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Brasil comemora 20 anos do fim do conflito entre Peru e Equador

O Brasil irá comemorar nesta terça-feira os 20 anos do fim dos conflitos na fronteira entre Peru e Equador, que se prolongaram por quase 170 anos e que causaram várias guerras, tensões e enfrentamentos entre ambos os países.
EFE

Brasília - O Acordo Global e Definitivo de Paz entre Equador e Peru foi assinado em 26 de outubro de 1998 em Brasília, que voltará a ser palco de um encontro entre representantes dessas duas nações, mas agora para reafirmar "o valor e a eficácia da diplomacia e da solução pacífica de controvérsias", diz o comunicado do Ministério das Relações Exteriores.

A cerimônia contará com a participação do equatoriano José Ayala Lasso e do peruano Fernando de Trazegnies Granda, que eram os chanceleres de seus países na ocasião da assinatura e tiveram participação ativa nas negociações, e será presidido pelo ministro das Relações Exteriores Aloysio Nunes.

Segundo a nota oficial, a comemoração "também evidencia, uma vez mais, a capacidade regional de responder e…

RPD: Exército da Ucrânia volta a concentrar armamentos na linha de frente

As Forças Armadas da Ucrânia continuam concentrando armamentos proibidos pelos Acordos de Minsk ao longo da linha de frente, declarou o vice-chefe do Estado-maior general da autoproclamada República Popular de Donetsk (RPD), Eduard Basurin.


Sputnik

"A inteligência da RPD continua documentando o aumento de equipamentos militares proibidos pelos Acordos de Minsk ao longo da linha de frente", disse Basurin.


Povoado de Gorlovka, em Donbass, após ataque realizado por militares ucranianos.
© Sputnik/ John Trast

Os Acordos de Minsk preveem o fim das hostilidades e, entre outros pontos, a retirada das armas pesadas da chamada linha de demarcação (linha de frente), no entanto, os lados em conflito se acusam constante e mutuamente de violação do acordo.

Os combates em Donbass tornaram-se mais ativos após mais uma rodada de negociações em Minsk, em resultado da qual nada de novo foi decidido. Os especialistas também opinam que a razão para isso poderia ser a decisão de Representante Especial da OSCE na Ucrânia Heidi Tagliavini de abandonar o seu posto. Segundo a fonte próxima das negociações, ela tomou a decisão por causa da falta de vontade das partes de chegar a acordo e do comportamento inadequado de alguns participantes no processo de negociação.

O agravamento da situação em Donbass também tem sido associado com a cúpula do G7, que decorre hoje a amanhã. Os líderes dos países do G7 – Alemanha, EUA, Canadá, França, Itália, Japão e Reino Unido – devem discutir, entre outros temas, as sanções antirussas. Segundo a presidente do Conselho da Federação (câmara alta do parlamento russo), Valentina Matvienko, as novas provocações na Ucrânia começaram na véspera da cimeira de G7 para criar um motivo de responsabilizar a Rússia pelo agravamento da situação e, como resultado, prorrogar as sanções antirussas.

As autoridades de Kiev estão realizando uma operação militar no leste da Ucrânia dirigida contra a população da região, descontente com o golpe de Estado ocorrido em fevereiro. Segundo os últimos dados da ONU, o conflito armado já provocou mais de 5,5 mil mortos.

A Rússia tem repetidamente declarado que não é parte do conflito ucraniano, não fornece armamentos às autoproclamadas Repúblicas Populares de Donbass e está interessada em a Ucrânia superar a crise política e econômica.

Atualmente, na região de Donetsk vigora um acordo de cessar fogo que o Grupo de Contato Trilateral (composto por Rússia, Ucrânia e OSCE), encarregado de encontrar uma solução para a crise na região, aprovou em 12 de fevereiro, em Minsk.


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