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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Moscou: instalação de mísseis dos EUA na Europa minará o ato Rússia-OTAN

A instalação de equipamentos militares dos EUA na "ala leste" da OTAN minará a principal cláusula do Ato Fundador Rússia-OTAN de 1997, informou nesta sexta-feira o serviço de imprensa do ministério das Relações Exteriores da Rússia.


Sputnik

"O aparecimento desse tipo de informações confirma as suspeitas de que os EUA, juntamente com seus aliados, estão seriamente determinados em minar a disposição central do Ato Fundador Rússia-OTAN de 1997, segundo a qual a aliança se compromete em caráter permanente a não enviar significativas forças de combate aos países citados" – diz o comunicado da chancelaria russa.


RIM-161 Standard SM-3

O informe destaca ainda que Moscou tem esperanças de que a presente situação na Europa seja contida de forma a "não evoluir para uma nova confrontação militar, que poderia ter consequências perigosas".

A agência americana Associated Press informou na semana passada que a administração dos EUA está considerando a possibilidade de instalação de mísseis nucleares na Europa em resposta às alegadas violações do Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermédio (INF) por parte da Rússia. O Kremlin está acompanhando de perto esta situação.

Os diplomatas russos também têm sérias preocupações sobre os planos dos EUA da implantação na Romênia e Polônia das instalações de mísseis de lançamento vertical, que podem lançar mísseis RIM-161 (SM-3) e mísseis de cruzeiro de médio alcance Tomahawk.



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