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Vários mortos no confronto entres as forças de Maduro e rebeldes armados

Desfecho sangrento aconteceu durante a operação de captura de Óscar Pérez, que está entre os mortos.O piloto sobrevoou prédios do governo com um helicóptero roubado da polícia em junho do ano passado
Maolis Castro e Florantonia Singer | El País

Vários integrantes do grupo liderado pelo ex-policial Óscar Pérez morreram em um confronto com um coletivo – civis armados chavistas – e um comando da Força de Ações Especiais da Polícia Nacional, em que também morreram dois agentes e um militante chavista. Outros cinco membros do grupo foram presos em uma casa na região de El Junquito, no oeste de Caracas. 

O Governo venezuelano confirmou no início desta tarde que o próprio Pérez está entre os mortos. Seu nome se tornou conhecido em junho, quando roubou um helicóptero da polícia e sobrevoou a sede do Supremo Tribunal de Justiça e do Ministério do Interior. Nunca, em 18 anos de chavismo, ocorreu algo parecido na Venezuela.


O ex-inspetor do Corpo de Investigações Científicas, Penais e Criminalística…

EUA negociam implantação de Black Ops no Curdistão iraquiano

Representantes dos EUA estão mantendo conversações com a liderança do Curdistão iraquiano para implantar unidades adicionais das forças especiais norte-americanas no território da autonomia, segundo noticiou a agência de notícias iraniana Fars nesta terça-feira (16).


Sputnik

Segundo a publicação, o chefe do Comando Central dos EUA, general Lloyd J. Austin, reuniu-se com o presidente da região do Curdistão iraquiano, Massoud Barzani, na cidade de Erbil (capital da autonomia), para discutir a possibilidade de estabelecer unidades de elite de operações especiais e equipes de operações secretas – as chamadas Black Ops – na região.


Instrutor britânico em treinamento com combatentes curdos iraquianos nos arredores de Arbil em novembro de 2014
© AFP 2015/ SAFIN HAMED

Teoricamente, as Black Ops são operações clandestinas realizadas no limiar da legalidade segundo as leis internacionais – como no caso de missões de resgate, por exemplo –, mas, geralmente, trata-se de operações explicitamente ilegais patrocinadas por um governo em outros países, não raro envolvendo sequestros ou assassinatos.

Em janeiro deste ano, o historiador e jornalista investigativo Nick Turse publicou em seu blog que só no ano fiscal de 2015 (iniciado no primeiro dia de outubro do ano passado), as tropas de elite dos EUA já haviam executado operações secretas em 105 países. Durante o ano fiscal de 2014, o número foi de 133 ou, aproximadamente, 70% das nações do planeta.

O Curdistão iraquiano está servindo atualmente como uma estação regional para equipes de operações especiais britânicas, israelenses e norte-americanas, além de abrigar grandes depósitos para equipamentos militares franceses. As frentes armadas curdas, conhecidas como peshmerga, têm sido cruciais na resistência local contra o grupo terrorista Estado Islâmico.


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