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Putin passa para Trump a responsabilidade de resolver conflito na Síria

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, passou a bola para que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, seja o responsável por resolver o conflito na Síria.
EFE

Helsinque - Em entrevista coletiva conjunta realizada nesta segunda-feira, em Helsinque, após a primeira cúpula entre os dois líderes, Putin também deu para Trump uma bola oficial da Copa do Mundo.

"No que se refere ao fato de a bola da Síria estar no nosso telhado, senhor presidente, o senhor acaba de dizer que organizamos com sucesso o Mundial de Futebol. Portanto, quero agora entregar esta bola. Agora, a bola está do seu lado", disse Putin.

O presidente russo fazia uma referência a uma frase do secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, que havia afirmado que a bola para resolver o conflito na Síria estava no telhado do Kremlin.

Trump agradeceu pelo presente e disse estar confiante de que EUA, México e Canadá organizarão em 2026 uma Copa do Mundo tão bem-sucedida como a da Rússia.

Na sequência, o presidente americ…

Chanceler britânico: não existe ameaça de ataque russo à Ucrânia

O ministro das Relações Exteriores da Grã Bretanha Philip Hammond classificou como prematuras as declarações sobre uma "invasão de larga escala" da Ucrânia pela Rússia em um futuro próximo, sobre a qual o presidente ucraniano Pyotr Poroshenko falou há dias.


Sputnik

O governo britânico opina que a suposta invasão russa da Ucrânia não acontecerá. A declaração respetiva foi feita por Hammond em entrevista ao canal de TV britânico BBC.


Philip Hammond
 Philip Hammond © AFP 2015/ RADIM BEZNOSKA

"Houve alguns sinais de alerta de aumento dos níveis de atividade por parte das forças russas e por parte dos separatistas pró-russos. A nossa opinião é seguinte: não há provas claras de que as previsões sobre um suposto ataque por parte da Rússia ou separatistas pró-russos se concretizarão."

Segundo o chanceler britânico, a União Europeia pretende continuar a política de sanções como uma lembrança de que os Acordos de Minsk devem ser respeitados.

Philip Hammond está preocupado com o fato de a Rússia estar desenvolvendo uma "doutrina de guerra assimétrica", usando determinadas táticas no leste da Ucrânia e "colocando um número muito grande de mísseis em Kaliningrado" — próximo à Polônia.

Ao mesmo tempo ele disse que os EUA e a União Europeia devem agir com muita cautela nas suas tentativas de responder à Rússia, inclusive na questão de mísseis baseados em terra. Por um lado, a OTAN deve demonstrar a capacidade de proteger a "linha vermelha", e por outro — evitar provocações desnecessárias contra Moscou.

É curioso que a OTAN se sinta ameaçada pela Rússia, porque, segundo declarou este sábado (6 de maio) o presidente russo, Vladimir Putin, as despesas militares somadas dos países-membros da OTAN são 10 vezes superiores aos gastos militares da Rússia.


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