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Super Tucano em teste pela Força Aérea dos EUA sofre acidente

Queda sem causa ainda definida é má notícia para a fabricante brasileira, que disputa concorrência com americanos
Igor Gielow | Folha de S.Paulo

Um turboélice A-29 Super Tucano, fabricado pela Embraer, caiu durante um exercício de ataque leve conduzido pela Força Aérea dos EUA em um campo de provas do Novo México, na sexta (22).

Dois tripulantes conseguiram se ejetar. Segundo comunicado da base de Holloman, um dele se feriu levemente e foi medicado, enquanto não há detalhes do estado do segundo. A causa do acidente não foi divulgada.

O avião participa da fase final da competição para fornecimento de aviões leves para missões de ataque a solo e reconhecimento. Inicialmente, os EUA querem adquirir 15 unidades, para depois expandir a até 120. Elas servirão para substituir o famoso A-10 Warthog (Javali, em inglês), um modelos subsônico a jato fortemente armado e blindado que opera desde 1977.

Os americanos estão procurando opções mais econômicas para a missão. Enquanto um A-10 tem sua hora-voo…

Rússia projeta navio anfíbio que substituirá os Mistral

O Escritório de Design de Neva (São Peterburgo) criou um projeto de navio de assalto anfíbio que será uma alternativa aos porta-helicópteros franceses do tipo Mistral, informou nesta terça-feira uma fonte do setor de Defesa russo.


Sputnik

"O navio de desembarque do projeto Priboi terá capacidade para carregar 14 mil toneladas e medirá 165 metros de comprimento", disse a fonte à Sputnik.


Modelo del buque de desembarco del proyecto Priboi
© Sputnik/ Alexander Vilf

O navio poderá alojar até 500 pessoas e carregar até oito helicópteros Ka-27 e Ka-52. Além disso, terá espaço para transportar entre 40 e 60 equipamentos militares. A construção do novo navio pode começar em 2016, informou a mesma fonte.

O contrato de fornecimento dos porta-helicópteros da classe Mistral foi assinado entre a empresa francesa DCNS/STX e a russa Rosoboronexport em 2011. A França deveria ter entregado o primeiro navio, chamado Vladivostok, em novembro do ano passado, mas não cumpriu o compromisso alegando a escalada do conflito na Ucrânia.

A Rússia espera que a Paris cumpra o contrato ou devolva o dinheiro.


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