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O Brasil tem poder de fogo para proteger a riqueza da Amazônia Azul? (VÍDEO)

Devido à enorme riqueza natural, a porção de mar sob jurisdição brasileira é também conhecida como Amazônia Azul. A área é um dos mais importantes patrimônios naturais brasileiros e é uma preocupação para o setor de Defesa. Para comentar o assunto, a Sputnik Brasil ouviu Ricardo Cabral, pesquisador da Escola de Guerra Naval da Marinha do Brasil.
Sputnik

O pesquisador falou sobre a importância comercial e estratégica, o potencial energético, científico e as obrigações internacionais do Brasil com as áreas da Amazônia Azule seu entorno. Ele também descreveu o atual estado da esquadra da Marinha brasileira, que carece de investimentos e pleiteia junto ao novo governo federal uma fatia maior do orçamento público, limitado pela Emenda Constitucional nº 95.


Foi a própria Marinha brasileira que cunhou o termo "Amazônia Azul", em referência ao tamanho da biodiversidade e dos bens naturais encontradas em sua área. No entanto, a área marítima é ainda maior do que porção brasileira da flo…

Pentágono aprova venda do Super Tucano para o Líbano

Poder Aéreo

A DSCA (Defense Security Cooperation Agency), órgão do Pentágono encarregado da aprovação de venda de material bélico para fora dos EUA, informou na última terça-feira (9) que aprovou a venda de aviões de ataque A-29 Super Tucano para o Líbano. O valor do negócio está estimado em US$462 milhões e inclui lion sale of rplanes and associated equipment, parts and logistical support to Lebanon. The U.S. Defense Security Cooperation Agency (DSCA) said in a statement on Tuesday that the proposed sale would help the country protect itself from internal and border security threats.


Piloto afegão voa pela primeira vez no A-29 - 3

Segundo a agência, o governo libanês solicitou a compra de seis aviões A-29 Super Tucano, oito sistemas de contra-medidas ALE-47, dois mil míssies APKWS (Advanced Precision Kill Weapon System), dois sistemas de detecção de mísseis e um sistema de posicionamento global/navegação inercial. Também faz parte do pedido aprovado a venda de peças de reposição, ensaios em voo, equipamentos de apoio, documentação técnica, treinamento de pessoal e equipamentos de treinamento, apoio logístico e fornecimento de técnicos.

O auxílio militar ao governo libanês faz parte da política externa dos EUA, que em fevereiro enviou US$ 25 milhões para o Exército do Líbano e posteriormente aprovou a venda de mísseis AGM-114 Hellfire II por US$146 milhões para o país lutar contra grupos islâmicos que atuam nas fronteiras do país com a Síria.

Tanto as forças de segurança do Líbano como o grupo xiita Hezbollah (apoiado pelo Irã) lutam contra a frente al-Nusra (braço da rede terrorista al Qaeda na Síria) e contra o Esta Islâmico (ISIS), no nordeste do país, próximo à cidade de Arsal.


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