador Humanitário da ONU para o Iêmen, Johannes Van Der Klaauw, afirmou que o bombardeio de áreas civis pela coalizão de países liderada Arábia Saudita viola o direito internacional.


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Na semana passada, a coalizão continuou fazendo ataques aéreos contra posições rebeldes na província de Saada, no Iêmen, que faz fronteira com a Arábia Saudita. “O bombardeio indiscriminado de áreas povoadas, com ou sem aviso prévio, viola o direito internacional humanitário”, disse Van Der Klaauw em um comunicado no sábado (8).


Ataques aéreos no Iêmen
© Sputnik/ Iliya Pitalev

Ele acrescentou que está “profundamente preocupado” com o impacto dos ataques aéreos de sexta-feira (7) em Saana. “Dezenas de civis foram mortos e milhares de pessoas forçadas a deixar suas casas após a coalizão declarar toda a governadoria como um alvo militar. O direcionamento de um governadoria inteira coloca inúmeros civis em risco.” Van Der Klaauw assinalou que a situação é agravada pelo fato de que muitos civis estão presos em Saana, uma vez que não é possível usar o transporte devido à falta de combustível.

Iêmen tem sido envolvido em violência e impasse político desde o final de 2014, quando os rebeldes tomaram o controle sobre grandes áreas do país, incluindo a capital Sanaa. O Presidente Abd Rabbuh Mansur Hadi foi deposto no início deste ano.

Em 26 de março, a coalizão liderada pelos sauditas começaram a realizar ataques aéreos no Iêmen, tendo como alvo posições rebeldes houthis, a pedido de Hadi. Em 21 de abril, a coalizão disse que havia terminado a operação militar e divulgou o início da campanha Restaurar a Esperança, dizendo que iria se concentrar no combate ao terrorismo e os esforços humanitários. Apesar do anúncio, os ataques aéreos continuaram.

Mais de 1.400 pessoas, cerca de metade deles civis, morreram no Iêmen desde meados de março, de acordo com as estimativas recentes da ONU.



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