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O Brasil tem poder de fogo para proteger a riqueza da Amazônia Azul? (VÍDEO)

Devido à enorme riqueza natural, a porção de mar sob jurisdição brasileira é também conhecida como Amazônia Azul. A área é um dos mais importantes patrimônios naturais brasileiros e é uma preocupação para o setor de Defesa. Para comentar o assunto, a Sputnik Brasil ouviu Ricardo Cabral, pesquisador da Escola de Guerra Naval da Marinha do Brasil.
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O pesquisador falou sobre a importância comercial e estratégica, o potencial energético, científico e as obrigações internacionais do Brasil com as áreas da Amazônia Azule seu entorno. Ele também descreveu o atual estado da esquadra da Marinha brasileira, que carece de investimentos e pleiteia junto ao novo governo federal uma fatia maior do orçamento público, limitado pela Emenda Constitucional nº 95.


Foi a própria Marinha brasileira que cunhou o termo "Amazônia Azul", em referência ao tamanho da biodiversidade e dos bens naturais encontradas em sua área. No entanto, a área marítima é ainda maior do que porção brasileira da flo…

Kremlin: Rússia está preocupada com tentativas da OTAN de mudar correlação de forças

A Rússia não pode deixar de ficar preocupada com as ações da OTAN cujo objetivo é mudar a atual correlação estratégica de forças, disse nesta quarta-feira (17) o porta-voz do presidente russo Dmitry Peskov.


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Ao mesmo tempo, Moscou não empreende passos na área militar que possam provocar preocupação de alguém na esfera de segurança. 


Vista do Kremlin de Moscou
© Sputnik/ Evgeniya Novozhenova

“O papel de contenção de armas nucleares não pode ser posto em causa por ninguém. O presidente ontem explicou de maneira bastante detalhada que não é a Rússia que se aproxima das fronteiras de alguém, mas sim a OTAN que se aproxima das fronteiras da Rússia. E tomam-se medidas que visam mudar a correlação estratégica de forças. Naturalmente, isto não pode deixar de provocar a preocupação da Rússia”, disse Peskov aos jornalistas.

Ele acrescentou que “tudo isso obriga a Rússia a tomar medidas para garantir os seus interesses e a sua segurança, assim com a paridade”.

“Conclui-se das palavras do presidente que isto não contém ações que possam ou devam gerar preocupação de alguém”, disse Peskov.

Ontem o presidente russo Vladimir Putin disse que o Kremlin se verá obrigado a orientar suas forças militares, inclusive os mais modernos meios de ataque, contra as regiões que são foco de ameaça porque são as forças da OTAN que se aproximam das fronteiras da Rússia, e não o contrário.

Lembramos que anteriormente neste dia durante a abertura do fórum Army 2015 Putin anunciou o fortalecimento das forças de mísseis estratégicos da Rússia, que receberão este ano mais de 40 mísseis balísticos intercontinentais.

O secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg, disse em resposta que a "retórica nuclear" da Rússia é perigosa e inadmissível.

A OTAN está aumentando a sua presença militar perto das fronteiras russas na sequência da reunificação da Crimeia com a Rússia após o referendo em março de 2014. A Aliança acusou a Rússia de anexação ilegal da península e fornecimento de apoiou militar às milícias de Donbass, que neste momento estão em conflito com as autoridades oficiais da Ucrânia.

Moscou negou repetidamente as acusações da OTAN e manifestou preocupação com a expansão do bloco militar e o aumento da sua presença junto às fronteiras russas.


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