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Pyongyang: 3 porta-aviões perto da Coreia do Norte são uma ameaça de guerra nuclear

A ONU "fecha os olhos aos exercícios de guerra nuclear dos EUA, que estão empenhados em causar um desastre catastrófico para a humanidade", declarou o embaixador norte-coreano na ONU, Ja Song-nam.
Sputnik

As autoridades norte-coreanas classificaram na segunda (13) o deslocamento sem precedentes de 3 grupos de porta-aviões dos EUA para a zona da península da Coreia como uma "postura de ataque".


O representante norte-coreano permanente na ONU, Ja Song-nam, expressou em uma carta enviada ao secretário-geral da ONU o descontentamento do seu governo com os exercícios militares de Seul, Tóquio e Washington. Estes, segundo o diplomata, estão criando "a pior situação para a península da Coreia e seus arredores".

"Os EUA são os principais responsáveis por escalar as tensões e comprometer a paz", declarou Ja Song-nam.

Além da presença de 3 porta-aviões estadunidenses (Nimitz, Ronald Reagan e Theodore Roosevelt), Washington continua realizando voos de bombarde…

Rússia defende a preservação das atuais fronteiras da Ucrânia

A Rússia defende a preservação das fronteiras atuais da Ucrânia e insiste na aplicação dos acordos de Minsk por todas as partes do conflito ucraniano, disse no sábado o chefe da administração do Kremlin, Sergei Ivanov, em entrevista no programa televisivo "Vesti v Subbotu" (Notícias de Sábado").


Sputnik

"[Vladimir Putin] disse que, se tivesse alguma dúvida em fevereiro nas negociações em Minsk, ele não iria colocar a sua assinatura. Mas ele assinou. Então, ele considera os acordos de Minsk a solução ideal para o conflito interno ucraniano. Enfatizo que o conflito é interno", disse Ivanov, respondendo à pergunta onde, em sua opinião, deve idealmente passar a fronteira ucraniana.


A bandeira nacional da Ucrânia na fronteira russo-ucraniana
© AP Photo/ Inna Varenytsia

Ele acrescentou que Moscou tem recebido apelos para influir nas milícias do Leste ucraniano, mas elas, segundo Ivanov, já fizeram sua escolha.

"Acho que o que fizemos já teve grande impacto, porque os milicianos mudaram sua posição. Eles já haviam votado pela independência mas depois declararam que estão prontos a continuar a ser parte da Ucrânia, se os acordos de Minsk forem cumpridos", disse.

Ivanov sublinhou que as autoridades ucranianas ainda não deram passos recíprocos: "Agora não somos nós que devemos levar as milícias a agir de determinado modo. Isso deve ser feito por aqueles que, vou dizer diplomaticamente, influenciam fortemente as autoridades de Kiev".

Na sexta-feira (19), o presidente russo Vladimir Putin assegurou, numa reunião com empresários estrangeiros, que a Rússia está interessada na paz na Ucrânia.

"O presidente disse que estamos interessados na paz, e não por causa das sanções, mas porque temos uma grande ligação com os ucranianos, que estão morrendo, e muitos russos querem que o conflito acabe", disse aos jornalistas o vice-primeiro-ministro Igor Shuvalov, empregando as palavras de Putin.


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