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China tira mais um 'trunfo' aos EUA criando catapultas eletromagnéticas para porta-aviões

A China desenvolveu sua própria catapulta eletromagnética para os porta-aviões, sendo que anteriormente os EUA eram o único país que usava esse tipo de equipamento. Fazendo isso, o país asiático tem como objetivo melhorar a capacidade de combate dos seus grupos aeronavais.
Sputnik

Engenheiros chineses testaram o protótipo da catapulta eletromagnética de fabricação nacional com aviões de combate J-15, afirmou o contra-almirante chinês Yin Zhuo à edição China Daily. O alto responsável militar especificou que os aviões efetuaram "milhares de decolagens" usando a catapulta.


As catapultas dos porta-aviões são utilizadas para dar um impulso extra à aeronave (o que não é necessário se a aeronave decola do chão), devido à pequena pista de aterrissagem dos porta-aviões. Anteriormente, esse impulso era produzido por vapor.

O dispositivo eletromagnético usa um cabo de aço que liga o avião à catapulta e o faz decolar. De acordo com a mídia, o uso da catapulta foi conseguido devido ao sucess…

EUA negociam implantação de Black Ops no Curdistão iraquiano

Representantes dos EUA estão mantendo conversações com a liderança do Curdistão iraquiano para implantar unidades adicionais das forças especiais norte-americanas no território da autonomia, segundo noticiou a agência de notícias iraniana Fars nesta terça-feira (16).


Sputnik

Segundo a publicação, o chefe do Comando Central dos EUA, general Lloyd J. Austin, reuniu-se com o presidente da região do Curdistão iraquiano, Massoud Barzani, na cidade de Erbil (capital da autonomia), para discutir a possibilidade de estabelecer unidades de elite de operações especiais e equipes de operações secretas – as chamadas Black Ops – na região.


Instrutor britânico em treinamento com combatentes curdos iraquianos nos arredores de Arbil em novembro de 2014
© AFP 2015/ SAFIN HAMED

Teoricamente, as Black Ops são operações clandestinas realizadas no limiar da legalidade segundo as leis internacionais – como no caso de missões de resgate, por exemplo –, mas, geralmente, trata-se de operações explicitamente ilegais patrocinadas por um governo em outros países, não raro envolvendo sequestros ou assassinatos.

Em janeiro deste ano, o historiador e jornalista investigativo Nick Turse publicou em seu blog que só no ano fiscal de 2015 (iniciado no primeiro dia de outubro do ano passado), as tropas de elite dos EUA já haviam executado operações secretas em 105 países. Durante o ano fiscal de 2014, o número foi de 133 ou, aproximadamente, 70% das nações do planeta.

O Curdistão iraquiano está servindo atualmente como uma estação regional para equipes de operações especiais britânicas, israelenses e norte-americanas, além de abrigar grandes depósitos para equipamentos militares franceses. As frentes armadas curdas, conhecidas como peshmerga, têm sido cruciais na resistência local contra o grupo terrorista Estado Islâmico.


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