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Qual será resposta síria a novos mísseis 'inteligentes' dos EUA?

A cada declaração do presidente dos EUA, Donald Trump, sobre seus "mísseis inteligentes", os sistemas de defesa antiaérea sírios terão sua própria resposta de mísseis, o que foi demonstrado pelo país em 14 de abril, assegurou à Sputnik o membro do Conselho Público junto ao Ministério da Defesa da Rússia, Igor Korotchenko.
Sputnik

Mais cedo, Sergei Rudskoy, chefe da Direção-Geral Operacional do Estado-Maior das Forças Armadas russas, disse aos jornalistas que os especialistas russos tinham detectado evidências de 22 mísseis terem atingido alvos, de um total de 105 anunciados pelos EUA, na sequência do ataque aéreo dos EUA e seus aliados.


"Os mísseis podem ser 'inteligentes', mas os sistemas da defesa antiaérea podem ser eficientes, por isso, para cada míssil 'astuto' haverá um míssil guiado, o que foi demonstrado pelo ótimo treinamento profissional dos soldados sírios. Nas declarações de Trump há muita publicidade, e para cada tweet de Trump sobre seus '…

A Esquadra cansada: problema com o ‘Marajó’ deixa TROPICALEX sem navio tanque

Não durou mais do que três dias a viagem da força-tarefa que zarpou do Rio de Janeiro no domingo passado (07.06) para realizar a Operação TROPICALEX 2015.



Roberto Lopes
Editor de Opinião da Revista Forças de Defesa

De acordo com informações apuradas pelo Poder Naval junto a uma fonte da Esquadra, o navio-tanque Marajó (G20) e a fragata Greenhalgh (F46) precisaram deixar a formação por causa de problemas técnicos. Sem a companhia do navio tanque, a fragata Rademaker (F49) viu-se forçada a entrar no porto de Vitória, para receber óleo combustível.


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O imprevisto com o Marajó deixa a frota brasileira, momentaneamente, sem a capacidade de operar em águas azuis de forma autônoma, já que o petroleiro de esquadra Almirante Gastão Motta (G23) se encontra em reparos no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro (AMRJ).

A recuperação do Gastão Motta – navio de 7.075 toneladas (10.320 carregado) – acontece em ritmo lento, porque o AMRJ perdeu parte da capacidade de mão-de-obra que possuía no passado. A Marinha depende de empresas terceirizadas para concluir certos consertos – e ainda precisa licitar e pagar preços altos para obter os serviços.

Degradação 


Em outubro deste ano, o Marajó, de 6.600 toneladas (15.111 carregado), completará seu 47º aniversário de incorporação à Esquadra brasileira.

De acordo com o site NGB (Navios de Guerra Brasileiros), em 1985 e em 1991 ele sofreu modificações técnicas para poder transportar óleo combustível Diesel (MAR-C).

Ano passado, além das operações TROPICALEX e COPA 2014, ele participou da ATLASUR, na área marítima compreendida entre os estados de Santa Catarina e Rio de Janeiro, operando com navios da Argentina, do Uruguai e da África do Sul.

A degradação da capacidade operacional da Esquadra nos últimos 12 meses é visível.

No ano passado, a TROPICALEX, realizada entre os dias 19 e 29 de maio, mobilizou as fragatas União (F45), Niterói (F40), Rademaker (F49) e Greenhalgh (F46), além do navio-tanque Marajó (G27), de dois helicópteros UH12/13, um IH-6B; e dois caças AF-1.

A TROPICALEX exercita as tripulações da Marinha em manobras táticas, manobras de navegação com baixa visibilidade e em canal varrido, trânsito com oposição de submarino, transferência de carga leve, transferência de óleo no mar sob ameaça aérea, e tiro sobre alvo à deriva, alvo rebocado e drone. Também são praticados exercícios de desatracação sob ameaça assimétrica, e atividades de patrulha naval em bacia petrolífera.



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