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Putin passa para Trump a responsabilidade de resolver conflito na Síria

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, passou a bola para que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, seja o responsável por resolver o conflito na Síria.
EFE

Helsinque - Em entrevista coletiva conjunta realizada nesta segunda-feira, em Helsinque, após a primeira cúpula entre os dois líderes, Putin também deu para Trump uma bola oficial da Copa do Mundo.

"No que se refere ao fato de a bola da Síria estar no nosso telhado, senhor presidente, o senhor acaba de dizer que organizamos com sucesso o Mundial de Futebol. Portanto, quero agora entregar esta bola. Agora, a bola está do seu lado", disse Putin.

O presidente russo fazia uma referência a uma frase do secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, que havia afirmado que a bola para resolver o conflito na Síria estava no telhado do Kremlin.

Trump agradeceu pelo presente e disse estar confiante de que EUA, México e Canadá organizarão em 2026 uma Copa do Mundo tão bem-sucedida como a da Rússia.

Na sequência, o presidente americ…

EUA negociam implantação de Black Ops no Curdistão iraquiano

Representantes dos EUA estão mantendo conversações com a liderança do Curdistão iraquiano para implantar unidades adicionais das forças especiais norte-americanas no território da autonomia, segundo noticiou a agência de notícias iraniana Fars nesta terça-feira (16).


Sputnik

Segundo a publicação, o chefe do Comando Central dos EUA, general Lloyd J. Austin, reuniu-se com o presidente da região do Curdistão iraquiano, Massoud Barzani, na cidade de Erbil (capital da autonomia), para discutir a possibilidade de estabelecer unidades de elite de operações especiais e equipes de operações secretas – as chamadas Black Ops – na região.


Instrutor britânico em treinamento com combatentes curdos iraquianos nos arredores de Arbil em novembro de 2014
© AFP 2015/ SAFIN HAMED

Teoricamente, as Black Ops são operações clandestinas realizadas no limiar da legalidade segundo as leis internacionais – como no caso de missões de resgate, por exemplo –, mas, geralmente, trata-se de operações explicitamente ilegais patrocinadas por um governo em outros países, não raro envolvendo sequestros ou assassinatos.

Em janeiro deste ano, o historiador e jornalista investigativo Nick Turse publicou em seu blog que só no ano fiscal de 2015 (iniciado no primeiro dia de outubro do ano passado), as tropas de elite dos EUA já haviam executado operações secretas em 105 países. Durante o ano fiscal de 2014, o número foi de 133 ou, aproximadamente, 70% das nações do planeta.

O Curdistão iraquiano está servindo atualmente como uma estação regional para equipes de operações especiais britânicas, israelenses e norte-americanas, além de abrigar grandes depósitos para equipamentos militares franceses. As frentes armadas curdas, conhecidas como peshmerga, têm sido cruciais na resistência local contra o grupo terrorista Estado Islâmico.


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