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ONG: EUA mobiliza terroristas no sul da Síria para atacar Ghouta Oriental

Os militares norte-americanos estão mobilizando combatentes de diversos grupos armados com objetivo de atacar os subúrbios orientais de Damasco, disse à Sputnik o chefe da rede de direitos humanos na Síria, Ahmad Kazem.
Sputnik

"Neste momento os EUA estão juntando os combatentes do Daesh e outros grupos, inclusive os de Idlib, e tenta os transferir para At-Tanf e depois para Ghouta Oriental (subúrbio de Damasco), com objetivo de se contrapor ao exército sírio, que pretende liberar a região dos terroristas", disse Kazem. 


Segundo o defensor dos direitos humanos, os financiadores da Arábia Saudita ordenaram que os terroristas já localizados em Guta Oriental empreendam o máximo dos esforços para resistir às tropas de Damasco.

"Eles continuarão a atacar Damasco de forma caótica com seus morteiros", acrescentou o entrevistado.

Os terroristas, que tomaram o subúrbio oriental de Damasco, continuam a disparar contra os bairros centrais e residenciais da capital síria. Nesta qui…

Exército brasileiro leva internet rápida para o interior da Amazônia

Levar internet de alta velocidade para as cidades ribeirinhas do interior da região amazônica, esta é a meta do Projeto Amazônia Conectada do governo federal, numa parceria com a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa e o Exército Brasileiro.


Geórgia Cristhine | Sputnik

Para conseguir entrar na floresta mais densa do mundo e proporcionar o acesso à internet à população que mora às margens dos rios, a estratégia usada pelo Exército foi usar cabos de fibra ótica subfluviais para conectar a região que vai passar a integrar o Programa Nacional de Banda Larga.


Exército utilizará cabos de fibra ótica subfluviais para conectar cidades ribeirinhas do interior da Amazônia
© Amazônia Conectada/ Exército Brasileiro

De acordo com o chefe do Centro Integrado de Telemática do Exército, General Decilio de Medeiro Sales, as peculiaridades da região amazônica forçaram a escolha pelos cabos subfluviais, já que escavações na floresta foram descartadas porque seria preciso entrar em terras indígenas. “Como a população das cidades vive à margem dos rios, a rota de navegação e transporte é o rio. É a solução menos intrusiva.”

Serão construídas ao todo cinco infovias de 7,8 mil km pelos rios Negro, Solimões, Madeira, Purus e Juruá, que vão servir como estradas de passagem dos cabos de fibra ótica.

A ideia, segundo o general Decilio, é fazer com que as 7,5 milhões de pessoas que vivem à margem dos rios passem a ter uma série de serviços de redes de dados com a mesma qualidade dos que já existem na cidade de Manaus. “A ideia é deixar a Amazônia ocidental nas mesmas condições de Manaus, que já possui uma internet de boa qualidade, atendida por 3 tipos de conexões”, explicou o militar, acrescentando que as populações indígenas também serão beneficiadas pela expansão da infraestrutura de comunicações na Amazônia.

Atualmente, o acesso à internet na região é feito via satélite, o que configura um sistema instável e caro. Já a tecnologia de fibra ótica vai permitir conexões de até 100 Gigabit por segundo, capacidade usada para atender também o governo do Amazonas e órgãos como a Receita Federal e o Ibama. “Acho que a população merece essa estrutura, é uma população um pouco esquecida nessa parte. A opção atual é satelital, que é uma solução muito cara e não é universal. Já com esse projeto vamos poder oferecer um serviço mais barato e que atende a toda a população.”

A primeira fase do projeto Amazônia Conectada será inaugurada em abril, com a realização de obras iniciais de infraestrutura. A previsão do Exército é a de que a implantação total do projeto seja concluída até 2017. Os investimentos são da ordem de R$1 bilhão de reais.



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