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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

'Pânico' europeu diante da Rússia faz EUA posicionarem armas, dizem especialistas

Os planos dos Estados Unidos de posicionar equipamento bélico na Europa são “um truque” para tranquilizar os aliados da OTAN diante da suposta ameaça russa, avaliam vários especialistas entrevistados pela Sputnik nesta terça-feira.


Sputnik

O chefe do Pentágono, Ashton Carter, afirmou nesta terça-feira que os EUA posicionarão 250 tanques e outros veículos blindados em sete países europeus.


Vehículos blindados estadounidenses en Georgia
© AP Photo/ Shakh Aivazov

“As 250 unidades são muito pouco para uma brigada. É um modo de tranquilizar os membros da OTAN do Leste Europeu, que estão muito preocupados com a suposta ameaça russa”, analisou Vladimir Batiuk, do Centro de Estudos Políticos e Militares da Academia de Ciências da Rússia.

Segundo Batiuk, a Rússia certamente responderá à iniciativa dos EUA. “Podem ser várias respostas, como o posicionamento de novos mísseis da classe Iskander nas regiões ocidentais da Rússia.”

Dmitry Polikanov, vice-presidente do Centro de Estudos de Segurança Internacional PIR, classificou a decisão de Washington como insignificante.

“É uma insignificância, 250 tanques no Leste Europeu não mudam o cenário, sobretudo levando em consideração que as guerras de hoje não são feitas com tanques”, afirmou.

Polikanov indicou que a iniciativa dos EUA serve para acalmar os vizinhos europeus da Rússia “que estão em pânico por acreditarem que serão as próximas vítimas da ‘agressão’” depois da Ucrânia.

Yevgeny Buzhinski, do Centro PIR, indicou que Moscou e Washington têm diferenças no que diz respeito a se esses planos americanos violam a Ata de Fundação OTAN-Rússia.

“Sempre tivemos diferenças sobre quais forças militares se consideram significativas. Eles dizem que uma brigada não é significativa. Nós dizemos que sim”, disse.

Anteriormente, o embaixador americano na OTAN, Douglas Lute, defendeu a medida ao afirmar que ela tem como meta aumentar a eficácia de exercícios militares e não viola a Ata de Fundação OTAN-Rússia, assim como outros documentos internacionais.



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