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O Brasil tem poder de fogo para proteger a riqueza da Amazônia Azul? (VÍDEO)

Devido à enorme riqueza natural, a porção de mar sob jurisdição brasileira é também conhecida como Amazônia Azul. A área é um dos mais importantes patrimônios naturais brasileiros e é uma preocupação para o setor de Defesa. Para comentar o assunto, a Sputnik Brasil ouviu Ricardo Cabral, pesquisador da Escola de Guerra Naval da Marinha do Brasil.
Sputnik

O pesquisador falou sobre a importância comercial e estratégica, o potencial energético, científico e as obrigações internacionais do Brasil com as áreas da Amazônia Azule seu entorno. Ele também descreveu o atual estado da esquadra da Marinha brasileira, que carece de investimentos e pleiteia junto ao novo governo federal uma fatia maior do orçamento público, limitado pela Emenda Constitucional nº 95.


Foi a própria Marinha brasileira que cunhou o termo "Amazônia Azul", em referência ao tamanho da biodiversidade e dos bens naturais encontradas em sua área. No entanto, a área marítima é ainda maior do que porção brasileira da flo…

Mercado de usados: financiamento saudita dará ao Exército libanês o ‘Cascavel francês’

Forças Terrestres

O Exército do Líbano receberá um lote de blindados de reconhecimento Renault VBC (Véhicule Blindé de Combat) 90, 6×6, dos estoques da força terrestre francesa.


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Projetado entre o final da década de 1970 e o início dos anos de 1980, o carro, de 5,63 m de comprimento, 13,5 toneladas de peso, e canhão Giat F1 de 90 mm, tem préstimos comparáveis aos do EE-9 Cascavel, fabricado pela extinta Engesa, brasileira, mas é muito menos robusto que ele.

A viatura Renault tem praticamente o mesmo comprimento de chassis que o Cascavel (5,63m contra 5,2m), mas é 15 cm mais baixa e, no geral, pesa somente 56,2% do peso de um Cascavel.

Mas isso não impede que o carro da Engesa seja também consideravelmente mais veloz que o veículo francês.

Enquanto a Renault diz que o motor diesel de seis cilindros colocado na parte traseira do VBC 90 o impulsiona à velocidades de até 92 km/h em estrada, os manuais da Engesa (que já datam de mais de 30 anos!) informam que o Cascavel carro atinge 100 km/h em rodovia e 75 km/h em terrenos não preparados. Mas é difícil acreditar que, hoje, tais velocidades possam ser, efetivamente, obtidas, diante do forte desgaste do Cascavel no Exército brasileiro.

Museu


Em situação de emprego real, o VBC 90 transporta 20 projetis de 90 mm na torre e mais 25 em um encaixe da parte interna do chassis. O sistema de pontaria do canhão é assistido por um designador de alvos laser e um magnificador de visão que multiplica a qualidade da imagem por seis vezes, tanto de dia como de noite.

A viatura é equipada ainda com uma metralhadora coaxial de 7,62 mm à esquerda do comandante, e dois lançadores de granadas de fumaça de cada lado da torre.

A tripulação dispõe de sistema de proteção NBC e equipamento anti-incêndio.

O primeiro Renault desse tipo foi produzido em 1981.

A Gendarmeria francesa recebeu 28 carros, e Oman ordenou um pequeno lote – seis unidades – por volta de 1983. Dois exemplares do VBC 90 que pertenciam à Gendarmeria estão, atualmente, preservados no Museu Général Estienne, da cidade de Saumur, no Vale do Loire – também conhecido como Musée des Blindés (Museu dos Blindados).

Em outubro do ano passado o Ministério da Defesa da França anunciou a cessão de veículos VBC 90 às tropas libanesas, mas sem especificar a quantidade.

O ForTe – Forças Terrestres apurou que a transferência dos carros para o território libanês está amparada em uma operação de financiamento liderada pelo governo da Arábia Saudita, que vem arcando com os custos de boa parte das ações militares destinadas a confrontar a guerrilha do Estado Islâmico.

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