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Por que negociações entre Washington e Pyongyang estão condenadas ao fracasso?

Em vez de proferir mais ameaças, a administração Trump deve mostrar que é um parceiro de negociação confiável, escreve o The National Interest, acrescentando que é importante enviar sinais claros agora.
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O presidente norte-americano Donald Trump continua tratando a sua administração como uma brigada de salvamento para a diplomacia internacional, mas os norte-coreanos não são estúpidos e não confiam em promessas, afirma o autor do The National Interest Doug Bandow no seu recente artigo.


"O desmantelamento nuclear da Líbia, em muito forçado pelos EUA no passado, se revelou um modo de agressão por meio da qual os norte-americanos convenceram os líbios com tais palavras doces como 'garantia de segurança' e 'melhoramento das relações' para desarmar o país e depois destruí-lo pela força", conforme notou o Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Norte, acrescentando que os norte-coreanos percebem as intenções dos EUA.

O autor, lembrando o caso da Líbia, …

Rússia e China farão exercícios navais no mar Mediterrâneo

O porta-voz do Ministério de Defesa chinês, Geng Yansheng, afirmou à agência RIA Novosti que pela primeira vez Rússia e China farão exercícios navais conjuntos no mar Mediterrâneo. As manobras acontecerão em meados de maio.


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“De acordo com os planos da Federação da Rússia e da República Popular da China, as marinhas dos dois países realizarão exercícios militares conjuntos batizados de Sea Cooperation-2015”, disse Yansheng. Ele destacou que o treinamento envolverá nove navios de cada lado.


In this April 26, 2012 file photo released by China's Xinhua News Agency, Chinese navy's missile destroyer DDG-112 Harbin fires a shell during the China-Russia joint naval exercise in the Yellow Sea
© AP Photo/ Xinhua, Wu Dengfeng, File

“Os exercícios principalmente incluirão treinamentos militares e de escolta no mar, bem como os para garantir a segurança do transporte naval”, explicou o porta-voz.

O objetivo das manobras é aprofundar a cooperação bilateral e reforçar a capacidade de combate dos dois países, a fim de repelir ameaças à segurança marítima.

Neste contexto, Yansheng sublinhou que os exercícios não estão dirigidos contra outros países e não estão relacionados com a situação na região.


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