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No decorrer da operação Ramo de Oliveira será criada zona de segurança na Síria

O primeiro-ministro turco Binali Yildirim anunciou a criação, durante a operação militar turca na província síria de Afrin, de uma faixa de segurança de 30 quilômetros.
Sputnik

O premiê, citado pela emissora Haberturk, adiantou também que a operação seria efetuada em quatro etapas.


"A operação vai decorrer em 4 etapas com o objetivo de criar uma faixa de segurança de 30 quilômetros, que será limpa de terroristas", disse o político, citado pela emissora NTV.

Yildirim adiantou que até agora não há mortos ou feridos entre o contingente turco que realiza a operação.

Mais cedo, o Estado-Maior da Turquia anunciou o início da operação "Ramo de Oliveira" contra os grupos curdos na província síria de Afrin, que começou precisamente às 14h00 locais (12h00 no horário de Brasília). De acordo com a entidade militar, a operação conta com a participação de 72 aviões, enquanto 108 dos 113 alvos planejados já foram eliminados. Há poucos dias, o premiê turco, Binali Yildirim, havia avanç…

França convoca embaixatriz dos EUA após revelações de espionagem

Jane Hartley foi chamada de volta pelo chanceler francês Laurent Fabius.
WikiLeaks revelou que EUA espionaram os últimos 3 presidentes franceses.


France Presse

A embaixatriz dos Estados Unidos na França, Jane Hartley, foi convocada nesta quarta-feira (24) pelo chanceler francês Laurent Fabius, após a revelação de que o governo americano espionou os três últimos presidentes franceses, informaram fontes diplomáticas.



A medida foi adotada após uma reunião do Conselho de Defesa nesta quarta, com a presença do presidente François Hollande e de seus principais ministros nas áreas militar e de inteligência.

"A França não tolerará nenhum ato que questione sua segurança", afirmou presidência ao fim da reunião de emergência.

"Os compromissos assumidos pelas autoridades americanas, que se comprometeram no fim de 2013 a não espionar mais os aliados, devem ser recordados e estritamente respeitados", destaca um comunicado da presidência, que condena "atos inaceitáveis".

O Conselho de Defesa foi convocado na terça-feira à noite por Hollande, depois que a imprensa francesa revelou que o governo dos Estados Unidos espionou as conversas de Hollande e de seus antecessores, Nicolas Sarkozy e Jacques Chirac.

A reunião contou com as presenças de Hollande, do primeiro-ministro Manuel Valls, vários ministros e os comandantes militares e da área de inteligência.

A espionagem americana dos últimos três presidentes da França, revelada pelo jornal Liberation e pelo site de notícias Mediapart com base em informações do WikiLeaks, foi condenada por todos os partidos, ligados ao governo ou de oposição.

A Casa Branca afirmou que não espiona as comunicações de Hollande.


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