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O Brasil tem poder de fogo para proteger a riqueza da Amazônia Azul? (VÍDEO)

Devido à enorme riqueza natural, a porção de mar sob jurisdição brasileira é também conhecida como Amazônia Azul. A área é um dos mais importantes patrimônios naturais brasileiros e é uma preocupação para o setor de Defesa. Para comentar o assunto, a Sputnik Brasil ouviu Ricardo Cabral, pesquisador da Escola de Guerra Naval da Marinha do Brasil.
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O pesquisador falou sobre a importância comercial e estratégica, o potencial energético, científico e as obrigações internacionais do Brasil com as áreas da Amazônia Azule seu entorno. Ele também descreveu o atual estado da esquadra da Marinha brasileira, que carece de investimentos e pleiteia junto ao novo governo federal uma fatia maior do orçamento público, limitado pela Emenda Constitucional nº 95.


Foi a própria Marinha brasileira que cunhou o termo "Amazônia Azul", em referência ao tamanho da biodiversidade e dos bens naturais encontradas em sua área. No entanto, a área marítima é ainda maior do que porção brasileira da flo…

Vice-premiê russo nega que Moscou tenha desistido dos Mistral

O vice-primeiro-ministro da Rússia Dmitry Rogozin criticou duramente nesta quarta-feira o vice-presidente do Complexo Industrial Militar russo Oleg Bochkaryov por suas declarações de que a Rússia teria alegadamente desistido da compra dos dois navios Mistral encomendados à França, informa o jornal Kommersant nesta quarta-feira (27).


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O vice-presidente do Complexo Industrial Militar russo, Oleg Bochkaryov, afirmou nesta terça-feira (26) que Moscou desistiu de ficar com os porta-helicópteros franceses da classe Mistral e que os representantes franceses irão visitar Moscou em breve. Rússia e França agora estão discutindo somente o valor que Paris deve reembolsar o governo russo pelo não cumprimento do contrato.

Marinheiros russos em frente do navio de tipo Mistral em Saint-Nazaire, em França
© REUTERS/ Stephane Mahe

Porém, o vice-premiê russo negou estas declarações, frisando que “a Rússia nunca desistiu oficialmente dos navios, a visita dos representantes franceses não está prevista por Moscou e o senhor Bochkaryov nunca participou das negociações sobre os navios Mistral”.

Além disso, Rogozin anunciou planos de estabelecer regras de comunicação entre os seus subordinados e a imprensa.

A situação foi também comentada pelo porta-voz do presidente russo Dmitry Peskov:

“Quanto aos navios Mistral, não tenho nada a acrescentar ao que já disse”.

Anteriormente Peskov tinha declarado que, no caso dos Mistral, Moscou segue o princípio “mercadoria ou dinheiro” que foi ajustado durante o encontro do presidente russo Vladimir Putin com o seu homólogo francês François Hollande em Yerevan em 27 de abril.

"Nós queremos ou dinheiro ou os navios. Pelo menos os dois lados têm uma posição semelhante sobre isso", comentou.

Moscou e Paris assinaram um acordo de US$ 1,3 bilhões para dois porta-helicópteros da classe Mistral em 2011. A entrega do primeiro navio à Rússia estava prevista para novembro de 2014, mas nunca aconteceu. O presidente francês, François Hollande, colocou a entrega em espera devido a alegada interferência russa na crise ucraniana. O Kremlin negou veementemente as acusações e exortou Paris a cumprir as suas obrigações contratuais.

O primeiro navio de desembarque, Vladivostok, devia ter sido entregue pela França em 14 novembro de 2014. Já o segundo navio deveria ser entregue até o final de 2015.


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