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China tira mais um 'trunfo' aos EUA criando catapultas eletromagnéticas para porta-aviões

A China desenvolveu sua própria catapulta eletromagnética para os porta-aviões, sendo que anteriormente os EUA eram o único país que usava esse tipo de equipamento. Fazendo isso, o país asiático tem como objetivo melhorar a capacidade de combate dos seus grupos aeronavais.
Sputnik

Engenheiros chineses testaram o protótipo da catapulta eletromagnética de fabricação nacional com aviões de combate J-15, afirmou o contra-almirante chinês Yin Zhuo à edição China Daily. O alto responsável militar especificou que os aviões efetuaram "milhares de decolagens" usando a catapulta.


As catapultas dos porta-aviões são utilizadas para dar um impulso extra à aeronave (o que não é necessário se a aeronave decola do chão), devido à pequena pista de aterrissagem dos porta-aviões. Anteriormente, esse impulso era produzido por vapor.

O dispositivo eletromagnético usa um cabo de aço que liga o avião à catapulta e o faz decolar. De acordo com a mídia, o uso da catapulta foi conseguido devido ao sucess…

Rússia participará de exercícios navais no mar do Sul da China

O ministro adjunto da Defesa russo, Anatoly Antonov, anunciou neste sábado (30), em uma cúpula do setor em Cingapura, que a Rússia participará de exercícios navais no mar do Sul da China em 2016, juntamente com os seus parceiros na região Ásia-Pacífico.


Sputnik

Antonov afirmou que a Rússia está cada vez mais preocupada com a sua segurança, citando a implantação de escudos antimísseis norte-americanos, o terrorismo e as “revoluções coloridas”. A defesa russa também realizará no próximo ano seu primeiro exercício com Brunei. Ele ressaltou que as políticas dos EUA na região são cada vez mais dirigida contra seu país a China e que a presença de destróieres norte-americanos constituem uma ameaça para a estabilidade na região.


Navio de guerra cruzador Moskva
Moskva © Sputnik/ Vasily Batanov

“Apesar de nossas preocupações sobre a arquitetura de defesa antimísseis global dos EUA, eles continuam uma política de perturbar a estabilidade estratégica, acrescentando um segmento regional de um escudo antimíssil na região Ásia-Pacífico”, disse Antonov.

Segundo o ministro adjunto, o Vietnã é um exemplo recente de pressão norte-americana ao forçar o país a proibir a manutenção de aviões russos de longo alcance em aeroportos vietnamitas. “O objetivo é reduzir a possibilidade de utilização de aeródromos e portos estrangeiros pela Marinha e da Força Aérea da Rússia.”

Ele também falou sobre o terrorismo, que está se transformando em uma força ameaçadora em vários países ao redor do mundo, incluindo a região Ásia-Pacífico, ao lado de pirataria, a cibercriminalidade e tráfico de drogas. “É preocupante que os terroristas em vários países estão se transformando em uma força real e aspiram a chegar ao poder em alguns estados.”

Antonov acrescentou que o movimento Talibã continua a ser um problema que a coligação internacional no Afeganistão não conseguiu derrotar. “De acordo com alguns dados, existem cerca de 50.000 combatentes naquele país, onde, em seu território, bem como na fronteira, há uma rede de campos de treinamento de terroristas, inclusive para homens-bomba.”

O ministro adjunto russo também mostrou no fórum uma grande preocupação com o que chamou de revoluções coloridas, que, segunda ele, poderia vir para a região Ásia-Pacífico, a qualquer momento, sob o pretexto de introduzir valores “democráticos”. “Uma epidemia de ‘revoluções coloridas’ varreu o Oriente Médio e, como um furacão, eliminou vários estados na região. Esta doença atravessou vários países europeus, onde os eventos são controlados livremente a partir do exterior.”

Em sua fala, ele falou do exemplo da Ucrânia como um caso em que os resultados de uma tal “revolução colorida” têm impactado os interesses da Rússia, visto que milhões de russos vivem em território ucraniano. “Como resultado do golpe inconstitucional, o país está mergulhado em uma guerra civil e os partidários do ‘partido da guerra’ continuam empurrando o Estado para aventuras militares. Ao mesmo tempo, há uma verdadeira catástrofe humanitária. Mais de 6 mil pessoas já morreram.”

Também na cúpula, a Rússia manifestou interesse em desenvolver uma cooperação mais estreita com Israel, bem como o acordar a proibição de exercícios militares perto de suas fronteiras com a Coreia do Norte e o Japão.


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