Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Rússia e Egito perto de fechar maior encomenda de caças MiG-29 desde a URSS

A Rússia concordou em entregar 46 caças MiG-29 para o Egito e deve assinar em breve um acordo no valor de aproximadamente US$ 2 bilhões, o que pode representar a maior encomenda do país desde o fim da União Soviética, segundo relata o diário de negócios Vedomosti, citando uma fonte próxima à indústria da aviação.


Sputnik

A Rússia concordou em fechar um contrato com o Egito para entregar 46 caças de superioridade aérea Mikoyan MiG-29 ("Fulcrum", na denominação da OTAN). Segundo a fonte do jornal, conversações entre as duas partes sobre o fornecimento dos aviões têm sido realizadas há bastante tempo.


Os caças MiG-29 do grupo de pilotagem Strizhi no céu do aeroporto militar de Kubinka.
© Sputnik/ Vladimir Astapkovich

Em fevereiro, Sergei Korotkov, diretor executivo da Corporação de Aeronaves Russas MiG, disse que sua companhia estava pronta para fornecer jatos MiG-35 para o Egito. O modelo, sucessor do MiG-29M/M2 e do MiG-29K/KUB, é o caça de última geração da Rússia.

De acordo com o Balanço Militar, avaliação anual feita pelo Instituto Internacional para Estudos Estratégicos a respeito das capacidades militares e economias de defesa de 171 países, o Egito conta atualmente com os caças norte-americanos F-16, os jatos franceses Mirage 2000 e os russos MiG-21, bem como com os chineses J-7, que são versões do MiG-21 produzidos sob licença pela China.

Desde que a Irmandade Muçulmana foi retirada do poder no Egito em 2013, os EUA suspenderam sua ajuda militar ao país. A partir de então, Cairo tem procurado novos parceiros para adquirir equipamentos militares.

Agora, é provável que os MiG-29 da Rússia substituam em breve a frota envelhecida dos MiG-21 e dos chineses J-7. O contrato seria a maior encomenda das aeronaves MiG-29 desde a queda da União Soviética.

Em fevereiro de 2014, o presidente russo Vladimir Putin se reuniu com a liderança egípcia. Após o encontro, diversos meios de comunicação informaram que a Rússia e o Egito haviam rubricado um contrato importante que pressupunha a entrega de produtos russos de alta tecnologia militar, incluindo caças MiG-29. Recentemente, os dois países têm reforçado a sua cooperação técnico-militar. Em março, a Rússia começou a enviar sistemas de defesa S-300VM "Antey-2500" para o Egito, no quadro de uma encomenda do Cairo em 2014.


Postar um comentário