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Militares dos EUA prometem responder a possível ataque turco contra cidade síria de Manbij

Os militares norte-americanos prometeram responder a qualquer ataque contra a cidade síria de Manbij à luz de uma possível operação turca na área, afirmou o comandante do Conselho Militar de Manbij, que faz parte das Forças Democráticas da Síria (FDS), Ebu Adil.
Sputnik

Em entrevista à Sputnik Turquia, Ebu Adil comentou a resposta dos EUA às preocupações expressas pelos representantes do Conselho Militar de Manbij devido a um possível ataque contra a cidade síria por parte de Ancara.


"Há dois anos, em conjunto com as forças da coalizão liderada pelos EUA, nós limpamos Manbij do Daesh [organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países]. Desde então, na cidade se encontram forças da coalizão. Algum tempo atrás, nós falamos com os militares norte-americanos sobre um possível ataque da Turquia contra Manbij. Os militares dos EUA prometeram responder a qualquer ataque contra a cidade, de onde quer que ele provenha", afirmou o comandante do conselho.

Além disso, ele …

Rússia defende a preservação das atuais fronteiras da Ucrânia

A Rússia defende a preservação das fronteiras atuais da Ucrânia e insiste na aplicação dos acordos de Minsk por todas as partes do conflito ucraniano, disse no sábado o chefe da administração do Kremlin, Sergei Ivanov, em entrevista no programa televisivo "Vesti v Subbotu" (Notícias de Sábado").


Sputnik

"[Vladimir Putin] disse que, se tivesse alguma dúvida em fevereiro nas negociações em Minsk, ele não iria colocar a sua assinatura. Mas ele assinou. Então, ele considera os acordos de Minsk a solução ideal para o conflito interno ucraniano. Enfatizo que o conflito é interno", disse Ivanov, respondendo à pergunta onde, em sua opinião, deve idealmente passar a fronteira ucraniana.


A bandeira nacional da Ucrânia na fronteira russo-ucraniana
© AP Photo/ Inna Varenytsia

Ele acrescentou que Moscou tem recebido apelos para influir nas milícias do Leste ucraniano, mas elas, segundo Ivanov, já fizeram sua escolha.

"Acho que o que fizemos já teve grande impacto, porque os milicianos mudaram sua posição. Eles já haviam votado pela independência mas depois declararam que estão prontos a continuar a ser parte da Ucrânia, se os acordos de Minsk forem cumpridos", disse.

Ivanov sublinhou que as autoridades ucranianas ainda não deram passos recíprocos: "Agora não somos nós que devemos levar as milícias a agir de determinado modo. Isso deve ser feito por aqueles que, vou dizer diplomaticamente, influenciam fortemente as autoridades de Kiev".

Na sexta-feira (19), o presidente russo Vladimir Putin assegurou, numa reunião com empresários estrangeiros, que a Rússia está interessada na paz na Ucrânia.

"O presidente disse que estamos interessados na paz, e não por causa das sanções, mas porque temos uma grande ligação com os ucranianos, que estão morrendo, e muitos russos querem que o conflito acabe", disse aos jornalistas o vice-primeiro-ministro Igor Shuvalov, empregando as palavras de Putin.


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