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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

Exército brasileiro leva internet rápida para o interior da Amazônia

Levar internet de alta velocidade para as cidades ribeirinhas do interior da região amazônica, esta é a meta do Projeto Amazônia Conectada do governo federal, numa parceria com a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa e o Exército Brasileiro.


Geórgia Cristhine | Sputnik

Para conseguir entrar na floresta mais densa do mundo e proporcionar o acesso à internet à população que mora às margens dos rios, a estratégia usada pelo Exército foi usar cabos de fibra ótica subfluviais para conectar a região que vai passar a integrar o Programa Nacional de Banda Larga.


Exército utilizará cabos de fibra ótica subfluviais para conectar cidades ribeirinhas do interior da Amazônia
© Amazônia Conectada/ Exército Brasileiro

De acordo com o chefe do Centro Integrado de Telemática do Exército, General Decilio de Medeiro Sales, as peculiaridades da região amazônica forçaram a escolha pelos cabos subfluviais, já que escavações na floresta foram descartadas porque seria preciso entrar em terras indígenas. “Como a população das cidades vive à margem dos rios, a rota de navegação e transporte é o rio. É a solução menos intrusiva.”

Serão construídas ao todo cinco infovias de 7,8 mil km pelos rios Negro, Solimões, Madeira, Purus e Juruá, que vão servir como estradas de passagem dos cabos de fibra ótica.

A ideia, segundo o general Decilio, é fazer com que as 7,5 milhões de pessoas que vivem à margem dos rios passem a ter uma série de serviços de redes de dados com a mesma qualidade dos que já existem na cidade de Manaus. “A ideia é deixar a Amazônia ocidental nas mesmas condições de Manaus, que já possui uma internet de boa qualidade, atendida por 3 tipos de conexões”, explicou o militar, acrescentando que as populações indígenas também serão beneficiadas pela expansão da infraestrutura de comunicações na Amazônia.

Atualmente, o acesso à internet na região é feito via satélite, o que configura um sistema instável e caro. Já a tecnologia de fibra ótica vai permitir conexões de até 100 Gigabit por segundo, capacidade usada para atender também o governo do Amazonas e órgãos como a Receita Federal e o Ibama. “Acho que a população merece essa estrutura, é uma população um pouco esquecida nessa parte. A opção atual é satelital, que é uma solução muito cara e não é universal. Já com esse projeto vamos poder oferecer um serviço mais barato e que atende a toda a população.”

A primeira fase do projeto Amazônia Conectada será inaugurada em abril, com a realização de obras iniciais de infraestrutura. A previsão do Exército é a de que a implantação total do projeto seja concluída até 2017. Os investimentos são da ordem de R$1 bilhão de reais.



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