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Brasil comemora 20 anos do fim do conflito entre Peru e Equador

O Brasil irá comemorar nesta terça-feira os 20 anos do fim dos conflitos na fronteira entre Peru e Equador, que se prolongaram por quase 170 anos e que causaram várias guerras, tensões e enfrentamentos entre ambos os países.
EFE

Brasília - O Acordo Global e Definitivo de Paz entre Equador e Peru foi assinado em 26 de outubro de 1998 em Brasília, que voltará a ser palco de um encontro entre representantes dessas duas nações, mas agora para reafirmar "o valor e a eficácia da diplomacia e da solução pacífica de controvérsias", diz o comunicado do Ministério das Relações Exteriores.

A cerimônia contará com a participação do equatoriano José Ayala Lasso e do peruano Fernando de Trazegnies Granda, que eram os chanceleres de seus países na ocasião da assinatura e tiveram participação ativa nas negociações, e será presidido pelo ministro das Relações Exteriores Aloysio Nunes.

Segundo a nota oficial, a comemoração "também evidencia, uma vez mais, a capacidade regional de responder e…

Rússia participará de exercícios navais no mar do Sul da China

O ministro adjunto da Defesa russo, Anatoly Antonov, anunciou neste sábado (30), em uma cúpula do setor em Cingapura, que a Rússia participará de exercícios navais no mar do Sul da China em 2016, juntamente com os seus parceiros na região Ásia-Pacífico.


Sputnik

Antonov afirmou que a Rússia está cada vez mais preocupada com a sua segurança, citando a implantação de escudos antimísseis norte-americanos, o terrorismo e as “revoluções coloridas”. A defesa russa também realizará no próximo ano seu primeiro exercício com Brunei. Ele ressaltou que as políticas dos EUA na região são cada vez mais dirigida contra seu país a China e que a presença de destróieres norte-americanos constituem uma ameaça para a estabilidade na região.


Navio de guerra cruzador Moskva
Moskva © Sputnik/ Vasily Batanov

“Apesar de nossas preocupações sobre a arquitetura de defesa antimísseis global dos EUA, eles continuam uma política de perturbar a estabilidade estratégica, acrescentando um segmento regional de um escudo antimíssil na região Ásia-Pacífico”, disse Antonov.

Segundo o ministro adjunto, o Vietnã é um exemplo recente de pressão norte-americana ao forçar o país a proibir a manutenção de aviões russos de longo alcance em aeroportos vietnamitas. “O objetivo é reduzir a possibilidade de utilização de aeródromos e portos estrangeiros pela Marinha e da Força Aérea da Rússia.”

Ele também falou sobre o terrorismo, que está se transformando em uma força ameaçadora em vários países ao redor do mundo, incluindo a região Ásia-Pacífico, ao lado de pirataria, a cibercriminalidade e tráfico de drogas. “É preocupante que os terroristas em vários países estão se transformando em uma força real e aspiram a chegar ao poder em alguns estados.”

Antonov acrescentou que o movimento Talibã continua a ser um problema que a coligação internacional no Afeganistão não conseguiu derrotar. “De acordo com alguns dados, existem cerca de 50.000 combatentes naquele país, onde, em seu território, bem como na fronteira, há uma rede de campos de treinamento de terroristas, inclusive para homens-bomba.”

O ministro adjunto russo também mostrou no fórum uma grande preocupação com o que chamou de revoluções coloridas, que, segunda ele, poderia vir para a região Ásia-Pacífico, a qualquer momento, sob o pretexto de introduzir valores “democráticos”. “Uma epidemia de ‘revoluções coloridas’ varreu o Oriente Médio e, como um furacão, eliminou vários estados na região. Esta doença atravessou vários países europeus, onde os eventos são controlados livremente a partir do exterior.”

Em sua fala, ele falou do exemplo da Ucrânia como um caso em que os resultados de uma tal “revolução colorida” têm impactado os interesses da Rússia, visto que milhões de russos vivem em território ucraniano. “Como resultado do golpe inconstitucional, o país está mergulhado em uma guerra civil e os partidários do ‘partido da guerra’ continuam empurrando o Estado para aventuras militares. Ao mesmo tempo, há uma verdadeira catástrofe humanitária. Mais de 6 mil pessoas já morreram.”

Também na cúpula, a Rússia manifestou interesse em desenvolver uma cooperação mais estreita com Israel, bem como o acordar a proibição de exercícios militares perto de suas fronteiras com a Coreia do Norte e o Japão.


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