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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

Yatsenyuk: "Encerraremos o genocídio quando Putin se retirar"

Confrontado por um repórter quanto à sangrenta campanha de Kiev no leste da Ucrânia, o primeiro-ministro do país, Arseny Yatsenyuk, reconheceu indiretamente a responsabilidade de seu governo quando se recusou a responder a pergunta e culpou a Rússia, relata o portal de notícias francês AgoraVox.


Sputnik

Ao falar com a imprensa após encontrar-se com oficiais do país nesta semana, Yatsenyuk foi questionado diretamente pelo repórter Frederic Saillot, do Eurasie Express: "Senhor Yatsenyuk, quando vocês vão dar fim ao genocídio em Donbass?"


O primeiro-ministro da Ucrânia Arseny Yatsenyuk chega para a reunião do Conselho de Segurança em Kiev 4 de novembro de 2014

Yatsenyuk não negou que a política de Kiev era genocida. Em vez disso, respondeu que o genocídio iria parar "quando Putin recuar e implementar os Acordos de Minsk e parar de violar a lei internacional. E quando justiça for feita com a Rússia."

Retrucado pelo jornalista, que apontou a morte de seis a dez mil pessoas no conflito e perguntou "Vocês vão continuar?", Yatsenyuk culpou o presidente russo, Vladimir Putin, observando que "isto é horrível. O Presidente Putin, por causa de sua política nacionalista de extrema direita, matou ucranianos inocentes, anexou ilegalmente a Crimeia e invadiu Donetsk e Lugansk."

O repórter insistiu e rebateu: "Vocês mataram ucranianos inocentes!" O primeiro-ministro, então, deu as costas e passou a responder perguntas de outros jornalistas.



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