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Ministro israelense ameaça devolver Líbano à 'Idade da Pedra'

Em entrevista ao portal saudita Elaph, o ministro da Inteligência de Israel, Yisrael Katz, avisou que seu país não hesitará em atacar o Líbano para deter a atividade do grupo xiita libanês Hezbollah, e ameaçou devolver o Líbano à "Idade da Pedra", informou o jornal israelense Haaretz.
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Além disso, Katz anunciou que Israel atacará instalações militares do Irã no Líbano: "Temos informações de que o Irã está construindo fábricas de mísseis avançados no Líbano e quero enfatizar que traçamos uma linha vermelha e que não deixaremos que o faça custe o que custar", acrescentou.


Lembrando-se da Segunda Guerra do Líbano em 2006, onde Israel lutou contra o Hezbollah, Katz destacou que os eventos de 11 anos atrás serão um "piquenique" em comparação com o que Israel pode fazer agora.

"Lembro-me de como um ministro saudita disse que devolveria o Hezbollah às suas cavernas no sul do Líbano. Devolveremos o Líbano à Idade da Pedra", declarou o ministro israel…

OTAN decide aumentar para 40 mil soldados a sua força de reação rápida

Os ministros da Defesa da OTAN decidiram ampliar o efetivo de suas forças de reação rápida, que passarão a contar com 40 mil soldados, informou nesta quarta-feira o secretário geral da Aliança, Jens Stoltenberg.


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"Decidimos reforçar a potência e a capacidade da força de reação da OTAN, incluindo os componente aéreo, marinho e as forças especiais. No total, elas estarão formadas por 40 mil soldados efetivos", disse Stoltenberg. O secretário afirmou ainda que trata-se de um grande aumento em comparação com os 13 mil militares que integravam as forças da OTAN anteriormente.


Soldados estadounidenses en Lituania
Soldados dos EUA na Lituânia © AP Photo/ Mindaugas Kulbis

Durante o encontro de fevereiro deste ano, a Aliança anunciou que o contingente de 13 mil soldados seria ampliado para 30 mil.

O líder da OTAN assegurou que sua organização "estuda detalhadamente a atividade nuclear da Rússia, inclusive seu discurso" a respeito, já que "os problemas nucleares são muito sérios."

"A atividade nuclear, os investimentos da Rússia em novas possibilidades nucleares, assim como as manobras atômicas que Moscou pratica nessa esfera, são parte de um panorama mais amplo, no qual a Rússia se comporta de maneira agressiva", ressaltou Stoltenberg.

Segundo o secretário geral da Aliança, a OTAN "já está respondendo de maneira cuidadosa e responsável à conduta da Rússia."

Stoltenberg afirmou ainda que o "conceito estratégico" de sua organização não sofreu mudanças no momento em relação à Rússia. Ele ressaltou que a OTAN não busca "um confronto" nem pretende fomentar "uma nova corrida armamentista." "Não discutimos hoje, mas podemos voltar a essa questão caso seja necessário", disse o secretário.

Os ministros da Defesa também aprovaram a criação de novos Estados Maiores "pequenos", de cerca de 40 oficiais, em Bulgária, Estônia, Letônia, Lituânia, Polônia e Romênia. Também houve um acordo para desenvolver a capacidade de defesa da Moldávia.


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