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EUA confirmam linha estratégica de 'desmembramento da Síria', diz analista

Os EUA declararam que não querem restaurar as regiões na Síria que estão sob o controle de Damasco. O especialista Vladimir Fitin explica na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik o que busca Washington.
Sputnik

Os EUA não querem ajudar na reconstrução das regiões na Síria que ficam sob o controle do presidente sírio Bashar Assad, declarou um alto funcionário dos EUA após o primeiro dia do encontro dos ministros das Relações Exteriores do G7.


Em janeiro, o Departamento de Estado dos EUA afirmou que Washington não iria ajudar a Rússia, o Irã e Damasco oficial na restauração do país, enquanto a "transformação política" da Síria não se realizasse. Segundo declarou o assistente adjunto do secretário de Estado dos EUA para o Médio Oriente, David Satterfield, a condição da ajuda é a reforma constitucional e eleições sob os auspícios da ONU.

O analista do Instituto dos Estudos Estratégicos da Rússia, Vladimir Fitin, na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik comentou a decla…

França impõe condições para acordo com Irã sobre programa nuclear

O chefe da diplomacia francesa expôs neste sábado três condições para um acordo com o Irã sobre seu programa nuclear: limitação das capacidades iranianas, inspeções internacionais e sanções em caso de violação.


Correio do Brasil, com ABr - de Viena

Em sua chegada a Viena, capital da Áustria, que recebe a última e decisiva rodada de negociações com o Irã, o ministro das Relações Exteriores da França, Laurent Fabius, disse que busca “um acordo robusto, que reconheça ao Irã o direito a um programa nuclear civil, mas que garanta que o Irã renuncie efetiva e definitivamente às armas nucleares”.


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O ministro das Relações Exteriores da França, Laurent Fabius

Para isso, a França identifica três condições “indispensáveis”: uma “limitação duradoura” das capacidades nucleares iranianas; o acesso internacional a todas as instalações iranianas, incluindo as militares; e o retorno automático das sanções internacionais contra o Irã, em caso de violação do acordo. Estas exigências “ainda não foram aceitas por todos” os negociadores, mas constituem “uma base indispensável para um acordo”, na opinião da França, que considera que “respeita a soberania do Irã”.

Irã de um lado, Estados Unidos, Rússia, China, França, Reino Unido e Alemanha do outro, tentam chegar a um acordo neste domingo ou segunda-feira, já que o prazo para um decisão é terça-feira. A alta representante da União Europeia, Federica Mogherini, que coordena o grupo internacional, chegará a Viena neste domingo.

Os principais pontos de discórdia são o regime de inspeções a que o Irã deve se submeter e as modalidades de levantamento das sanções internacionais, que Teerã exige suspensão imediata após o cumprimento do acordo.


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