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Pyongyang: 3 porta-aviões perto da Coreia do Norte são uma ameaça de guerra nuclear

A ONU "fecha os olhos aos exercícios de guerra nuclear dos EUA, que estão empenhados em causar um desastre catastrófico para a humanidade", declarou o embaixador norte-coreano na ONU, Ja Song-nam.
Sputnik

As autoridades norte-coreanas classificaram na segunda (13) o deslocamento sem precedentes de 3 grupos de porta-aviões dos EUA para a zona da península da Coreia como uma "postura de ataque".


O representante norte-coreano permanente na ONU, Ja Song-nam, expressou em uma carta enviada ao secretário-geral da ONU o descontentamento do seu governo com os exercícios militares de Seul, Tóquio e Washington. Estes, segundo o diplomata, estão criando "a pior situação para a península da Coreia e seus arredores".

"Os EUA são os principais responsáveis por escalar as tensões e comprometer a paz", declarou Ja Song-nam.

Além da presença de 3 porta-aviões estadunidenses (Nimitz, Ronald Reagan e Theodore Roosevelt), Washington continua realizando voos de bombarde…

Pentágono aprova venda do Super Tucano para o Líbano

Poder Aéreo

A DSCA (Defense Security Cooperation Agency), órgão do Pentágono encarregado da aprovação de venda de material bélico para fora dos EUA, informou na última terça-feira (9) que aprovou a venda de aviões de ataque A-29 Super Tucano para o Líbano. O valor do negócio está estimado em US$462 milhões e inclui lion sale of rplanes and associated equipment, parts and logistical support to Lebanon. The U.S. Defense Security Cooperation Agency (DSCA) said in a statement on Tuesday that the proposed sale would help the country protect itself from internal and border security threats.


Piloto afegão voa pela primeira vez no A-29 - 3

Segundo a agência, o governo libanês solicitou a compra de seis aviões A-29 Super Tucano, oito sistemas de contra-medidas ALE-47, dois mil míssies APKWS (Advanced Precision Kill Weapon System), dois sistemas de detecção de mísseis e um sistema de posicionamento global/navegação inercial. Também faz parte do pedido aprovado a venda de peças de reposição, ensaios em voo, equipamentos de apoio, documentação técnica, treinamento de pessoal e equipamentos de treinamento, apoio logístico e fornecimento de técnicos.

O auxílio militar ao governo libanês faz parte da política externa dos EUA, que em fevereiro enviou US$ 25 milhões para o Exército do Líbano e posteriormente aprovou a venda de mísseis AGM-114 Hellfire II por US$146 milhões para o país lutar contra grupos islâmicos que atuam nas fronteiras do país com a Síria.

Tanto as forças de segurança do Líbano como o grupo xiita Hezbollah (apoiado pelo Irã) lutam contra a frente al-Nusra (braço da rede terrorista al Qaeda na Síria) e contra o Esta Islâmico (ISIS), no nordeste do país, próximo à cidade de Arsal.


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