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Análise: presidente ucraniano mata sua indústria ao introduzir novas sanções contra Rússia

O presidente da Ucrânia, Pyotr Poroshenko, assinou um decreto sobre as sanções contra a Rússia adotadas pelo Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia. O especialista Eduard Popov falou com a Sputnik e indicou qual o principal objetivo perseguido pelo governo ucraniano com tal iniciativa.
Sputnik

Em 2 de maio, o Conselho de Defesa e Segurança Nacional da Ucrânia ampliou as medidas restritivas em relação a diversas pessoas físicas e jurídicas russas, bem como prolongou a vigência das sanções introduzidas anteriormente.

Segundo informou a assessoria de imprensa da entidade, as sanções são aplicadas a pessoas "relacionadas com a agressão no ciberespaço e no campo informacional" contra a Ucrânia, "ações criminosas" contra os cidadãos ucranianos detidos na Rússia, bem como aos deputados da Duma de Estado e do Conselho da Federação da Rússia.

O diretor do Centro de Cooperação Pública e Informativa "Europa", Eduardo Popov, disse ao serviço russo da Rádio Sp…

Não é preciso instalar armas da OTAN porque não há ameaça russa, diz político polonês

Janusz Korwin-Mikke, membro do parlamento da União Europeia pela Polônia afirmou que não vê necessidade de a OTAN instalar equipamento militar pesado na Polônia.


Sputnik

O político polonês disse à Sputnik nesta terça-feira que a Polônia não precisa de armas americanas no seu território porque este não é ameaçado pela Rússia. 


“Marcha de dragões” do OTAN na Europa
© REUTERS/ Ints Kalnins

Anteriormente a mídia estadunidense informou que o Pentágono considera colocar material bélico pesado nos países do Leste europeu e nos países bálticos.

“Não me sinto em perigo ou ameaçado pela Rússia ou algum outro país e não vejo necessidade de o equipamento militar da OTAN armazenado no meu país”, disse Korwin-Mikke.

A OTAN está aumentando a sua presença militar perto das fronteiras russas na sequência da reunificação da Crimeia com a Rússia após o referendo em março de 2014. A Aliança acusou a Rússia de anexão ilegal da península e fornecimento de apoiou militar às milícias de Donbass que neste momento estão em conflito com as autoridades oficiais da Ucrânia.

Moscou negou repetidamente as acusações da OTAN e manifestou preocupação com a expansão do bloco militar e o aumento da sua presença junto às fronteiras russas.


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