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Pyongyang: 3 porta-aviões perto da Coreia do Norte são uma ameaça de guerra nuclear

A ONU "fecha os olhos aos exercícios de guerra nuclear dos EUA, que estão empenhados em causar um desastre catastrófico para a humanidade", declarou o embaixador norte-coreano na ONU, Ja Song-nam.
Sputnik

As autoridades norte-coreanas classificaram na segunda (13) o deslocamento sem precedentes de 3 grupos de porta-aviões dos EUA para a zona da península da Coreia como uma "postura de ataque".


O representante norte-coreano permanente na ONU, Ja Song-nam, expressou em uma carta enviada ao secretário-geral da ONU o descontentamento do seu governo com os exercícios militares de Seul, Tóquio e Washington. Estes, segundo o diplomata, estão criando "a pior situação para a península da Coreia e seus arredores".

"Os EUA são os principais responsáveis por escalar as tensões e comprometer a paz", declarou Ja Song-nam.

Além da presença de 3 porta-aviões estadunidenses (Nimitz, Ronald Reagan e Theodore Roosevelt), Washington continua realizando voos de bombarde…

RPD: Exército da Ucrânia volta a concentrar armamentos na linha de frente

As Forças Armadas da Ucrânia continuam concentrando armamentos proibidos pelos Acordos de Minsk ao longo da linha de frente, declarou o vice-chefe do Estado-maior general da autoproclamada República Popular de Donetsk (RPD), Eduard Basurin.


Sputnik

"A inteligência da RPD continua documentando o aumento de equipamentos militares proibidos pelos Acordos de Minsk ao longo da linha de frente", disse Basurin.


Povoado de Gorlovka, em Donbass, após ataque realizado por militares ucranianos.
© Sputnik/ John Trast

Os Acordos de Minsk preveem o fim das hostilidades e, entre outros pontos, a retirada das armas pesadas da chamada linha de demarcação (linha de frente), no entanto, os lados em conflito se acusam constante e mutuamente de violação do acordo.

Os combates em Donbass tornaram-se mais ativos após mais uma rodada de negociações em Minsk, em resultado da qual nada de novo foi decidido. Os especialistas também opinam que a razão para isso poderia ser a decisão de Representante Especial da OSCE na Ucrânia Heidi Tagliavini de abandonar o seu posto. Segundo a fonte próxima das negociações, ela tomou a decisão por causa da falta de vontade das partes de chegar a acordo e do comportamento inadequado de alguns participantes no processo de negociação.

O agravamento da situação em Donbass também tem sido associado com a cúpula do G7, que decorre hoje a amanhã. Os líderes dos países do G7 – Alemanha, EUA, Canadá, França, Itália, Japão e Reino Unido – devem discutir, entre outros temas, as sanções antirussas. Segundo a presidente do Conselho da Federação (câmara alta do parlamento russo), Valentina Matvienko, as novas provocações na Ucrânia começaram na véspera da cimeira de G7 para criar um motivo de responsabilizar a Rússia pelo agravamento da situação e, como resultado, prorrogar as sanções antirussas.

As autoridades de Kiev estão realizando uma operação militar no leste da Ucrânia dirigida contra a população da região, descontente com o golpe de Estado ocorrido em fevereiro. Segundo os últimos dados da ONU, o conflito armado já provocou mais de 5,5 mil mortos.

A Rússia tem repetidamente declarado que não é parte do conflito ucraniano, não fornece armamentos às autoproclamadas Repúblicas Populares de Donbass e está interessada em a Ucrânia superar a crise política e econômica.

Atualmente, na região de Donetsk vigora um acordo de cessar fogo que o Grupo de Contato Trilateral (composto por Rússia, Ucrânia e OSCE), encarregado de encontrar uma solução para a crise na região, aprovou em 12 de fevereiro, em Minsk.


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