Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Defesa russa: avião Il-20 foi derrubado por mísseis sírios S-200

De acordo com o ministério russo, o sistema de defesa aérea sírio tentava atacar um avião de Israel. No entanto, a tripulação israelense fez uma manobra especial para se proteger, e o míssil acabou atingindo acidentalmente o avião russo Il-20.
Sputnik

O avião Il-20 desapareceu dos radares em 17 de setembro, por volta das 23h do horário de Moscou, (17h em Brasília) durante o retorno planejado à base aérea de Hmeymim, acima do território do mar Mediterrâneo, a 35 quilômetros da costa da Síria, informou o comunicado do Ministério da Defesa da Rússia. O represente oficial da Defesa russa, Igor Konashenkov sublinhou que os aviões israelenses "propositalmente criaram uma situação perigosa para navios e aviões nessa região".

Na opinião dele, para evitar o ataque sírio, a tripulação israelense acabou tornando o Ilyushin-20 alvo de ataque.

"Ao tentarem proteger-se com ajuda do avião russo, os pilotos israelenses o puseram debaixo de fogo do sistema de defesa antiaérea da Síria"…

Rússia defende a preservação das atuais fronteiras da Ucrânia

A Rússia defende a preservação das fronteiras atuais da Ucrânia e insiste na aplicação dos acordos de Minsk por todas as partes do conflito ucraniano, disse no sábado o chefe da administração do Kremlin, Sergei Ivanov, em entrevista no programa televisivo "Vesti v Subbotu" (Notícias de Sábado").


Sputnik

"[Vladimir Putin] disse que, se tivesse alguma dúvida em fevereiro nas negociações em Minsk, ele não iria colocar a sua assinatura. Mas ele assinou. Então, ele considera os acordos de Minsk a solução ideal para o conflito interno ucraniano. Enfatizo que o conflito é interno", disse Ivanov, respondendo à pergunta onde, em sua opinião, deve idealmente passar a fronteira ucraniana.


A bandeira nacional da Ucrânia na fronteira russo-ucraniana
© AP Photo/ Inna Varenytsia

Ele acrescentou que Moscou tem recebido apelos para influir nas milícias do Leste ucraniano, mas elas, segundo Ivanov, já fizeram sua escolha.

"Acho que o que fizemos já teve grande impacto, porque os milicianos mudaram sua posição. Eles já haviam votado pela independência mas depois declararam que estão prontos a continuar a ser parte da Ucrânia, se os acordos de Minsk forem cumpridos", disse.

Ivanov sublinhou que as autoridades ucranianas ainda não deram passos recíprocos: "Agora não somos nós que devemos levar as milícias a agir de determinado modo. Isso deve ser feito por aqueles que, vou dizer diplomaticamente, influenciam fortemente as autoridades de Kiev".

Na sexta-feira (19), o presidente russo Vladimir Putin assegurou, numa reunião com empresários estrangeiros, que a Rússia está interessada na paz na Ucrânia.

"O presidente disse que estamos interessados na paz, e não por causa das sanções, mas porque temos uma grande ligação com os ucranianos, que estão morrendo, e muitos russos querem que o conflito acabe", disse aos jornalistas o vice-primeiro-ministro Igor Shuvalov, empregando as palavras de Putin.


Postar um comentário

Postagens mais visitadas