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O Brasil tem poder de fogo para proteger a riqueza da Amazônia Azul? (VÍDEO)

Devido à enorme riqueza natural, a porção de mar sob jurisdição brasileira é também conhecida como Amazônia Azul. A área é um dos mais importantes patrimônios naturais brasileiros e é uma preocupação para o setor de Defesa. Para comentar o assunto, a Sputnik Brasil ouviu Ricardo Cabral, pesquisador da Escola de Guerra Naval da Marinha do Brasil.
Sputnik

O pesquisador falou sobre a importância comercial e estratégica, o potencial energético, científico e as obrigações internacionais do Brasil com as áreas da Amazônia Azule seu entorno. Ele também descreveu o atual estado da esquadra da Marinha brasileira, que carece de investimentos e pleiteia junto ao novo governo federal uma fatia maior do orçamento público, limitado pela Emenda Constitucional nº 95.


Foi a própria Marinha brasileira que cunhou o termo "Amazônia Azul", em referência ao tamanho da biodiversidade e dos bens naturais encontradas em sua área. No entanto, a área marítima é ainda maior do que porção brasileira da flo…

As 4 novas super-fragatas MKS 180 alemãs custarão o mesmo que 14 fragatas leves coreanas

Poder Naval

Três virgula nove bilhões de Euros, ou 4,38 bilhões de dólares (ou 13,5 bilhões de Reais…).

Esse é custo previsto das quatro novas super-fragatas alemãs do tipo MKS 180, cada uma de deslocamento no patamar das 8.000 toneladas.


Meko A400

Nesta terça-feira (09.06), a Ministra da Defesa alemã, Ursula von der Leyen, estimou para os jornalistas que os novos vasos de guerra começarão a ser incorporados à sua Marinha no ano de 2023.

Mas pouco se sabe além disso.

O fato é que, com a verba exigida pela nova classe de embarcações, seria possível contratar à STX Offshore & Shipbuilding, da Coreia do Sul, a construção de nada menos do que 14 fragatas leves tipo Incheon, de 3.250 toneladas.

O programa das super-fragatas alemãs tem o nome técnico de “Projeto do Navio de Combate Multipropósito”. E o grupo industrial que for aquinhoado com a tarefa de produzir as quatro unidades pode receber, na próxima década, a encomenda de mais duas.

A MKS 180 será uma embarcação modular, com uma tripulação básica de 100 oficiais e subalternos que poderá ser acrescida de outros 70 militares, dependendo da tarefa que for atribuída ao navio.

O conceito da modularidade não é exatamente novo na indústria naval do Primeiro Mundo, mas é a primeira vez que um navio militar de grande porte será montado e eventualmente refeito pela extração ou adição de componentes estruturais, que permitirão ao barco variar de uma função tática para outra.


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