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No decorrer da operação Ramo de Oliveira será criada zona de segurança na Síria

O primeiro-ministro turco Binali Yildirim anunciou a criação, durante a operação militar turca na província síria de Afrin, de uma faixa de segurança de 30 quilômetros.
Sputnik

O premiê, citado pela emissora Haberturk, adiantou também que a operação seria efetuada em quatro etapas.


"A operação vai decorrer em 4 etapas com o objetivo de criar uma faixa de segurança de 30 quilômetros, que será limpa de terroristas", disse o político, citado pela emissora NTV.

Yildirim adiantou que até agora não há mortos ou feridos entre o contingente turco que realiza a operação.

Mais cedo, o Estado-Maior da Turquia anunciou o início da operação "Ramo de Oliveira" contra os grupos curdos na província síria de Afrin, que começou precisamente às 14h00 locais (12h00 no horário de Brasília). De acordo com a entidade militar, a operação conta com a participação de 72 aviões, enquanto 108 dos 113 alvos planejados já foram eliminados. Há poucos dias, o premiê turco, Binali Yildirim, havia avanç…

Parlamento ucraniano autoriza entrada de tropas estrangeiras

O parlamento ucraniano aprovou a lei que autoriza a entrada de militares estrangeiros ao país se eles efetuem operações de manutenção de paz em conformidade com as decisões da ONU e da União Europeia.


Sputnik

A lei foi apoiada por 240 deputados da Suprema Rada com o mínimo preciso de 226 votos, diz a agência Ria Novosti.


Soldados ucranianos junto com militares americanos durante exercícios perto de Lvov
© AFP 2015/ Genya Savilov

Segundo a legislação da Ucrânia, no território do país é proibido o funcionamento de algumas unidades militares não previstas pela lei. Além disso, na Ucrânia não podem ser instaladas bases militares estrangeiras e por isso tropas estrangeiras são cada vez admitidas no país por uma lei especial proposta pelo presidente.

“A realização deste ato normativo permitirá a criação de condições necessárias para o lançamento no território da Ucrânia de uma operação de manutenção de paz e segurança”, diz-se no documento explicativo.

Um membro do Comitê de Defesa da Duma (câmara baixa do parlamento russo), Franz Klintsevich, considera esta lei uma nulidade.

“A lei aprovada pela Suprema Rada é uma nulidade, é pura publicidade e propaganda. Como ato normativo é condenado a fracasso. Eu, por exemplo, não posso imaginar a situação na qual a ONU iria manifestar-se em favor do envio de militares estrangeiros à Ucrânia”, disse Klintsevich aos jornalistas nesta quinta-feira (4) lembrando que tal decisão pode ser tomada pela ONU só se for apoiada pela Rússia.

“E a nossa posição principal consiste em que a presença de assim chamadas forças de paz estrangeiras divide o país ainda mais e contradiz os Acordos de Minsk”, frisou o deputado.

Segundo Klintsevich, também não faz sentido o ponto da lei segundo o qual a decisão da União Europeia é suficiente para o início de tal operação.

“Os líderes ocidentais nunca farão tal passo porque entendem que assim os seus países serão participantes diretos do conflito no lado de Kiev com todas as consequências respetivas”, disse.


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