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'Sangue e caos': príncipe saudita chama Trump de 'oportunista' por decisão sobre Jerusalém

O ex-chefe da inteligência saudita, o Príncipe Turki al-Faisal, criticou o reconhecimento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de Jerusalém como a capital de Israel, em uma das mais acentuadas reações do reino aliado de Washington no Oriente Médio.
Sputnik

Em uma carta a Trump publicada em um jornal saudita nesta segunda-feira, o príncipe Turki, um ex-embaixador em Washington que agora não ocupa nenhum cargo do governo, mas continua influente, chamou a decisão de uma estratagema política doméstica que provocaria violência.


"O derramamento de sangue e o caos definitivamente seguirão sua tentativa oportunista de ganhar eleitoralmente", escreveu o príncipe Turki em uma carta publicada no jornal saudita al-Jazeera.

Trump inverteu décadas de política dos EUA e virou do consenso da crítica internacional na semana passada, reconhecendo Jerusalém como a capital de Israel. A maioria dos países diz que o status da cidade deve ser deixado para negociações entre Israel e os pales…

Não é preciso instalar armas da OTAN porque não há ameaça russa, diz político polonês

Janusz Korwin-Mikke, membro do parlamento da União Europeia pela Polônia afirmou que não vê necessidade de a OTAN instalar equipamento militar pesado na Polônia.


Sputnik

O político polonês disse à Sputnik nesta terça-feira que a Polônia não precisa de armas americanas no seu território porque este não é ameaçado pela Rússia. 


“Marcha de dragões” do OTAN na Europa
© REUTERS/ Ints Kalnins

Anteriormente a mídia estadunidense informou que o Pentágono considera colocar material bélico pesado nos países do Leste europeu e nos países bálticos.

“Não me sinto em perigo ou ameaçado pela Rússia ou algum outro país e não vejo necessidade de o equipamento militar da OTAN armazenado no meu país”, disse Korwin-Mikke.

A OTAN está aumentando a sua presença militar perto das fronteiras russas na sequência da reunificação da Crimeia com a Rússia após o referendo em março de 2014. A Aliança acusou a Rússia de anexão ilegal da península e fornecimento de apoiou militar às milícias de Donbass que neste momento estão em conflito com as autoridades oficiais da Ucrânia.

Moscou negou repetidamente as acusações da OTAN e manifestou preocupação com a expansão do bloco militar e o aumento da sua presença junto às fronteiras russas.


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