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ONG: EUA mobiliza terroristas no sul da Síria para atacar Ghouta Oriental

Os militares norte-americanos estão mobilizando combatentes de diversos grupos armados com objetivo de atacar os subúrbios orientais de Damasco, disse à Sputnik o chefe da rede de direitos humanos na Síria, Ahmad Kazem.
Sputnik

"Neste momento os EUA estão juntando os combatentes do Daesh e outros grupos, inclusive os de Idlib, e tenta os transferir para At-Tanf e depois para Ghouta Oriental (subúrbio de Damasco), com objetivo de se contrapor ao exército sírio, que pretende liberar a região dos terroristas", disse Kazem. 


Segundo o defensor dos direitos humanos, os financiadores da Arábia Saudita ordenaram que os terroristas já localizados em Guta Oriental empreendam o máximo dos esforços para resistir às tropas de Damasco.

"Eles continuarão a atacar Damasco de forma caótica com seus morteiros", acrescentou o entrevistado.

Os terroristas, que tomaram o subúrbio oriental de Damasco, continuam a disparar contra os bairros centrais e residenciais da capital síria. Nesta qui…

Rússia projeta navio anfíbio que substituirá os Mistral

O Escritório de Design de Neva (São Peterburgo) criou um projeto de navio de assalto anfíbio que será uma alternativa aos porta-helicópteros franceses do tipo Mistral, informou nesta terça-feira uma fonte do setor de Defesa russo.


Sputnik

"O navio de desembarque do projeto Priboi terá capacidade para carregar 14 mil toneladas e medirá 165 metros de comprimento", disse a fonte à Sputnik.


Modelo del buque de desembarco del proyecto Priboi
© Sputnik/ Alexander Vilf

O navio poderá alojar até 500 pessoas e carregar até oito helicópteros Ka-27 e Ka-52. Além disso, terá espaço para transportar entre 40 e 60 equipamentos militares. A construção do novo navio pode começar em 2016, informou a mesma fonte.

O contrato de fornecimento dos porta-helicópteros da classe Mistral foi assinado entre a empresa francesa DCNS/STX e a russa Rosoboronexport em 2011. A França deveria ter entregado o primeiro navio, chamado Vladivostok, em novembro do ano passado, mas não cumpriu o compromisso alegando a escalada do conflito na Ucrânia.

A Rússia espera que a Paris cumpra o contrato ou devolva o dinheiro.


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