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Qual será resposta síria a novos mísseis 'inteligentes' dos EUA?

A cada declaração do presidente dos EUA, Donald Trump, sobre seus "mísseis inteligentes", os sistemas de defesa antiaérea sírios terão sua própria resposta de mísseis, o que foi demonstrado pelo país em 14 de abril, assegurou à Sputnik o membro do Conselho Público junto ao Ministério da Defesa da Rússia, Igor Korotchenko.
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Mais cedo, Sergei Rudskoy, chefe da Direção-Geral Operacional do Estado-Maior das Forças Armadas russas, disse aos jornalistas que os especialistas russos tinham detectado evidências de 22 mísseis terem atingido alvos, de um total de 105 anunciados pelos EUA, na sequência do ataque aéreo dos EUA e seus aliados.


"Os mísseis podem ser 'inteligentes', mas os sistemas da defesa antiaérea podem ser eficientes, por isso, para cada míssil 'astuto' haverá um míssil guiado, o que foi demonstrado pelo ótimo treinamento profissional dos soldados sírios. Nas declarações de Trump há muita publicidade, e para cada tweet de Trump sobre seus '…

Rússia tem o direito de implantar armas nucleares na Crimeia

A Rússia possui o direito de colocar armamentos nucleares na Crimeia, tal como em qualquer outra região do país, disse nesta segunda-feira o diretor do Departamento para Assuntos de Não-Proliferação e Controle dos Armamentos do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Mikhail Ulianov.


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"A Rússia, sem dúvida nenhuma, detém o direito de colocar, caso seja necessário, as suas armas nucleares em qualquer lugar no seu território nacional, inclusive na península da Crimeia", declarou Ulyanov.


Tupolev Tu-22M3 Backfire

O responsável russo contestou assim uma declaração do chanceler da Ucrânia, Pavel Klimkin, que disse em meados de maio que a presença de armas nucleares russas na Crimeia constituiria "a violação mais séria pela Rússia das obrigações internacionais".

O Ministério da Defesa da Rússia tinha divulgado planos de deslocamento, para a Crimeia, de dez aviões portadores de mísseis Tu-22M3, capazes também de transportar ogivas nucleares. Os EUA manifestaram a sua preocupação pela eventual colocação de armas nucleares russas na península. No entanto, o ministério russo não fez ainda qualquer anúncio sobre a deslocação de armas nucleares para a Crimeia.

Mikhail Ulianov explicou que a posição de Klimkin é inconsistente:

"Ele considera a Crimeia como parte do território ucraniano e, por isso, acredita que a deslocação para lá de armas nucleares russas iria prejudicar o estatuto não nuclear da Ucrânia. É uma posição interessante, que pode ser vista até como um aceno para os EUA, e também à Bélgica, Alemanha, Itália, Holanda e Turquia, que têm armas nucleares estadunidenses instaladas nos seus respectivos territórios. Segundo a lógica do ministro ucraniano [Klimkin], isso constitui uma violação do estatuto não nuclear destes países europeus. Eu não vou desmenti-lo, mas direi que o caso da Crimeia é diferente".


A Crimeia e a cidade autônoma de Sevastopol, situada nesta península, tornaram-se parte do território russo depois do referendo realizado em 16 de março de 2014. A maioria dos participantes votou a favor da reunificação com a Rússia. Porém, as autoridades da Ucrânia continuam reclamando este território.


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