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Brasil comemora 20 anos do fim do conflito entre Peru e Equador

O Brasil irá comemorar nesta terça-feira os 20 anos do fim dos conflitos na fronteira entre Peru e Equador, que se prolongaram por quase 170 anos e que causaram várias guerras, tensões e enfrentamentos entre ambos os países.
EFE

Brasília - O Acordo Global e Definitivo de Paz entre Equador e Peru foi assinado em 26 de outubro de 1998 em Brasília, que voltará a ser palco de um encontro entre representantes dessas duas nações, mas agora para reafirmar "o valor e a eficácia da diplomacia e da solução pacífica de controvérsias", diz o comunicado do Ministério das Relações Exteriores.

A cerimônia contará com a participação do equatoriano José Ayala Lasso e do peruano Fernando de Trazegnies Granda, que eram os chanceleres de seus países na ocasião da assinatura e tiveram participação ativa nas negociações, e será presidido pelo ministro das Relações Exteriores Aloysio Nunes.

Segundo a nota oficial, a comemoração "também evidencia, uma vez mais, a capacidade regional de responder e…

Chanceler britânico: não existe ameaça de ataque russo à Ucrânia

O ministro das Relações Exteriores da Grã Bretanha Philip Hammond classificou como prematuras as declarações sobre uma "invasão de larga escala" da Ucrânia pela Rússia em um futuro próximo, sobre a qual o presidente ucraniano Pyotr Poroshenko falou há dias.


Sputnik

O governo britânico opina que a suposta invasão russa da Ucrânia não acontecerá. A declaração respetiva foi feita por Hammond em entrevista ao canal de TV britânico BBC.


Philip Hammond
 Philip Hammond © AFP 2015/ RADIM BEZNOSKA

"Houve alguns sinais de alerta de aumento dos níveis de atividade por parte das forças russas e por parte dos separatistas pró-russos. A nossa opinião é seguinte: não há provas claras de que as previsões sobre um suposto ataque por parte da Rússia ou separatistas pró-russos se concretizarão."

Segundo o chanceler britânico, a União Europeia pretende continuar a política de sanções como uma lembrança de que os Acordos de Minsk devem ser respeitados.

Philip Hammond está preocupado com o fato de a Rússia estar desenvolvendo uma "doutrina de guerra assimétrica", usando determinadas táticas no leste da Ucrânia e "colocando um número muito grande de mísseis em Kaliningrado" — próximo à Polônia.

Ao mesmo tempo ele disse que os EUA e a União Europeia devem agir com muita cautela nas suas tentativas de responder à Rússia, inclusive na questão de mísseis baseados em terra. Por um lado, a OTAN deve demonstrar a capacidade de proteger a "linha vermelha", e por outro — evitar provocações desnecessárias contra Moscou.

É curioso que a OTAN se sinta ameaçada pela Rússia, porque, segundo declarou este sábado (6 de maio) o presidente russo, Vladimir Putin, as despesas militares somadas dos países-membros da OTAN são 10 vezes superiores aos gastos militares da Rússia.


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