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Putin passa para Trump a responsabilidade de resolver conflito na Síria

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, passou a bola para que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, seja o responsável por resolver o conflito na Síria.
EFE

Helsinque - Em entrevista coletiva conjunta realizada nesta segunda-feira, em Helsinque, após a primeira cúpula entre os dois líderes, Putin também deu para Trump uma bola oficial da Copa do Mundo.

"No que se refere ao fato de a bola da Síria estar no nosso telhado, senhor presidente, o senhor acaba de dizer que organizamos com sucesso o Mundial de Futebol. Portanto, quero agora entregar esta bola. Agora, a bola está do seu lado", disse Putin.

O presidente russo fazia uma referência a uma frase do secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, que havia afirmado que a bola para resolver o conflito na Síria estava no telhado do Kremlin.

Trump agradeceu pelo presente e disse estar confiante de que EUA, México e Canadá organizarão em 2026 uma Copa do Mundo tão bem-sucedida como a da Rússia.

Na sequência, o presidente americ…

FAB avalia rever plano de modernização do jato de ataque AMX

Poder Aéreo | Valor Econômico

A Força Aérea Brasileira (FAB) está revisando o programa de modernização dos caças AMX, realizado pela Embraer, e estuda a possibilidade de redução do número de aeronaves a serem modernizadas. O Valor apurou que o estudo contempla a redução de 43 para 30 aeronaves, mas o número está sujeito a alterações. Procurada, a Embraer Defesa e Segurança disse que não comentaria o assunto.




“O projeto AMX está em processo de estudo, tendo em vista os novos cenários operacionais e logísticos, principalmente com a chegada da aeronave Gripen”, disse o presidente da Copac (Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate), brigadeiro do ar Paulo Roberto Chã. À medida que o Gripen for sendo incorporado aos esquadrões da FAB, a partir de 2019, segundo Chã, o AMX vai aos poucos saindo de cena. “A previsão é que a frota de AMX seja desativada até 2030″, disse.

A modernização daria uma sobrevida de mais 20 anos à frota de AMX. O projeto tem R$ 54 milhões no orçamento da FAB para este ano, embora na proposta de Lei Orçamentária estivessem previstos R$ 600 milhões. A Embraer entregou 3 AMX modernizados para a FAB. O cancelamento do programa, segundo o brigadeiro da Copac, não está em questão. “O Gripen ‘alugado’ não é uma realidade. Ainda está em processo de negociação”, afirmou.

Em situação similar ao AMX, encontra-se o programa de modernização do lote de onze caças F-5, que também está sujeito à redução. Um lote de 46 aeronaves já foi modernizado pela Embraer. Para o segundo lote, a FAB conta com uma verba orçamentária de R$ 46 milhões este ano. O programa do F-5 está atrasado cerca de um ano e meio e, segundo o Valor apurou, a FAB estuda reduzir de onze para sete o número de aeronaves modernizadas.

O presidente da Copac voltou a afirmar que o carro chefe dos projetos da FAB em 2015 é desenvolvimento do KC-390 e dos caças Gripen NG, para os quais conta com recursos da ordem de R$ 1,7 bilhão. O projeto F-X2, segundo ele, tem R$ 1 bilhão para este ano. Mas o valor poderá ser escalonado, segundo declarações recentes do ministro da Defesa, Jacques Wagner. O valor do repasse seria reduzido para R$ 200 milhões em 2015.

O brigadeiro da Copac explicou, porém, que a Lei Orçamentária de 2015 aprovou R$ 1 bilhão para o F-X2, sem corte nenhum. “Portanto, estamos autorizados a gastar esse valor em 2015. Não tenho nenhuma informação oficial de que o dinheiro será reduzido. No máximo, o que pode acontecer, é de faturarmos em dezembro uma parcela maior deste valor para pagamento na virada do ano”, disse. A redução do valor do repasse aos suecos, se acontecer de fato, segundo Chã, pode ser uma medida para garantir o equilíbrio fiscal e assegurar o cumprimento da meta de superávit primário.

O caça de ataque ar-superfície AMX, que na FAB é conhecido pela sigla A-1, é a principal ferramenta a ser utilizada pelo Brasil em caso de dissuasão de forças hostis nas fronteiras terrestres, nos limites das águas jurisdicionais brasileiras, além de impedir o uso do espaço aéreo nacional. Com a modernização, a FAB pretende ampliar a capacidade operacional e de sobrevivência da aeronave em ambientes hostis.


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