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O que acontece quando desaparece um submarino como o argentino ARA San Juan

As autoridades argentinas continuam com as buscas para tentar localizar o submarino ARA San Juan, que estava em uma missão de treinamento e desapareceu na última quarta com 44 tripulantes a bordo.
BBC Brasil


A Marinha argentina revelou que, no último contato, o subcomandante afirmou que a embarcação apresentava um curto-circuito no sistema de baterias.


O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte, quando deixou de se comunicar e sumiu dos radares. Segundo a Marinha, a tripulação teria comida e oxigênio para mais dois dias.

O governo argentino conta com a ajuda de vários países para realizar as buscas, incluindo Brasil e Estados Unidos.

Mas quais são principais dificuldades em uma operação para localizar um submarino? A BBC tenta responder a esta e a outras perguntas sobre o tema.

Por que submarinos não podem ser detectados?


Os submarinos são construídos para serem difíceis de se encontrar. O papel deles é participar, com frequênc…

Rússia projeta navio anfíbio que substituirá os Mistral

O Escritório de Design de Neva (São Peterburgo) criou um projeto de navio de assalto anfíbio que será uma alternativa aos porta-helicópteros franceses do tipo Mistral, informou nesta terça-feira uma fonte do setor de Defesa russo.


Sputnik

"O navio de desembarque do projeto Priboi terá capacidade para carregar 14 mil toneladas e medirá 165 metros de comprimento", disse a fonte à Sputnik.


Modelo del buque de desembarco del proyecto Priboi
© Sputnik/ Alexander Vilf

O navio poderá alojar até 500 pessoas e carregar até oito helicópteros Ka-27 e Ka-52. Além disso, terá espaço para transportar entre 40 e 60 equipamentos militares. A construção do novo navio pode começar em 2016, informou a mesma fonte.

O contrato de fornecimento dos porta-helicópteros da classe Mistral foi assinado entre a empresa francesa DCNS/STX e a russa Rosoboronexport em 2011. A França deveria ter entregado o primeiro navio, chamado Vladivostok, em novembro do ano passado, mas não cumpriu o compromisso alegando a escalada do conflito na Ucrânia.

A Rússia espera que a Paris cumpra o contrato ou devolva o dinheiro.


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