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Marinha da Argentina fala sobre localização do submarino ARA San Juan

Embarcação desaparecida há 1 ano foi localizada neste sábado a 907 metros de profundidade. Ainda não há previsão de início dos trabalhos de resgate. 'Não temos meios para resgatar o submarino', diz ministro.
Por G1

A Marinha da Argentina informou neste sábado (17) que o submarino ARA San Juan, que sumiu há 1 ano com 44 tripulantes, foi encontrado a 907 metros de profundidade em uma área de "visibilidade bastante reduzida", e que a embarcação sofreu uma "implosão" no fundo das águas do Oceano Atlântico.

Segundo Enrique Balbi, porta-voz da Marinha, a proa, a popa e a vela se desprenderam do submarino e estão localizadas em uma área de 80 a 100 metros. “Isso sugere que a implosão tenha ocorrido muito perto do fundo”, disse.

Segundo a Marinha, as imagens mostram que o casco do submarino permaneceu bastante intacto, apenas com algumas deformações, e que todas as outras partes se desprenderam. A implosão teria ocorrido em razão da pressão externa do mar ter superado …

Rússia defende a preservação das atuais fronteiras da Ucrânia

A Rússia defende a preservação das fronteiras atuais da Ucrânia e insiste na aplicação dos acordos de Minsk por todas as partes do conflito ucraniano, disse no sábado o chefe da administração do Kremlin, Sergei Ivanov, em entrevista no programa televisivo "Vesti v Subbotu" (Notícias de Sábado").


Sputnik

"[Vladimir Putin] disse que, se tivesse alguma dúvida em fevereiro nas negociações em Minsk, ele não iria colocar a sua assinatura. Mas ele assinou. Então, ele considera os acordos de Minsk a solução ideal para o conflito interno ucraniano. Enfatizo que o conflito é interno", disse Ivanov, respondendo à pergunta onde, em sua opinião, deve idealmente passar a fronteira ucraniana.


A bandeira nacional da Ucrânia na fronteira russo-ucraniana
© AP Photo/ Inna Varenytsia

Ele acrescentou que Moscou tem recebido apelos para influir nas milícias do Leste ucraniano, mas elas, segundo Ivanov, já fizeram sua escolha.

"Acho que o que fizemos já teve grande impacto, porque os milicianos mudaram sua posição. Eles já haviam votado pela independência mas depois declararam que estão prontos a continuar a ser parte da Ucrânia, se os acordos de Minsk forem cumpridos", disse.

Ivanov sublinhou que as autoridades ucranianas ainda não deram passos recíprocos: "Agora não somos nós que devemos levar as milícias a agir de determinado modo. Isso deve ser feito por aqueles que, vou dizer diplomaticamente, influenciam fortemente as autoridades de Kiev".

Na sexta-feira (19), o presidente russo Vladimir Putin assegurou, numa reunião com empresários estrangeiros, que a Rússia está interessada na paz na Ucrânia.

"O presidente disse que estamos interessados na paz, e não por causa das sanções, mas porque temos uma grande ligação com os ucranianos, que estão morrendo, e muitos russos querem que o conflito acabe", disse aos jornalistas o vice-primeiro-ministro Igor Shuvalov, empregando as palavras de Putin.


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