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O Brasil tem poder de fogo para proteger a riqueza da Amazônia Azul? (VÍDEO)

Devido à enorme riqueza natural, a porção de mar sob jurisdição brasileira é também conhecida como Amazônia Azul. A área é um dos mais importantes patrimônios naturais brasileiros e é uma preocupação para o setor de Defesa. Para comentar o assunto, a Sputnik Brasil ouviu Ricardo Cabral, pesquisador da Escola de Guerra Naval da Marinha do Brasil.
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O pesquisador falou sobre a importância comercial e estratégica, o potencial energético, científico e as obrigações internacionais do Brasil com as áreas da Amazônia Azule seu entorno. Ele também descreveu o atual estado da esquadra da Marinha brasileira, que carece de investimentos e pleiteia junto ao novo governo federal uma fatia maior do orçamento público, limitado pela Emenda Constitucional nº 95.


Foi a própria Marinha brasileira que cunhou o termo "Amazônia Azul", em referência ao tamanho da biodiversidade e dos bens naturais encontradas em sua área. No entanto, a área marítima é ainda maior do que porção brasileira da flo…

Rússia e China farão exercícios navais no mar Mediterrâneo

O porta-voz do Ministério de Defesa chinês, Geng Yansheng, afirmou à agência RIA Novosti que pela primeira vez Rússia e China farão exercícios navais conjuntos no mar Mediterrâneo. As manobras acontecerão em meados de maio.


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“De acordo com os planos da Federação da Rússia e da República Popular da China, as marinhas dos dois países realizarão exercícios militares conjuntos batizados de Sea Cooperation-2015”, disse Yansheng. Ele destacou que o treinamento envolverá nove navios de cada lado.


In this April 26, 2012 file photo released by China's Xinhua News Agency, Chinese navy's missile destroyer DDG-112 Harbin fires a shell during the China-Russia joint naval exercise in the Yellow Sea
© AP Photo/ Xinhua, Wu Dengfeng, File

“Os exercícios principalmente incluirão treinamentos militares e de escolta no mar, bem como os para garantir a segurança do transporte naval”, explicou o porta-voz.

O objetivo das manobras é aprofundar a cooperação bilateral e reforçar a capacidade de combate dos dois países, a fim de repelir ameaças à segurança marítima.

Neste contexto, Yansheng sublinhou que os exercícios não estão dirigidos contra outros países e não estão relacionados com a situação na região.


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